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sábado, 9 de outubro de 2010

Professor Plínio Malachias

Nesta postagem prestamos homenagem a mais um cidadão pitanguiense,
o professor Plínio Malachias.


Foto: acervo do CEPFS


Foto: Léo Morato

O parceiro Dênio Caldas nos enviou o poema abaixo, de autoria do professor Plínio, que demontra bom humor ao tratar em seus versos a ufologia.




Foto: Licínio Filho

O Disco

“O disco é deste tamanho

Chato enorme medonho

Rodopiando no ar

Dentro dele com lunetas

Homens de outros planetas

Cá nos vem observar...

Supõem que são de Vênus ou Marte

Pelo menos dos planetas mais centrais...

Se for de Vênus eu creio

Que o disco está cheio

De camisas nada mais!!!! “

6 comentários:

  1. A postagem ficou bacana Licínio! Vamos procurar saber mais sobre a vida e obra do prof. Plínio, mais um notabilis persona pitanguiense.
    Um abraço.
    Lembrando aos amigos do blog, que as portas estão abertas para sugestões de postagens.

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  2. Bela postagem Professor !!!!
    As histórias do Professor Plínio são interessantes. Recordo-me que numa madrugada eu e o Geraldo Morato encontramos com o Jeferson, filho do Professor Plínio e os dois saíram rua afora a declamar os "se non's", inclusive "O Disco". Bela madrugada, belo sarau !!!!!

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  3. Oi Léo,
    todas as informações sobre nossas postagens são sempre bem vindas.

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  4. Parabéns pela homenagem.Que saudades de Prof. Plínio,foi um de meus grandes Professores em Pitangui.

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  5. Olá Neuza,
    seja bem-vinda ao blog.
    O professor Plínio marcou época.
    Obrigado pelo reconhecimento ao nosso trabalho.
    Abraço.

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  6. Gente, que saudade do professor! Sempre que fazia uma pergunta fácil dizia: "se não souber esta vou lhe dar dinheiro, para ir até ao Armazéns do Vinicio e comprar a corda para se enforcar" oo então: " Oh, Deus, socorrei-me!" Naquele tempo, 1963, ele era o bambambãs em português, junto com o professor Newton ( o terror dos alunos). Lembram da cor do terno do professor Plinio? Lhes direi: sempre marron, com a gravata meia frouxa, camisa sempre branca... Amigo do meu pai, Ari Lacerda, e gostava de contar historias...

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