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segunda-feira, 29 de junho de 2015

Pitangui 300 Anos

Tela/pintura de Renato Faria.

Casarões e marcos históricos da tricentenária Sétima Vila do Ouro das Gerais.

domingo, 28 de junho de 2015

O Baralho Histórico dos 300 Anos de Pitangui

Dias antes da data de comemoração dos 300 anos de Pitangui recebi um presente muito bacana através do Lucas Lobato, filho da Izabel, irmã do Juninho da lanchonete.


Trata-se de um Baralho comemorativo dos 300 anos de Pitangui, uma criação de Clélia Megale, esposa do Reinaldo. As cartas trazem fotos de pontos históricos da cidade.
Parabéns a Clélia pelo empreendedorismo,


O Baralho está a venda na Loja da Irecema, na Avenida Gustavo Capanema.
Eis um presente bacana para marcar os 300 anos de nossa cidade.




sábado, 27 de junho de 2015

Palestra sobre os 300 anos na UFMG

   Na tarde da quinta-feira, dia 18/06, às 16:00, teve lugar na sede da OAP - Organização dos Aposentados e Pensionistas da UFMG - localizada no segundo andar da Praça de Serviços da UFMG uma palestra sobre os 300 anos de Pitangui através da abordagem do livro “O Pays do Pitangui” pelo seu autor Raimundo da Silva Rabello. Já o promotor cultural e presidente eleito do Instituto Histórico de Pitangui, José Raimundo Machado, discorreu sobre a vida das matriarcas Joaquina do Pompéu e Maria Tangará.

Raimundo Rabello e José Raimundo Machado - Foto: Vandeir Santos

José Raimundo Machado - Foto: Vandeir Santos

Raimundo Rabello - Foto: Vandeir Santos

Foto: Vandeir Santos


  O evento contou com a presença de pitanguienses, de membros da OAP, SAP e do IHP que deixaram o espaço pequeno para a apresentação dos palestrantes. Após o evento ocorreu uma sessão de autógrafos e um coquetel.

Vandeir Santos


sexta-feira, 26 de junho de 2015

Terra de Minas sobre os 300 anos de Pitangui

A Rede Globo Minas exibiu no sábado, dia 06/06, o programa Terra de Minas abordando os 300 anos de Pitangui.  A produção ficou por conta da repórter Aline Fonseca, a qual abordou muito bem os diversos aspectos históricos, culturais e culinários de Pitangui.

Segue abaixo os links para visualização do programa, disponibilizados pela repórter.




Vandeir Santos


quinta-feira, 25 de junho de 2015

O nascer dos 300 anos

   O dia 9 de junho amanheceu muito frio e antes mesmo que o sol nascesse e amenizasse o clima quase glacial eu e o fotógrafo pitanguiense Nicodemos Rosa já estávamos no alto da Cruz do Monte com as máquinas prontas para registrar o momento em que o astro-rei iluminasse o tricentenário da Sétima Vila.
   Ao nascer para as terras pitanguienses o sol não ilumina a cidade de imediato, apenas após atingir determinada altura é que seus raios vencem a barreira da serra da Cruz do Monte e atingem a área urbana, primeiramente o Chapadão e posteriormente a área central.
  Para ver este espetáculo da natureza foi necessário que subíssemos a serra e nos posicionássemos na parte de trás da elevação e logo após o surgimento de um lindo barrado vermelho os primeiros raios saudaram a Velha Serrana. E foi com os corações cheios de esperanças de que aqueles raios iluminassem um futuro melhor para a história de Pitangui é que nos despedimos da serra da Cruz do Monte.

A natureza prepara o espetáculo - Foto: Nicodemos Rosa

O nascer do "sol dos 300" por Nicodemos Rosa

Foto: Vandeir Santos

Foto: Vandeir Santos

O amanhecer da aniversariante - Foto: Vandeir Santos

Vandeir Santos


quarta-feira, 24 de junho de 2015

A Virada dos 300 anos de Pitangui

A bela capela.

Nos 300 anos vários festejos, cerimônias e comemorações oficiais e espontâneas compuseram esta importante data.  Um clima de amizade deu o tom da festa e esteve presente nos (re) encontros entre os visitantes, os pitanguienses daqui e os conterrâneos residentes em várias partes do mundo.


Música na Praça.

Numa pausa ao cotidiano, um clima diferente pairava sobre a cidade e enquanto celebrava-se os trezentos anos, construía-se mais uma página da nossa história.

Bom gosto, na festa do povo.

A noite da virada (8 / 9 de junho) foi a festa do povo, da mistura saudável. A praça, o largo e os arredores da Igreja de São Francisco de Assis estavam lotados e as pessoas sentiam-se literalmente em casa. Foi uma noite muito agradável dessas que não acontecem todo dia. Foi bom ver os artistas da terra, poetas, músicos e bandas tendo espaço e a sua importância reconhecida em nosso cenário cultural. 

Rachid's.

Os Nunes Xavier.

Parabenizamos aos organizadores e à Prefeitura Municipal pela realização desta festa na rua, que agradou na forma (proporcionando um clima intimista e democrático) e no conteúdo (já que boa parte das atrações musicais contemplou as nossas raízes).

Os Caldas.

A cultura é abrangente, diversa, singular e plural e será muito bom ver com mais frequência festas como esta, com as coisas da gente! O nosso diferencial é este! Ao final do evento, a noite não acabou, ainda teve a Serenata dos 300 anos, como aquelas de antigamente, que podem e devem ser repetidas nos dias de hoje. 

