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quinta-feira, 2 de abril de 2015

Um Banho na História de Pitangui



Este é o sub título do documentário que acaba de ser editado sobre a Lavagem do Bandeirante, contribuindo com a produção cultural de Pitangui, no ano do tricentenário. O evento foi iniciado em 2010 e é realizado todo ano sempre no domingo de Carnaval, com propósito de movimentar esta festa popular na cidade e de ressaltar a história da 7ª Vila do Ouro das Gerais.

O documentário apresenta depoimentos sobre a origem e o propósito do evento, com a participação de pessoas que contribuem diretamente com esta iniciativa do Blog Daqui de Pitangui. Mais uma vez fica aqui o nosso agradecimentos a todos os foliões e apoiadores culturais da Lavagem do Bandeirante.

terça-feira, 31 de março de 2015

domingo, 29 de março de 2015

Hoje é dia



 Sabor e praticidade no seu domingo.

Pra você que está procurando um tempero diferente neste domingo, a dica é o Bar do Nino.  Com um cardápio simples, saboroso e diversificado o Tô No Trampo é sempre uma boa pedida pra quem deseja fugir da cozinha e apreciar uma boa comida pitanguiense, com direto a um bom papo, cerva gelada e música boa. Vai lá e confira.

A gastronomia no bar do Nino Pitanguy.
Fotos: Léo Morato.

sábado, 28 de março de 2015

Ricardo Nazar & Banda


Neste sábado dia 28/03 o conterrâneo Ricardo Nazar & Banda faz show às 23:00 hs no Vinnil Cultura Bar em Belo Horizonte (inconfidentes com Alagoas) . Contato para reservas 3567-4760.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Exposição PITANGUY: TRÊS SÉCULOS DE HISTÓRIA


     Por iniciativa do Secretário de Cultura do Estado, Dr. Ângelo Oswaldo, a Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa e o Arquivo Público Mineiro farão uma exposição de documentos históricos e obras literárias que retratam os 300 anos de vida da Sétima Vila do Ouro das Minas Gerais.



     Os interessados poderão visitar a exposição de 11 de abril a 08 de maio na Sala de Exposições Temporárias do Museu Mineiro. É uma excelente oportunidade para que todos os pitanguienses residentes na capital e adjacências tenham contato com a história e com a cultura de sua cidade natal.
     Diversos autores da cidade doaram exemplares de suas obras para o acervo da Biblioteca Pública Estadual como forma de divulgação da cultura pitanguiense e para o enriquecimento da exposição.
     O Museu Mineiro está localizado na Avenida João Pinheiro, 342, no centro de Belo Horizonte. Informações (31) 3269-1168.

Vandeir Santos


sexta-feira, 20 de março de 2015

Sim, a Arte é necessária!

A subjetividade da arte.
Foto: Léo Morato.

De tudo o que observamos, pensamos, refletimos [e publicamos] até aqui, podemos concluir que a arte e as manifestações artísticas têm várias funções na sociedade e na cultura: interpretar o mundo; provocar emoção e reflexão; educar e orientar; expressar o pensamento e a forma de ver o mundo; explicar e refletir a história humana; questionar a realidade; representar crenças e homenagear Deuses, ideias, pessoas e muitas outras coisas. E nós, como apreciadores ativos, expectadores atuantes, procuramos viver uma experiência estética (observando ou fazendo arte), que poderá gerar questionamentos e sensações como:

- O quê isso representa? O quê me diz?
- Como nunca pensei nisso?
- Que agradável apreciar uma obra tão bem feita!
- Como o artista soube usar tão bem o material!
- Que efeito interessante, que ideia bem materializada!
- E se as coisas fossem assim? O que posso fazer para que as coisas sejam assim?

A experiência estética que a arte proporciona é uma forma de felicidade muito especial porque é transformadora. Ela nos modifica pela emoção que proporciona. Para interagir e apreciar a arte usamos as experiências anteriores, a percepção, as habilidades comunicativas, a sensibilidade, a imaginação e a criatividade. Assim, quanto mais temos contato com as manifestações de arte, mas desenvolvemos as habilidades pessoais para enxergamos um mundo diferente. É preciso transformar pela arte, pela cultura para transformar a realidade!



Adaptado do texto: A arte é necessária – Coluna do Belo.



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E por falar em arte, hoje a noite tem música boa na cidade!
Warley Reis e Ricardo Caldas na Cervejaria Sétima Vila.


quarta-feira, 18 de março de 2015

segunda-feira, 16 de março de 2015

Memórias do Brumado

Panorâmica do Brumado.

