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quinta-feira, 22 de junho de 2017

terça-feira, 20 de junho de 2017

Clareia daí Lução!


No domingo dia 18 de junho Pitangui perdeu o LUÇÃO, um cara ímpar. Pessoa do bem, amigo e querido pelos amigos o Lução vai deixar saudade. Segue a nossa homenagem, um vídeo editado com filmagens de alguns momentos do Lução sendo Lução. Descanse em paz Lúcio Rodrigues #mimfortalece e nos #clareia aí de cima!


As aventuras do Lução. Créditos ao final do vídeo.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

A tradição de Corpus Christi em Pitangui

  Foto: Paróquia Nossa Senhora do Pilar.

O que é Patrimônio Cultural Imaterial?

[São] "as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas - junto com instrumentos, objetos artefatos e lugares que lhe são associados - que as comunidades, os grupos e, em alguns casos os indivíduos reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural. Este patrimônio cultural que se transmite de geração em geração é constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função de seu ambiente, de sua interação com a natureza e de sua história, gerando  um sentimento de identidade e continuidade, contribuindo assim para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana" (CURY, 2004, pág. 373)*.

(*) CURY, Isabelle (Org). Cartas Patrimoniais. 3ª  Edição, Rio de Janeiro: Iphan, 2004.

Foto: Paróquia NSP.


Foto: Paulo Henrique Lobato.

Os tradicionais cultos religiosos celebrados em Pitangui representam bem o conceito de Patrimônio Cultural Imaterial, por serem expressões históricas de fé, arte, saber e identidade pitanguiense. Confira as imagens registradas na quinta 15/6/17 e a crônica (sob encomenda) de Paulo Miranda.

Foto: Paróquia NSP.




Foto: Paulo Henrique Lobato.


Corpus Christi


Entre aquela inocente e, no entanto, pressagiosa alacridade dos festejos de Ramos e a solene atmosfera que se abate sobre todos, e sobretudo, no Enterro, a Páscoa e Corpus Christi situam-se em nosso imaginideário cristão. Ou não.


Estabelecida pelo Papa Urbano IV, em 1264, a procissão de Corpus buscou reviver, em seu esplendor a honra e glória, a louvação ao Filho Unigênito que cumprira sua promessa do resgate. Entre nós, sua incepção, em Ouro Preto, e que logo se irradiaria por toda a Colônia, perpassando o Império e se estendendo pela República, deu-se em 1791. Solenidade à qual o Alferes Joaquim José da Silva Xavier, que seria martirizado em 1792 em nome da Liberdade, não teria assistido, metido a ferros e condenado que estava no Rio de Janeiro.


E, na louvação ao Salvador, Corpus apresenta-se como a data mais propícia, com os enfeites das ruas por onde passa a procissão, já não trilhada pelos pés de Jesus já que Ele, ressurreto, levita. Mas de longe, não evita a presença na comunhão dos fiéis que lhe estendem os mais ornados tapetes numa orgia de alegria, que extasia.

(Paulo Miranda).





Foto: Paulo Henrique Lobato.

Foto: Paulo Henrique Lobato.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Paisagens de quintal...


As fotos são do presente, retratam a cidade, vista do Lavrado. Mas, na crônica abaixo que complementa esta postagem, o letrado Paulo Miranda compartilha mais uma memória de sua infância. 

Pitangui, outono de 2017.
Fotos:  Léo Morato



Quintalícia 

Como achar um quintal tão grande como aquele? Impossível. E no entanto, quando lá voltei achei-o encolhido, diminuído e sem sentido. Percorri-o passo a passo, abraço a abraço nos troncos enegrecidos do que lá deixara mas o tempo dali se exalara.

E a vizinhança, que não se mudara, me reconheceu pela cara. Ora era a cara de papai, e no minuto seguinte a de mamãe. Mas o quintal, esse não me reconheceu, nem o reconheci eu. E olhe que coisa de 15 anos passados havíamos sido amigos, companheiros, e cúmplices até.

Pra quê paraíso, se há um quintal para isso? Frutas de tantas tinha, que fazia do pomar ao lado, mera fichinha. Sidra ou cidra, você decidra, mas até dessa frutinha, ou frutona, látinha, grandona, disforme. Se o marmeleiro e a macieira não chegaram a frutificar não foi por falta de vigiar, orar e obrar. Questão de esperar? Em compensação, o limoeiro, limão dava o ano inteiro. Feito o mamoeiro. Mas de melhor cheiro.

