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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Escola Municipal Dr. José Lima Guimarães

Na postagem apresentamos um pouco da história da "Escola Municipal Dr. Jose Lima Guimarães", localizada na rua Antônio Pinto Amaral, nº 369, Brumado.



A escola foi criada em 1937 com o nome de "Escola Combinada da Fazenda do Estado", local onde hoje funciona o ITAC/EPAMIG. Segundo a professora Neuza da Conceição Machado, a escola foi instalada no município por militares, com o objetivo de oferecer ensino aos seus filhos. Posteriormente, a escola passou a ser denominada "Escolas Reunidas Dr. José Lima Guimarães", em homenagem ao, então, diretor-gerente da Cia. de Tecidos Pitanguiense, sediada naquela localidade. Durante seus primeiros anos de existência, a escola foi coordenada pela professora Iria Gabriela da Silva. Abaixo podemos observa o livro de registro das lições (conteúdos) que eram trabalhadas com os alunos, pela professora Iria.



Ainda, segundo a professora Neuza, "em agosto de 1976, a escola recebeu a denominação de 'Escola Estadual Padre Joaquim Lopes Cançado' [...] Por ter sido criado pelo Dr. José Lima Guimarães [...] a comunidade brumadense lutou junto à Assembleia Legislativa para voltar o antigo nome da escola [...].


Esta escola passaria a denominar-se "Escola Estadual Dr. José Lima Guimarães", por determinação da Lei nº 9.951, sancionada pelo, então, governador Newton Cardoso, publicada no Diário Oficial do Estado de Minas Gerais, em 29 de setembro de 1989. 


Em 1998 a escola foi municipalizada e sendo denominada "Escola Municipal Dr. José Lima Guimarães", conforme a resolução nº 8391, publicada no Diário Oficial do Estado de Minas Gerais, em 23 de janeiro daquele ano.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Uma história musical

Com o conceito de utilizar as novas mídias, sobretudo valorizando as tradições e os patrimônios culturais de Pitangui assim vamos labutando desde 2009, abordando o passado e o contemporâneo. Na postagem de hoje divulgamos uma entrevista com o prof. Reinaldo Pereira, cuja obra musical vem sendo documentada e compartilhada no Canal do Rohr. Em breve desenvolveremos novos trabalhos sobre a música de Pitangui. No evento que acontecerá na próxima quinta-feira em BH, também abordaremos sobre a obra destes compositores pitanguienses, no contexto dos 300 anos. Confira o documentário no vídeo abaixo. 


domingo, 14 de dezembro de 2014

Vista noturna de Pitangui

 Rua Gustavo Capanema, centro baixo, Lavrado e Chapadão.

 Ruas  Pe. Belchior e Gustavo Capanema.

 Ruas Martinho Campos, Pe. Belchior, Gustavo Capanema e a Fábrica de Tecidos no alto.


Praça Gov.Benedito Valadares, Ruas Martinho Campos e Pe. Belchior.
Fotos: Leonardo Morato em 30/6/2014 na Cruz do Monte.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

As nossas ruas no século XX

 Praça do Colégio - EEMAO. 
Fotos: Autores desconhecidos.

A nossa memória é mesmo uma caixa de recordações onde, ao menor estímulo, as lembranças vêm à tona. Ao ler o texto abaixo me lembrei da infância na rua Alarico Bahia na década de 1980, onde as crianças de pés descalços ou de chinelos de dedo brincavam com seus barcos de papel nas enxurradas pós-chuva e disputavam corridas de velocípede e velotrol levantando poeira na ladeira de terra batida, antes do calçamento de pedras chegar.

A crônica de hoje é do “brumadense” Paulo Miranda, frequentador das serestas e serenatas e jogador do time do João Albino em uma Pitangui de outrora. Formado em Letras e Geografia, hoje Diplomata, cidadão do mundo, escritor no blog Recanto das Letras, sob a alcunha de Brazilio, que conserva suas sólidas raízes pitanguienses. 

Rua Visconde do Rio Branco / Rua da Paciência.

