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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

FOTOGRAFIA - Um olhar ambiental


Atualmente, uma manifestação cultural bastante expressiva em Pitangui é a fotografia. Esta arte praticada por pitanguienses talentosos tem sido bastante efetiva na divulgação da cidade e presença destacada nos sites e grupos virtuais sobre o tema. Fazendo esta leitura do cotidiano apresentamos este documentário que faz uma breve abordagem sobre a origem da fotografia no mundo; cita fotógrafos que fizeram escola e registraram o passado em Pitangui; e enfatiza sobre o processo criativo, o olhar diferenciado e da consciência ecológica do amigo Nicodemos Rosa. Fotógrafos  pitanguienses sintam-se homenageados!!!


Making of

Nicodemos Rosa.
Foto: Léo Morato.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

A Capela da Penha

Foto: Licínio Filho

Segundo Monsenhor Vicente Soares (1972, p. 137-138), a "Capela de Nossa Senhora da Penha (e de Santo Antônio é um templo edificado pelos bandeirantes paulistas na paragem do Batatal, em 1720, sob a direção do Capitão José Bicudo, sogro do Velho da Taipa, Capitão Rodrigues Velho.

Foto: Licínio Filho

Ainda, segundo Soares (1972), "por ser de Taipa [...] a capela arruinara-se por completo, ao ponto de não mais comportar consertos. Razão foi bastante para a autoridade arquidiocesana de Belo Horizonte ordenar sua demolição e edificação de outra no mesmo local [...]."

Foto: Licínio Filho

"A nova conserva o estilo da velha com predominação do barroco romano. A velha era pobre de valor artístico e só militava em seu favor o brasão de antiguidade, por ser obra dos bandeirantes paulistas. Fôra a terceira na vila, porque a primeira, em solo pitanguiense, foi a de São Gonçalo do Mota e a segunda a Capela de Santa Rita de Cássia, na praça da primeira cadeia da vila." (SOARES, 1972, p. 138)

Foto: Licínio Filho


FONTE:

SOARES, Monsenhor. A História de Pitangui. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1972.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Em 24 de fevereiro de 1946, a Gazeta de Paraopeba noticiava a morte de Corgozinho Filho

Click na imagem abaixo e saiba mais sobre Corgozinho Filho:


João Alves Corgozinho Filho, nasceu em Pitangui no dia 26 de janeiro de 1869 e faleceu no dia 6 de fevereiro de 1946, na cidade mineira de Arcos, onde, então, residia. Exerceu a advocacia e o magistério em Pitangui. Também foi escritor e exerceu o mandato de vereador, sendo um dos principais aliados políticos de Vasco Azevedo nas décadas iniciais da República. 
Seu falecimento foi registrado nas páginas do jornal "Gazeta de Paraopeba", na edição de 24 de fevereiro de 1946, cujo fragmento contendo a notícia apresentamos abaixo:







FONTES:

Hemeroteca virtual da Biblioteca Nacional.


domingo, 30 de agosto de 2015

Bastidores de uma arte


A fotografia do Nicodemos Rosa é conhecida por grande parte dos pitanguienses e por muitas pessoas mundo afora. Mas o que pouca gente conhece é o processo criativo e a história deste talentoso conterrâneo. Então produzimos um documentário abordando sobre esta arte - a fotografia - representada pelo Nicodemos.




O trabalho será divulgado em breve aqui no blog e no youtube. Quem sabe conseguimos exibir o filme em uma praça ou em algum bar da cidade, improvisando um Cine Boteco? O convite para uma parceria cultural está feito! Enquanto isso, confira um pouco dos bastidores desta produção amadora daqui de Pitangui.

Nicodemos Rosa. Fotos: Léo Morato e Vandeir Santos.

sábado, 29 de agosto de 2015

Em 2 de novembro de 1945, morria Monsenhor Arthur de Oliveira

No dia 11 de novembro de 1945, o jornal "Tribuna de Ouro Preto" trazia em sua edição a notícia da morte de Monsenhor Artur de Oliveira, ocorrida no dia 2 daquele mês.


Clique na imagem abaixo para ampliá-la e leia a matéria jornalística:



sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Magistrado acusado de homicídio na Vila de Pitanguy" em 1831

O jornal "O Universal", editado em Ouro Preto trazia em sua edição de 8 de janeiro de 1831, uma denúncia contra o então Juiz de Fora da Villa de Pitangui, Francisco Pereira Dutra, havia cometido um crime (homicídio) naquela vila, que provocou a indignação local.

Segundo Carlos Fatorelli, "O juiz de fora era um magistrado nomeado pelo rei de Portugal para atuar em comarcas onde era necessária a intervenção de um juiz isento e imparcial. Em muitíssimas ocasiões os juízes de fora assumiam também papel político, sendo indicados para presidir câmaras municipais como uma forma de controle do poder central."

Ao que tudo indica, a estrutura jurídica do Período Colonial (1500-1822) foi mantida no início do Primeiro Império (1822-1831).


Clique na imagem para ampliá-la.





FONTES:

Hemeroteca virtual da Biblioteca Nacional.

