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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Registros do Casório do Léo

Nos chegam, através de Vandeir Santos, as primeiras fotos do casamento do Léo, realizado em Brasília, no dia 20 de novembro. O casal ainda deve estar em Lua de Mel.
Ah...as duas primeiras fotos foram enviadas pelo Léo.


Registro da Festa.

Dênio Caldas presta homenagem aos noivos




Em Brasília...



Everton "Pepita" e Dênio Caldas Cantam na cerimônia






Da esquerda para a direita: Dênio, o noivo e Vandeir

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Teatro em Pitangui

Quando estava participando da oficina de documentários da 1ª Mostra de Cinema de Pitangui entrei em contato com William Santiago em busca de informações sobre o Grupo de Teatro CTPENSE, do qual seu pai foi o principal articulador, pois iríamos produzir um documentário sobre o "Teatro Operário" em Pitangui que recebeu o nome de "Tecendo Memórias".
O William, como sempre, muito atencioso conosco, enviou-me algumas fotos de seu acervo pessoal, além de resgatar algumas lembranças da época.
Nesta postagem reproduzimos as fotos e os textos dos e-mails trocados com William Santiago, pois tornaram-se registros históricos.


"A tia dela, o pessoal a chamava de "Leda" ou "Lêsa" e era participante importante. Contracenou com meu pai muitas vezes. Outro que participava era o Bené (José Benedito Rodrigues Pereira), o "Bené da Gráfica". João Rios, Sebastião Leão também foram componentes do grupo.Da história, posso dizer alguma coisa. Eu era o "filho do Padre", na peça "O Tio Padre", creio de autoria de Pedro Bloch (não estou seguro), e fiz várias vezes a peça. Eu tinha seis para sete anos. Só entrava e dizia: papai, mamãe ... Era o final do segredo da peça, meu papel era "importantíssimo". Saíamos em viagens pelo interior (Pompéu, Martinho Campos), em ônibus tipo "jardineira", em estradas de terra. Em Pompéu, aí por 1957, demos duas sessões, porque era tanta gente que encheu o cinema. Eu dormia depois da minha entrada, depois me acordavam pra repetir o difícil texto: papai, mamãe, apontando para as pessoas certas e desfazendo toda a trama. "
William Santiago




"Eu era muito criança no auge do Grupo Teatral. Me lembro das minhas participações, aquelas dos longuíssimos textos (papai, mamãe) em "O Tio Padre" e as apresentações no Cine Cetepense, por causa do meu pai. Uma das peças foi "AS Mãos de Eurídice", que era um monólogo. E meu pai dominava a platéia. E acho que ele era incrível mesmo, porque, além dos dramas, tinha fama de grande comediante (e era mesmo, porque a turma ria bastante). Como te disse em email anterior, é uma herança familiar, porque o avô dele, Faustino Oto Pereira da Fonseca, e o pai, Alexandre Pereira, também participaram da vida teatral em Pitangui. Não se esqueça que existe até o anfiteatro da Praça das Cavalhadas, pra baixo do Coreto dos Nunes, que tem o nome de Alexandre Pereira Neto. As coisas que mais me marcaram foram mesmo as viagens a Pompéu. Viajávamos de jardineira, comendo poeira, entrávamos no cinema, preparávamos o cenário e mãos à obra. Demos duas sessões, pra contentar o público enorme que não pôde entrar na primeira sessão. Me lembro de, depois de encerrada minha participação, caí no sono. Nem sabia da segunda sessão. Aí, papai me foi acordar pra entrar em cena de novo. Aí, não dormi mais, fiquei escutando os aplausos que não paravam mais e achava aquilo lindo. Não tinha bem a noção do que representava, mas achava igualmente lindo."
William Santiago
09/11/2010


"pensei que tinha mais fotos. Do Grêmio Teatral Amador Prof. Sales Couto (estou quase certo que esse era o nome do grupo), só encontrei uma foto. É a cena em que participam um tal Raul (não sei quem é exatamente), Nazareno (também não sei que família) e Lesa do Sebastião Leão. Ela é a mãe do Henrique Leão. As outras fotos são de apresentações da época, como o tradicional casamento na roça. Meu pai é o padre, o noivo é o Cristino (filho do Coletor) e a noiva é Zulvane Malachias (prima da D. Yole Malachias). Falando em Dona Yole, ela também deve ter fotos, porque seu marido e suas irmãs participavam de muitas coisas da época. Já o Brasília Clube, é o clube que havia em cima do atual correio, no Edifício Liliza. Ali se dançava. Você conseguiu confirmar a autoria da peça "O Tio Padre"? O enredo era mais menos o seguinte: um senhor, solteirão, precisa provar a seu tio, um padre, que está casado e tem um filho, para entrar como herdeiro universal do tio. Como era solteirão, simula estar casado e ter um filho (o filho sou eu nessa representação). Mas o tio descobre a trama ao pedir que o suposto sobrinho se dirija ao pai e à mãe, já no final da peça. E o menino derruba os farsantes, reconhecendo o pai e a mãe corretos. Algo assim."
William Santiago

domingo, 28 de novembro de 2010

Foto & Memória

Esta foto foi cedida pelo meu amigo Thiago e registra uma cena no Brumado em 1940. Na foto, um homem que garimpava naquela região ao lado de sua tia Elisa Araújo, então com 3 anos de idade.

sábado, 27 de novembro de 2010

Dica de leitura: Horizontes de Minas


O livro "Horizontes de Minas",de Péricles Capanema Ferreira e Melo chegou em minhas mãos através do Sr. Manuel Ricardo da Rocha Fiuza, presidente da Sociedade dos Amigos de Pitangui.
A obra, de leitura agradável, nos revela traços marcantes do que chamamos de mineridade, o ser mineiro em sua essência. Para nós, que nos orgulhamos de nossas origens é leitura obrigatória.
O autor é natural de Pará de Minas, formado em Engenharia civil pela UFMG,além de escritor é conferencista.
FERREIRA E MELO, Péricles Capanema. Horizontes de Minas, Editora Artpress, São Paulo,206.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Igreja de São Francisco de Assis

A foto da Igreja de São Francisco de Assis, nos foi enviada por Fernando Antônio Caldas. Desde já agradecemos e o parabenizamos por outros olhares lançados na Velha Serrana e pelo belo ângulo clicado da Capela.

Ajude-nos a divulgar Pitangui. Mande sua foto ou dica de postagem pelo email :

daquidepitangui@gmail.com

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

1ª Mostra de Cinema de Pitangui - Making Of

A 1ª Mostra de Cinema de Pitangui deixou saudades,ter participado da oficina de produção de documentários foi muito interessante,valeu a pena. O vídeo abaixo apresenta o Making Of do evento,ele apresenta um pouco do que rolou durante a Mostra,vamos torcer para que a segunda edição seja ainda melhor.





quarta-feira, 24 de novembro de 2010

As belezas da Fazenda Santiago


Em nossa visita ao engenho da fazenda Santiago, no mês passado,pudemos registrar o processo de fabricação da Cachaça Barcelona. Hoje iremos mostrar um pouco mais daquela propriedade, as belezas naturais e algumas instalações da fazenda.

A velha roda d'água



As água do riacho


uma típica casa da roça que nos remete à vida simples do homem do campo.

O casal Batista e Edilma, que tão cordialmente nos receberam
e nos apresentaram as belezas da fazenda Santiago

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Vídeo sobre Pitangui

O vídeo abaixo foi produzido por nossa seguidora

Girlene de Oliveira do Carmo em parceria com Raphael Rodrigues Maciel.