Calceteiros e capinadores de rua

Por Paulo Miranda.
Nos anos sessenta, era comum vê-los aos magotes na sua faina cotidiana, das segundas às sextas. Jamais juntos numa mesma rua, pois suas tarefas não se sincronizavam: o calçamento precisava estar pronto e bem assentado para o capim começar a fixar as raízes entre as suas gretas.


E cada rua tinha a ordem sua: calçamento, no seu mais solene momento, e a capinação, periódica, sempre que houvesse a ocasião.


Os calceteiros eram homens, com uns poucos rapazes aprendizes, e os capinadores, não mais que meninos. Ganhavam uma merreca e os atrasos eram de regra mas a Prefeitura é que lhes assegurava o sustento e a dignidade daquele vínculo com a sociedade. Mas de cócoras.


As equipes de trabalho tinham o seu mestre, que, além de se vestir com o garbo da função, dava os comandos e verificava sua execução, na intransigente ordem das coisas.


Com a expansão da área calçada, a partir do centro da cidade, os calceteiros viram os seus paralelepípedos de granito de fácil e decorativa colocação, transformarem- se em poliedros, de assimétrica conformação. Mas para a periferia, era do Prefeito, perfeita, a solução. Calçamento bonito era caro.


Em alguns trechos da cidade, geralmente nas ladeiras centrais mais abruptas, onde já havia um calçamento de pedras arredondadas, pés-de-moleque chamadas, optou-se pela superposição dos paralelepípedos, que muitas vezes elevava as superfícies e deixava passeios e casas rebaixados.


O ritual do calçamento era iniciado pelo nivelamento da rua por meio mecânico, a que se sobrepunha uma camada de areia, seguida do assentamento das pedras, a partir de uma linha central, feito uma coluna dorsal.


Tempos depois, assentadas as pedras e corridas enxurradas sobre elas é que apareciam os capinadores, com seus ferrinhos a esgravatarem as gretas e as libertarem das gramíneas renitentes, nesta terra de Caminha, tão frequentes.


Mas aí, com um Governador espalhasfaltoso, dito garboso, veio o asfalto. E se foram os calceteiros e capinadores, sem pedra e sem grama, pro seu cotidiano drama.



Brazilio

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Escola Municipal "Professor José Morato", em Santana da Prata

Quando participei, como palestrante, do projeto "Dia C - Dia de Cooperar 2014", promovido pelo SICOOB/CREDPIT, tive a oportunidade de conhecer a Escola Municipal "Professor José Morato", em Santana da Prata, município de Conceição do Pará. Aliás, esta escola foi a grande vencedora do projeto.

Foto: Licínio Filho
Na ocasião, o Grupo "Doutores Palhaços também participaram do projeto se apresentando em diversas escolas da região.

Foto: Licínio Filho
Um fato curioso me chamou a atenção enquanto aguardava o horário da palestra. Uma placa no pátio da escola revelava que ali havia funcionado uma "Escola Rural Federal", fundada em 13 de julho de 1952, durante a gestão do prefeito Antero Rocha. Esta escola rural funcionou até quando? Por que deixou de funcionar?
Em 1999, este estabelecimento de ensino foi rebatizado com o nome de "Escola Municipal Professor José Morato". A história da "Escola Rural Federal", de Santana da Prata precisa vir à luz, merece uma pesquisa cuidadosa para entendermos os motivos de sua extinção.


Foto: Licínio Filho

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Pitangui na Capital


PITANGUI NA CAPITAL MINEIRA

O blog Daqui de Pitanguy e a SAP – Sociedade dos Amigos de Pitangui convidam para o evento cultural que consiste na exibição de vídeos documentários sobre a cidade e apresentação de música ao vivo (banda formada por pitanguienses - sob a coordenação do Dênio Caldas).  As atividades serão realizadas a partir das 19:30 hs no Cine Olaria que fica no Campus da UFMG na Pampulha, no próximo dia 18 de dezembro, com entrada franca! Em parceria com a Sarasvatti Produtora Cultural e o Instituto Cultural Palco e Tela o objetivo do evento é contribuir para evidenciar as comemorações dos 300 Anos de Pitangui em 2015, abordando sobre os patrimônios culturais da cidade nos aspectos: musical, natural, étnico social e histórico religioso. Divulgue, participe!

sábado, 6 de dezembro de 2014

Igreja do Pilar

Igreja Matriz do Pilar. Clique nas imagens para ampliá-las.
Fotos: Leonardo Morato.
 
