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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Nos arredores da cidade


A estrada.
Fotos: Léo Morato.

No fim do mês de setembro, em um domingo antes das chuvas, saímos para um passeio pela zona rural de Pitangui, na região de Coqueiros. Por lá e pelo caminho, registramos algumas imagens típicas das paisagens rurais. Tomara que essas imagens lhes transmitam a tranquilidade vivenciada naquele dia.


Fazenda centenária.


O pé de pequi.


Flor do pequizeiro.


O gado de leite.


Plantação de tomates.


Ninho de ave.



Ninho de João de Barro.

Curiosidades sobre o ninho de João de Barro

Tudo começa com a coleta da matéria-prima. Além de barro úmido, retirado do solo, a ave, cujo nome científico é Furnarius rufus, usa esterco misturado a palha. A casa é construída em conjunto pelo macho e pela fêmea, que chegam a fazer centenas de viagens no transporte do material. Galhos de árvores, postes e beiradas de casas são os locais preferidos pelo joão-de-barro para instalar seu ninho que, em geral, tem formato esférico e cerca de 30 centímetros de diâmetro. Para construir as paredes (de 5 centímetros de espessura), o casal amassa as bolas de barro com os bicos e os pés. Uma engenhosidade do ninho é a divisão em dois cômodos. O acesso ao primeiro se dá pela porta, feita na medida para que a ave entre sem precisar se abaixar. A câmara mais interna, forrada com penas, pelos e musgo, serve para a postura de ovos e acomodação dos filhotes, que ficam a salvo de predadores. Outra peculiaridade da casa é a localização da porta de entrada, estrategicamente posicionada na direção contrária à chuva e ao vento .Até hoje os ornitólogos (estudiosos das aves) não sabem como o joão-de-barro desenvolveu essa habilidade, que o mantém protegido das intempéries. Após cerca de duas semanas, o ninho fica pronto e a fêmea põe seus ovos. Inexplicavelmente, depois de tanta ralação, o casal só usa o cafofo por um ano, período em que tem até quatro ninhadas. Em seguida, a dupla abandona o lar e começa a construção de um novo! Vá gostar de trabalhar...

Por Yuri Vasconcelos.

Fonte: http://www.supermundo.abril.com.br/. Pesquisado em 16/10/10.



Flores do cerrado.

Lembramos que essa nossa diversão constitui-se em um prazeroso trabalho voluntário e depende da nossa disponibilidade de tempo e de recursos. Mas, pretendemos percorrer sempre que possível os arredores da cidade, mostrando as belas fazendas, a produção artesanal da boa cachaça da região, a fabricação de doces e queijos, as plantações, a culinária local, entre outros aspectos das bucólicas comunidades rurais. Consequentemente mostraremos a nossa vocação potencial para o turismo rural. Continuem enviando sugestões de postagens (matérias) e até a próxima!

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