Blog do Historiador Carlos Fatorelli. Disponível em: http://carlosfatorelli27013.blogspot.com.br/2010/04/o-juiz-ordinario-e-o-juiz-de-fora.html, acessado em 28/ago./2015.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Fábrica de Manteiga em Pitangui - 1949

Em nove de abril de 1949, o jornal "Gazeta de Paraopeba"trazia propaganda de página inteira, da Fábrica de Manteiga, pertencente à "Gonzaga, Lopes & Cia Ltda.", com escritório central em Pitangui e filiais em várias cidades mineiras.

Clique na imagem para ampliá-la.



FONTE: Hemeroteca virtual da Biblioteca Nacional.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Colégio Eleitoral da Vila de Pitangui em 1830

O jornal "O Universal", de Ouro Preto, na edição do dia 1 de outubro de 1830 trazia a lista dos eleitores que compuseram o "Collegio Eleitoral", que se reuniu na Vila de Pitangui em 12 de setembro daquele ano. Abaixo, reproduzimos a lista com os nomes dos membros do referido "Collegio Eleitoral". 

Fonte: Hemeroteca Virtual da Biblioteca Nacional

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Pitangui é a terra do quê?

Quem passeia por Minas Gerais se depara com várias cidades que agregaram à sua imagem um aspecto de sua gastronomia. Itabirito é a terra do pastel de angu, iguaria que foi declarada patrimônio cultural da cidade, Lagoa Dourada é a terra do rocambole, Salinas é a terra da cachaça, Montes Claros é a terra da carne de sol, nossa vizinha Pompéu elegeu o doce de leite como sua grande representação cultural com direito a registro junto ao IEPHA, e Pitangui, é a terra do quê?

Quando ainda vivo, o então presidente do conselho do patrimônio histórico Ronan Ivaldo defendia a canja de galinha gorda (canja da mulher parida) como nossa legítima representante gastronômica, particularmente eu sempre acreditei mais no biscoito de queijo, não somente pela tradição familiar como pelo fato de trazer no nome a representação máxima da culinária mineira: o queijo. Além do mais, até onde sei, trata-se de um ítem “órfão”, cuja “paternidade” ainda não foi reclamada.

Foto: Vandeir Santos

O jornal Estado de Minas em seu quadro Sabores de Minas já divulgou a iguaria como nossa representante com direito a uma variante da receita (http://sites2.uai.com.br/guiagastronomia/pitangui_biscoito.htm), por outro lado, eu também sempre procurei promover essa quitanda, uma das matérias mais acessadas desse blog é a receita de biscoito de queijo de minha mãe (http://daquidepitangui.blogspot.com.br/2011/11/receita-de-biscoito-de-queijo.html) e durante o levantamento de matérias para o programa Terra de Minas sugeri à jornalista Aline Fonseca que apresentasse o biscoito no quadro de receitas do programa conforme realmente ocorreu com a participação do meu primo Rogério. O fato de haver divergência de receitas demonstra uma diversidade que poderia ser muito bem aproveitada, ampliando a gama de opções do produto, criando uma série de variedades atendendo aos mais variados gostos.



Caberia a secretaria de cultura de Pitangui investir na ideia solicitando o registro como patrimônio imaterial, o comércio entraria com a oferta, variedades e com a publicidade. Como pontapé inicial do projeto, ainda dentro das comemorações dos 300 anos, poderia ser realizado um “Festival do biscoito de queijo” com um campeonato onde seria eleito o melhor biscoito da cidade.

Se nos atentarmos para o fato desse biscoito existir na região fronteira com o Paraguai com o nome de "chipa", é provável que a receita tenha sido trazida para Pitangui por um dos 52 voluntários da pátria que combateram naquelas terras. Ou teria a receita sido levada para lá? Teria de ser pesquisado. É mais um detalhe que colabora para a importância dessa receita para a história de Pitangui.

A sugestão está dada, a tradição está do nosso lado, falta, portanto, iniciativa tanto por parte da prefeitura quanto por parte do comércio.


Vandeir Santos


sábado, 22 de agosto de 2015

Obrigado Frei Manoel

Manoel Ricardo da Rocha Fiuza
Foto: Leonardo Morato.
Com pesar comunicamos o falecimento do Sr. Manoel Fiuza, Frei Manoel, ocorrido hoje em Pitangui. Durante estes últimos anos tivemos o prazer de conviver com este exemplar cidadão pitanguiense, podendo acompanhar um pouco de sua militância cultural.
Em uma reunião pré 300 anos. Foto: acervo do Vandeir Santos. 
O Frei Manoel foi Presidente da SAP - Sociedade dos Amigos de Pitangui e do Conselho do Patrimônio Histórico de Pitangui e com um olhar otimista, participou ativamente de algumas iniciativas importantes que antecederam as comemorações dos trezentos anos Pitangui.
video
Vídeo gravado "acidentalmente" no carnaval de 2012, mostrando um pouco do bom humor do Sr. Manoel.

Letrado, Fiuza escrevia sobre a sua visão de mundo e provocava reflexões como nos contos que abordava sobre o Menino e o Velho Pitangui. Fica aqui o nosso agradecimento, vá em paz Frei Manoel!
Visitação às obras do prédio do Museu em junho do 2012.
Foto: Prefeitura Municipal.