"Coisa que gosto é poder partir sem ter planos, melhor ainda é poder voltar quando quero" para  rever pessoas, lugares, sabores, cheiros, sons, casarões e templos. E a fotografia nos permite isso, viajar no tempo e no espaço. Então pegando carona na harmonia  do Toninho Horta vamos de Igreja do Pilar (bonita de toda parte) porque os sinos devem estar repicando neste exato momento.

 












sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Escola Estadual Gustavo Capanema

Foto Licínio Filho

A postagem de hoje apresenta a Escola Estadual Gustavo Capanema, localizada no bairro Jatobá, Pitangui. Inaugurada em 5 de agosto de 2000, ano do centenário de nascimento de Gustavo Capanema, político mineiro, nascido em Pitangui, que teve grande projeção no cenário político brasileiro, principalmente entre as décadas de 1930 e 1940, quando esteve a frente do Ministério da Saúde e Educação, durante o primeiro governo de Getúlio Vargas (1930-1945).

Foto: Licínio Filho
Este ano estou lecionando nesta escola a disciplina Geografia. Tem sido uma experiência muito interessante, pois, me possibilitou vivenciar a realidade de uma região da cidade que eu não tinha acesso. O ambiente de trabalho é desafiador. A equipe de profissionais é muito boa, tenho aprendido  com todos. 

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Paixão Sem Cura

Paixão Sem Cura é nome da mais nova música lançada no Canal do Rohr (Prof. Reinaldo Pereira) no youtube, interpretada pelo parceiro Dênio Caldas. O vídeo foi gravado em uma reunião do Blog em Pitangui, no mês de outubro passado, e as imagens são das cidades de Lisboa e Sintra em Portugal. Segundo o nosso amigo William Santiago (um dos autores da música) a história desta composição é mais ou menos assim: "Agora vamos fazer uma música ruim!? Daquelas pra cantar em botecos, falando das dores de amores não correspondidos? Vamos! Então saiu a Paixão Sem Cura". Imaginem se fosse para ficar boa? Posteriormente divulgaremos outras versões da música. Confiram o vídeo abaixo.

Canal do Rohr. Paixão Sem Cura na voz de Dênio Caldas. Vídeo: Léo Morato.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Receita de Licor de Pequi

Na postagem de hoje apresentamos uma receita de Licor de Pequi, fruto típico do cerrado e tão apreciado em Pitangui. O nome deste fruto tem origem Tupi e significa "pele espinhenta".
O Pequi é muito utilizado na culinária regional, sua polpa tem o dobro de vitamina C de uma laranja, sendo, também, rico em vitaminas A, E e carotenóides. Tais propriedades favorecem o combate ao envelhecimento e a doenças associadas à visão. "Mas os benefícios vão além: sua amêndoa é utilizada na fabricação de um rico óleo que possui ação anti-inflamatória, cicatrizante e gastroprotetora."


Disponível em: http://www.escolakids.com/pequi.htm, acessado em 02/dez./14.

RECEITA DE LICOR DE PEQUI

INGREDIENTES:

1kg. de açúcar
1 litro de álcool de cereais ou vodka
1 xícara e meia de massa de pequi
1 litro de água


MODO DE PREPARAR:

Lavar bem o pequi e colocar para cozinhar. Deixar esfriar, eliminando os caroços e colocar a massa do pequi na ''infusão'' por 15 dias no álcool ou vodka.Coar, filtrar e fazer o xarope com água e açúcar. Colocar a infusão no xarope frio, engarrafar e deixar envelhecer.


FONTE:

http://www.cerratinga.org.br/pequi/, acessado em 02/dez./2014.
http://www.deliciasdacozinhamineira.com.br/licores/licor_de_pequi.php, acessado em 02/dz./2014.