Ouvidos atentos para a boa música.

Vozes e violões na madrugada.
Fotos: Léo Morato.


Confira abaixo dois vídeos mostrando algumas atividades captadas naquela noite especial e na madrugada do dia 9 de junho de 2015. Parabéns Pitangui!





terça-feira, 23 de junho de 2015

Certidão de residência de Padre Belchior em Pitangui

Na postagens de hoje apresentamos dois documentos históricos que comprovam a permanência de Padre Belchior Pinheiro de Oliveira em Pitangui entre os anos de 1816 e 1821. Clique sobre as imagens para ampliá-las.

O primeiro documento é uma certidão de residência do vigário Belchior Pinheiro de Oliveira na vila de Pitangui, entre julho e setembro de 1816, passada pelo capelão Francisco de Assis Ferreira.


O segundo documento também é uma certidão de comprovação que o vigário Belchior Pinheiro de Oliveira cumpriu residência na freguesia de Pitangui nos meses de julho, agosto e setembro de 1821, assinada pelo coadjuntor Antônio Estevão da Silva.



FONTE:
Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Especial 300 anos - TV Integração

  Como parte das comemorações dos 300 anos de Pitangui a TV Integração de Divinópolis fez um documentário especial sobre o tricentenário que foi exibido de 08 a 12 de junho no MGTV 1ª Edição.
  A responsabilidade pela elaboração deste documentário, assim como o Terra de Minas, ficou por conta da repórter Aline Fonseca que soube muito bem captar o espírito pitanguiense nesta data tão especial. 
 Abaixo os links das cinco etapas do documentário disponibilizados pela repórter. É uma oportunidade para que os pitanguienses que estão fora da cidade, e que não tiveram como assistir o programa, possam conferir a homenagem.




Vandeir Santos

sábado, 20 de junho de 2015

A maltratada história pitanguiense

   Nestes 300 anos muito se falou na rica história de Pitangui, de suas revoltas, de seus filhos ilustres e também muita incoerência foi dita em virtude do desconhecimento e do pouco valor que se dá a sua história. O mais grave, na minha opinião, foi uma repórter da Globo Minas narrando a abertura do programa Terra de Minas falando que a elevação à Vila se deu no ano de 1975! Errou a data em 260 anos! Se fosse a história de Ouro Preto será que teria errado? Acredito que não, mas ela se referia a uma cidade perdida no centro-oeste mineiro, longe do elitizado circuito turístico da Estrada Real, cuja importância de seu passado revoltoso nunca foi devidamente reconhecida. Não é a primeira vez que a Globo Minas prejudica Pitangui, no especial sobre os 300 anos do ciclo do ouro exibido na RMBH não citou Pitangui em nenhum momento, nem mesmo quando se referiu as revoltas do período. Mas não vamos resumir as nossas críticas a emissora, afinal a parte que coube a sua afiliada, TV Integração, foi muito bem feita.

   Vamos enumerar aqui alguns erros “nativos”, oriundos de quem teria a obrigação de saber a história de suas próprias raízes:

    1º - Padre Belchior nunca foi pitanguiense, era diamantinense de nascimento.
   2º - A igreja de São Francisco não existia em 1850, sua construção se iniciou em data posterior e só foi concluída em 1873.
   3º - A revolta da cachaça não foi em 1712, foi no segundo semestre de 1719 quando João Lobo de Macedo resolve tributar o produto para a construção da casa de câmara e cadeia, casa do governador e a igreja.
    4º - De acordo com carta enviada ao rei, o motim de 1720 teve lugar a duas léguas da vila o que coincide com as lavras de propriedade dos amotinados, inclusive Domingos do Prado. Outro fator que corrobora esta afirmação é a geografia do lugar que favorece a defesa da posição. Alexandre Afonso não era amotinado, tendo registrado suas lavras por volta de 1750, portanto não houve batalha "em terras de Alexandre Afonso", trata-se de uma agripada.
   5º - Pitangui na língua tupi significa rio das crianças, não pode ser rio vermelho porquê quando se trata de dois substantivos o I (ou Y) vai para o fim da palavra e a grafia de vermelho mudaria para piranga. Pinta-aqui não vou nem discutir.
   6º - É Velho DA Taipa, pois é o velho da casa de taipa. Ainda com relação a casa que teria sido do bandeirante, a casa dita como sendo a primeira de Pitangui, deve ser encarada como referência histórica, é óbvio que aquela casa não é a primeira. Nem a capela da Penha é original, foi destruída e reconstruída mais atrás e mais no centro da praça.
   7º - Não é possível afirmar com certeza qual foi a primeira expedição que chegou a Pitangui e muito menos qual o foi o ano exato. Não existe fonte documental confiável a respeito.

    A própria prefeitura de Pitangui escorregou quando teve a feliz ideia de colocar placas convidativas ao longo da BR 352 a partir da subida do Alexandre Afonso. Mesmo não sendo ela quem confeccionou as placas, certamente orientou, e mal, quem fez o serviço, afinal o chafariz não existia em 1715 e nem a São Francisco existia em 1850. Felizmente uma alma bondosa corrigiu a placa do chafariz, trocando o 1715 pelo correto 1835 que consta no monumento. O que um turista pensaria ao chegar no chafariz e se deparar com outra data? Que a própria cidade não conhece a sua história?

Foto: Vandeir Santos

Foto: Vandeir Santos

Vandeir Santos