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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Patrimônio Histórico: Preservar para existir. Existir para preservar.


Igreja de São Francisco.
"No relógio do Templo os sonhos não envelhecem". Dênio Caldas.

"As ações por meio das quais os povos expressam suas maneiras específicas de ser constituem a sua cultura, que ao longo do tempo adquire formas e expressões diferentes, num processo dinâmico de socialização, onde cada indivíduo constrói sua identidade. Todas as sociedades produzem cultura quando, de forma diferenciada, criam, constróem ou interferem no desenvolvimento natural da vida sobre a terra.
O patrimônio cultural brasileiro não se resume aos bens históricos, artísticos, naturais e arqueológicos, representativos da memória nacional, ou aos centros históricos já consagrados e protegidos pelas instituições governamentais. Também aqueles que se denominam patrimônio imaterial, tais como gastronomia, folclore, artesanato, festas religiosas e populares, saberes e fazeres, reconhecidos pelas comunidades como seus valores mais expressivos, constituem a nossa cultura , que é um importante atrativo turístico" (Guia Brasileiro de Sinalização Turística).

Lira Musical Viriato Bahia.

Reconhecer e preservar a nossa cultura é valorizar a nossa identidade. Os casarões, monumentos e locais históricos de Pitangui, são provas reais da importante participação da Sétima Vila do Ouro na história do Brasil. E, os nossos costumes, os nossos ofícios, as festas profanas e religiosas, a música, a capoeira, a nossa culinária e os nossos hábitos retratam as tradições que são passadas de geração a geração. Esse patrimônio (material e imaterial) é a nossa marca, é o que nos diferencia.

Tropeirão na chapa.
É notável que nos últimos anos, algumas importantes ações de preservação e resgate do patrimônio estão sendo desenvolvidas, seja pela inicitiva privada, pela Administração Municipal ou pela sociedade organizada. Quanto mais caminharmos e evoluirmos nessa direção, mais valorizada será a nossa cidade e maior será o orgulho de ser pitanguiense.
É preciso preservar o patrimônio para existir a nossa história. É preciso existir a nossa história para preservar a nossa identidade.
Ao pé do Batatal: "Ô num bambeia não"!

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