Laranjas, mangas, abacates, goiabas, cana, da caiana, tanto tipo de banana, além da parreira e da amoreira. Ah, as uvas. Que aflição enorme era esperá-las amadurecer para melhor seu suco sorver. O que quase a gente não deixava acontecer.

A jabuticabeira e o coqueiro compartilhavam conosco a sua infância e se diluía assim entre nós a ânsia de frutificância. E não eram só árvores frutíferas: havia as ornamentais e mesmo a horta. O sabugueiro, o jasmineiro, as roseiras de mamãe, e os cachinhos de ouro, um estouro.

E mais que a rua, era o quintal o nosso refúgio de horas a fio, pelos seus sendeiros, entre o milharal, o mandiocal, a horta, e coisa e tal.

Mas o deixamos, cheio de seus ramos, para trás. E zás, ele de repente, se desfaz.


Paulo Miranda

terça-feira, 13 de junho de 2017

IEPHA e o projeto "O fazer e tocar viola em Minas"

O IEPHA, Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais desenvolve "estudos com o objetivo de reconhecer o fazer e o tocar como patrimônio cultural de Minas Gerais. Neste sentido, a instituição está cadastrando fabricantes e tocadores de viola do estado de Minas Gerais. Pitangui, terra de inúmeras famílias ligadas à música tem seu fabricantes e tocadores de viola, que podem se cadastrar no projeto. 


Se você tem interesse em se cadastrar clique na imagem abaixo 
e acesso o site do projeto
Imagem disponível em: https://form.jotformz.com/71365772626665 , acessado em 13/jun./2017

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Dica cultural: exposição do artista plástico Célio de Faria

Foto: Márcio Teixeira
O artista plástico, Célio de Faria apresenta até o dia 30 de junho, no Centro de Arte Popular/CEMIG, suas pinturas, que abordam temas variados.
O Centro de Arte Popular fica na rua Gonçalves Dias, n 1608, Belo Horizonte e a exposição pode ser visitada às segundas, quartas e sexta-feiras de 10:00-19:00 horas; quintas-feiras, de 12:00-21:00 horas;sábados e domingos de 12:00-19:00 horas.
A imagem que ilustra nossa postagem foi feita pelo amigo/escritor Márcio Teixeira, nascido em Martinho Campos e residente em Belo Horizonte. Márcio também nutre muito carinho por Pitangui e registro em fotografia um dos quadros de Célio de Faria, onde pode-se ler no ônibus presente na pintura o nome de Pitangui.
Parece que Célio de Faria tem alguma ligação com a "Velha Serrana". Vamos tentar descobrir as origens dessa ligação, que o fez registrar o nome da cidade em uma de suas obras.

domingo, 11 de junho de 2017

A Festa de Santo Antônio, na Capela da Penha

Foto: Licínio Filho

Ontem teve início a tradicional Festa de Santo Antônio, na Capela da Penha, com o início do tríduo em missa conduzida por Monsenhor Francisco, que está se despedindo de Pitangui, para assumir o cargo de Bispo Auxiliar em Curitiba.

Foto: Licínio Filho
Como sempre, a presença popular foi significativa demonstrando a fé e religiosidade da comunidade católica pitanguiense.

Foto: Licínio Filho
Após a missa, Monsenhor Francisco recebeu e deu sua benção à bandeira de Santo Antônio, que foi erguida no mastro, no tradicional ritual do "Bambeia".

Foto: Licínio Filho


Foto: Licínio Filho
Em seguida, Monsenhor Francisco, caminhou, indo ao encontro dos fiéis ali presente, sempre cordial e solícito.

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Na tradicional "Barraquinha da Penha", Monsenhor Francisco pronunciou-se sobre os festejos de Santo Antônio e sobre sua partida para Curitiba e recebeu os aplausos de todos presentes.

Foto: Licínio Filho

Os festejos continuam até o dia 13 de junho.
Parabenizamos aos festeiros e a todos, que, de alguma forma colaborarão para o êxito  da festa, que está muito bem organizada.
Estaremos lá todos os dias, exercitando a nossa fé e, também, aproveitando as delícias gastronômicas da barraquinha, que também oferece excelente atração musical.

sábado, 10 de junho de 2017

Desfile em comemoração aos 302 anos Pitangui


O desfile comemorativos aos 302 anos de elevação de Pitangui à Vila foi marcado por mais um brilhante desfile com a participação das escolas da rede pública e privada do município, GAVE, SAMU, IHP e a Lira Viriato Bahia. Apresentamos nesta postagem alguns registros fotográficos que fizemos do evento cívico.

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: LicínioFilho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho


Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho


Foto: Licínio Filho



Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho


Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho


Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho


Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho


Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho