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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Por onde andas ?

Inauguramos uma nova seção, da qual mostraremos pitanguienses ou pessoas que moraram na cidade e há muito tempo não são vistas por aqui. Para inaugurar o espaço, nada mais nada menos que ele ... 

o mito ... a lenda ... o espetacular ... o "impegável"... o maluco duma roda só: 

XIMÊTA !!!!


O Ximêta morou em Pitangui na década de 1980, onde trabalhou em oficinas de motocicletas. Ficou muito conhecido na cidade pela sua alegria irreverente e pela habilidade em pilotar a sua moto, ladeira acima ... ladeira abaixo, somente na roda traseira do moto.






Numa rápida conversa com o Ximêta, ele me disse que atualmente divide seu tempo entre Belo Horizonte e Fortaleza, onde seu filho mora e têm uma oficina de motos. E mandou um recado : - "Avisa ao povo lá, que qualquer dia desses aparecerei praquelas bandas de lá ..." 


Provavelmente ele chegará numa roda só !!!


segunda-feira, 21 de julho de 2014

Viaduto do Chapadão

     Nas minhas buscas pelos registros históricos de Pitangui fui a casa do ex-prefeito Paulo Vasconcelos Carvalho. Com uma memória muito prodigiosa o antigo representante do executivo pitanguiense me contou detalhes da época de sua administração.

     Possuidor de um grande acervo fotográfico, o mesmo me permitiu copiar algumas fotos dentre as quais as que registram a construção do viaduto do Chapadão entre julho e novembro de 1982 e que foi inaugurado no dia 30 de janeiro de 1983 com a presença do governador Francelino Pereira. O bairro situado na região oeste de Pitangui progredia de forma acelerada e se tornava claro a necessidade de um acesso seguro que não fizesse intercessão direta com a rodovia. A geografia no local que separa os dois lados da cidade favoreceu muito a obra, pois a rodovia naquele ponto passa por um corte não exigindo grandes aterros para acesso às cabeceiras do viaduto.

Vista da área em julho de 1978 - Fonte: Arquivo de Pitangui

Vista a partir da rua Ataíde Valadares - Fonte: Paulo Vasconcelos Carvalho

Vista a partir da rua João Lopes Cançado - Fonte: Paulo Vasconcelos Carvalho

Fonte: Paulo Vasconcelos Carvalho

Fonte: Paulo Vasconcelos Carvalho

Fonte: Paulo Vasconcelos Carvalho

Fonte: Paulo Vasconcelos Carvalho

Fonte: Paulo Vasconcelos Carvalho

Fonte: Paulo Vasconcelos Carvalho

Fonte: Paulo Vasconcelos Carvalho


Vandeir Santos


sábado, 19 de julho de 2014

Roberto Caroli lança mais um livro


Hoje o professor e poeta Roberto Caroli lança seu mais recente livro "Só quero que leiam minha poesia".
O lançamento ocorrerá na Escola Estadual José Valadares, a partir das 19:30 horas. Vamos prestigiar os escritores pitanguienses, compareça para um bate papo com o autor e adquira o livro.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Praça Judith Emília de Freitas


Quem sobe a rua Antero Rocha já deve ter visto à direita a Praça Judith Emília de Freitas com seu cruzeiro.

"[...] vale lembrar que a história dos cruzeiros em largos e praças públicas nos levam aos primórdios do século XVIII, tempo em que nasceram nossas cidades históricas." 

Antonio Emílio da Costa




Ali é um espaço de lazer dos moradores que vivem em seu entorno e região. 



Temos visto a recuperação de várias praças e, até mesmo, a construção de novos espaços de convivência, como a revitlalização de parte do entorno da rodoviária.


Pensamos que a Praça Judith Emília de Freitas também merece ser revitalizada. Os canteiros não estão cobertos por gramas ou plantas ornamentais. A noite, a iluminação é precária. As áreas periféricas da cidade também precisam de espaços de convivência bem cuidados.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Um olhar sobre o Turismo em Pitangui

O mirante na serra da Cruz do Monte. Foto: Léo Morato.
Turismo: Quantidade ou Qualidade?
Opinião*

Nos últimos anos, muito se tem falado no potencial turístico de Pitangui, em razão do seu contexto histórico, principalmente agora com o advento dos 300 anos em 2015. O assunto divide opiniões, talvez pelo fato de estar relacionado aos rumos que a cidade deve ou deveria ter tomado: conservar o passado ou incentivar o progresso? Acredito que estas duas vertentes estão sendo harmonizadas e começam a caminhar juntas, pois, as ações de iniciativas públicas e particulares de preservação e proteção dos patrimônios históricos e de resgate e promoção das manifestações culturais favorecem o turismo, que contribui diretamente para a economia local, gerando opção de trabalho e renda. Ou seja, a história e a  cultura são matérias primas para o turismo e este fomenta a manutenção da nossa identidade.

Pitangui tem vocação natural para o turismo e por ser “a casa da vó” já recebe um bom fluxo de visitantes com vínculos familiares. Para contextualizar o tema, pode se definir o turismo como “a ciência, a arte e a atividade de atrair e transportar visitantes, alojá-los e cortesmente satisfazer as suas necessidades e desejos” (Robert McIntosh). E, no centro desta atividade está o turista que, mediante uma motivação para viajar, utiliza um ou mais meios de transporte; hospeda-se, alimenta-se, realiza compras e busca o entretenimento. Entretanto, é preciso refletir sobre o tipo de turismo que queremos.

O brasileiro de um modo geral é um povo muito festivo e alguns eventos com características semelhantes são realizados de norte a sul do país, inclusive em Pitangui. Mas qual é o nosso diferencial? O que nos destaca culturalmente de outras localidades? Queremos um turismo de massa que faça a cidade “bombar”? Ou um turismo sustentável, seguimentado de acordo com as agradáveis peculiaridades de Pitangui, conciliando o acesso ao lazer com o direito ao descanso, ao sossego e à privacidade? Queremos quantidade ou qualidade? Os eventos de cunho mais cultural realizados com a cara da cidade - a exemplo da proposta do 1º Festival de Inverno de Pitangui que acontece agora entre os dias 17 e 19 de julho - são louváveis e precisam ser multiplicados porque que ajudam a preservar as características de Pitangui como cidade histórica. E o melhor, geram oportunidades para as pessoas, promovendo os talentos locais.

O conceito de cultura e as preferências são subjetivos e todos os gostos devem ser respeitados. Porém, os festivais, os lançamentos de livros e Cds, os seminários, as exibições de vídeo, as oficinas, as exposições de arte e artesanato, etc, a meu ver reúnem um público diferenciado que, com um olhar cultural, formam opinião e colocam Pitangui em evidência, fazendo com que mais pessoas queiram conhecer a 7ª Vila do Ouro das Gerais. Interpreto que a cidade estará cada vez mais no caminho certo, à medida que vivenciarmos mais esta veia poética, histórica, gastronômica e musical da cidade; que aumentarmos a valorização de nossas raízes e o resgate histórico (adaptando-os ao contexto atual); que aprimorarmos a convergência na gestão de nossos atrativos, serviços e informações turísticas, promovendo uma Pitangui Tricentenária cada vez mais Cultural.


(*) Leonardo Morato – Turismólogo.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

O pompeano dedo-duro

     Trago aos leitores do blog mais uma pérola garimpada no Arquivo Judiciário de Pitangui. Trata-se de uma denúncia que fez o proprietário da Barbearia Hygiênica, o pompeano Antônio Avellar de Oliveira, ao coletor de impostos estaduais José de Freitas na década de 20.



     Inconformado por estar em dia com as suas obrigações tributárias e sofrendo uma concorrência desonesta, Antônio escreve ao coletor, com uma caligrafia muito bonita, denunciando Marcílio José do Souto e Francisco Cândido Belmonte, que também eram barbeiros e que só contribuíam com os impostos municipais. 

     

     Antônio cita ainda que outros comerciantes também são inadimplentes com o fisco e que se utilizam da estratégia de fechar as portas quando os fiscais aparecem na cidade. Infelizmente no livro da coletoria não existe nenhum documento ou declaração que relata o resultado desta denúncia.

Vandeir Santos


domingo, 13 de julho de 2014

Comitiva Chel do Vale

Foto: Licínio Filho
No último sábado, 05/07/2014, encontramos com a "Comitiva do Chel do Vale", na saída do Novo Lavrado. Supomos que deveriam estar indo em direção de Leandro Ferreira, para participarem da festa de Padre Libério.
Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho