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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

No quintal do professor


No fundo do quintal.

No domingo, nos encontramos meio que por acaso lá na casa do professor Lícinio, para jogar conversa fora e confraternizar (é o que chamamos de reunião de trabalho). Primeiro chegou o Dênio, depois eu e o nosso colaborador e amigo Vandeir.


Léo, Licínio, Dênio e Vandeir.

O bate papo começou lá no fundo do quintal, de onde observávamos a área verde (entre o Lavrado e a Penha) onde há resquícios das antigas minas de ouro, desativadas. A prosa foi ficando boa e acabou virando um Sarau, pois teve música, poesia, coral e até discutimos algumas futuras ações do Blog. A receptividade e os comes & bebes foram de primeira!


O verde perto.

Os temas que também estiveram presentes na conversa foram: o amor por Pitangui; o encantamento de quem chegou, foi acolhido e se identificou com a terra; e a saudade de quem mora longe mas leva os laços Pitanguienses na cabeça e no coração.


Licínio & violão.

Não somos alheios aos acontecimentos políticos ou a problemas de qualquer espécie, que venham a ocorrer na cidade. Porém, temos um foco e somos imparciais partidariamente. E, a nossa forma de manifestar é valorizando a cidade ao mostrar as suas belezas, o talento da nossa gente, as boas ações e os avanços que estão sendo realizados, seja pela Gestão do Município ou pela iniciativa privada. Pitangui precisa continuar valorizando a sua cultura, o seu patrimônio e a sua história, consequentemente valorizando a nossa identidade!


Dênio & violão.

SORRISO PRA ALMA

Viajei mundo inteiro

Andei solto por aí

Mas não há lugar

Melhor que Pitangui

Sinto muita saudade

De ver aquele horizonte

O dia está clareando

Já vejo a Cruz do Monte

Descer as ladeiras

Sentir o cheiro da chuva

Ir atrás da procissão

Ao som da banda de música

É sábado de outono

O sol na janela

Água da mina

Comida na panela

É sorriso pra alma

Ver o olhar das crianças

Fazendo da vida

Uma eterna Ciranda

No bate papo de amigos

Há cerveja gelada

No nove de junho

Vou seguir a Alvorada

Do tempo das Bandeiras

Os casarões seculares

Gente de todo lugar

Nas festas populares

Cidade do coração

Lá no pé do Batatal

Criou-se a tradição

Ôh num bambeia não”

Quintais e varandas

Cidade do ouro e serestas

Quero andar pelas ruas

Ouvir os sinos em festa

Sentar ao lado da Igreja

Ver lua cheia chegar

O violão nos braços

Pra melodia criar

Viajei mundo inteiro

Andei solto por aí

Mas não há lugar

Melhor que Pitangui

(Leonardo Silva Morato)




Pra não dizer que não falei de flores.
Fotos e texto: Léo Morato.

5 comentários:

  1. Oi Leo,

    Bela postagem. Lindo texto!!! Parabéns!

    Abraço.

    Edilma.

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  2. Olá Edilma. A ideia deste post foi mostrar um pocuo dos bastidores do blog. E de vez em quando bate a inspiração. Os versos fiz em dez de 2007.
    Um abraço.

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  3. Quero saber quem pisou no chicletes ?!?!?! Há suspeito !!!!!

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  4. KKKKKKKKK!!! Coisas do Sarau. Descontrair é preciso. Um abraço Dênio.

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  5. São todos bem vindos à minha casa sempre...com ou sem chiletes...rsrsrs

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