Na postagem de hoje, em mais uma crônica, Paulo Miranda, nosso conterrâneo brumado-pitanguiense, nos convida a voltar ao tempo, contando uma história boa de se ouvir e de se ler. E nesta sua memória estão grandes personagens do nosso passado, vivos no inconsciente coletivo: a Jardineira, a Maria Fumaça, a Fábrica de Tecido, as Antigas Celebrações, os Quintais de nossa Infância. Tá servido?

Fotos: acervo de Maria das Graças Lopes Rocha Milhomem
Interior da Fábrica de Tecidos

Just imagine...

O povoado de São Gonçalo do Brumado dos anos cinquenta não tinha uma
rua calçada sequer. Mas tinha a linha férrea, a jardineira e a fábrica
de tecidos. O gerente da "fapa", sô Afonso, era como um prefeito e,
pra muita gente, quase perfeito. Atlético, jovial e paternal,
casara-se com uma filha do dono da Companhia, uma bela Helena, e
viver, valia a pena.

O casario todo, os empregos, o operariado em seu dia a dia, tudo
pertencia à Companhia que panos pra manga produzia. O salário mínimo
equalizava todos e, quando por vezes se atrasava por uns dias ninguém
conspirava ou se rebelava.

Uma igrejinha de São Gonçalo, a estação ferroviária, o campo de
futebol e a escola satisfaziam os interesses do logradouro. O
comércio, na sua espartana modéstia complementava esse quadro com uma
venda, um bar e um açougue. Ou dois? Vou ao google depois...

As casas eram, em sua larga maioria, padronizadas na singeleza de
sala, dois quartos e cozinha, que cada família ocupante podia
expandir, se economia tinha. Puxar crescente, era a expressão mais
corrente. Umas oito ruas ou ruelas e uma praça compunham a planta
urbanizada do lugarejo.

As composições férreas, de passageiros à época, passavam diariamente,
uma subindo um dia, na direção de BH, e a outra, descendo no próximo,
rumo a Bom Despacho. Apitavam, esfumaçavam e cheiravam aquela energia
que revigorava corações e mentes. Na parada do trem, juntava-se uma
chusma de observadores, espiando os passageiros em suas janelas, a
quem era ofertada certa gama de comestíveis, dos canudos e cartuchos,
aos confeitos insuspeitos.

A arborização não era o forte daquela industriosa gente. E era uma
benfazeja visão uns ciprestes em estágio arbustivo que ornavam a porta
da casa de vovó e sua filharada solteira. Já os quintais, compensavam
razoavelmente essa insuficiência frontal: mangueiras, abacateiros,
hortas e algum jardim alegravam o ambiente. Meus pais pontificavam
nesse quesito, com a adição de amoreiras, parreira, limoeiro,
laranjeiras, cidreira e até macieira e marmeleiro, sem contar o
jardim, com suas roseiras e seu suave e sobranceiro jasmineiro.

E o cinema? Improvisava-se um, a partir de um alpendre, projetando-se
na parede de um casarão - tipo pensão, que era por todos conhecido
como o convento - no lado oposto da rua. E as cadeiras, de casa se as
trazia, com o consolo da falta de bilheteria. Foi lá que vi,
incrédulo, aquelas cenas comoventes do sacrifício de Santa Maria
Goretti, em defesa da castidade. E as estrelas pareciam parar no céu
para acompanhar com a gente o desenrolar daquele drama.

As procissões da semana santa envolviam praticamente toda a
comunidade, que tanto no gozo quanto na paixão, reuniam-se em mutirão
para decorar as ruas por onde o Cristo ia transitar, dos Ramos
até o seu ressuscitar.

A preparação para o Natal era aquela antecipação de felicidade geral.
Subia-se às janelas para se espiar os presépios, saía-se à rua para a
exibição dos presentes, numa cena de alacridade e bem-aventurança que,
quiçá, vista por John Lennon, permitir-lhe-ia adicionar uma estrofe ao
seu Imagine.

domingo, 15 de março de 2015

Rio Pará


Essa era a imagem que víamos do Rio Pará, na ponte antes do trevo de entrada para Conceição do Pará, há um mês atrás. 


Ufa ... essa é a imagem atual !!! 


Fotografrias gentilmente cedidas pelo nosso colaborador, José Alexandre Lobato de Carvalho

sábado, 14 de março de 2015

Clareia, manhã.

Nevoeiro na estrada Martinho Campos - Pitangui.
Fotos: Léo Morato.

 Serra da Cruz do Monte.

 A serra, a Matriz e torre da Fábrica.

Igrejas, ladeiras e casarões.