Esta é mais uma manifestação de carinho à Pitangui.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Centenário do Dr. Antonio Malheiros Fiuza

A postagem de hoje é dedicada ao centenário do Dr. Antônio Malheiros Fiuza, que trabalhou com afinco para promover a melhoria dos serviços públicos e o desenvolvimento em Pitangui. O artigo abaixo nos foi enviado pela assessoria de Comunicação da "Sociedade dos Amigos de Pitangui" (SAP), presidida pelo Sr. Manuel Ricardo da Rocha Fiuza (filho do Dr. Antônio Fiuza). Desde já agradecemos o contato e nos colocamos à disposição desta reconhecida entidade.


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Aos 22 de Novembro de 1910 nascia Antonio Malheiros Fiuza em Ouro Preto, no solar de seu avô materno, o comendador Manoel Bento Malheiros, na rua Direita nº 46. Era filho do Dr. Sigefredo Pinto Fiuza e de Dª Christina de São José Malheiros Fiuza. Fez os seus primeiros estudos no tradicional estabelecimento de ensino, o Colégio Malheiros. Cursou o secundário no Ginásio Mineiro de Belo Horizonte, ingressando a seguir na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais.
Ainda no primeiro ano de faculdade começou suas atividades na Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte. Em 1932, quando fazia o 4º ano foi submetido e aprovado em concurso para Interno Residente no mesmo estabelecimento, ali permanecendo até sua formatura em 1934.
No ano seguinte transferiu-se para Pitangui para onde seu pai, Dr. Sigefredo, se trasladara e exercia o cargo de médico residente da Rede Mineira da Viação.

Além de dotado de primorosos conhecimentos de medicina, a sua atuação na Santa Casa deu-lhe um traquejo e olhar clínico pronunciado. Mesmo com a falta de recursos técnicos, laboratoriais e hospitalares da época, entregou-se por inteiro à clínica geral, chegando até a fazer cirurgias de emergência. Nesta ocasião, era Provedor da Santa Casa de Pitangui o Dr. Onofre Mendes Júnior, o qual solicitou ao Dr. Antonio Fiuza que lhe organizasse uma lista completa do material médico bem como da aparelhagem necessária para equipar o estabelecimento com todos os recursos da atualidade. O então jovem médico fez a relação, a qual foi apresentada ao benemérito Dr. Benjamin Guimarães que forneceu com generosidade tudo o que lhe fora solicitado.
Em 1936 contraiu núpcias com a jovem professora Maria de Lourdes Rocha, filha do Sr. Lacerdino de Lacerda Rocha e de Dª Lucy Álvares Rocha, ambos descendentes da ilustre matriarca mineira Dª Joaquina do Pompéu. Deste feliz matrimônio nasceram quinze filhos: Antonio Augusto, Sérvio Lúcio, Maria Christina, Manoel Ricardo, Maria Eugênia, José Maurílio, Maria Lúcia, Luiz Humberto, Morvan, Saulo, Maria Raquel, Pedro, Helton, Lourenço e Estêvão. Deixou 51 netos e 32 bisnetos.


Dr. Fiuza e família

Em Abril de 1939 assumiu como sucessor do Cel. Athayde Valadares, a Prefeitura Municipal de Pitangui, que na ocasião, tinha como distritos os hoje prósperos municípios de Nova Serrana, Papagaios, Maravilhas, Leandro Ferreira, Onça de Pitangui e Conceição do Pará. Os serviços eram então, e desde há muitos anos, assim organizados: Gabinete, Secretaria, Tesouraria, Estatística e Fiscalização. Foram estes reestruturados pelo jovem administrador. Passaram a ser constituídos pelo Gabinete do Prefeito, Secretaria, Serviço de Estatística, Serviço de Fazenda, Serviço de Contabilidade, Serviço de Patrimônio, Serviço de Obras, Serviço de Educação e Saúde. Criou os cargos de Almoxarife, Enfermeira e Guarda Sanitário. Implantou a Biblioteca Pública em 1941, que foi inaugurada com a presença Ministro da Educação, Dr. Gustavo Capanema , o qual dotou todo seu acervo e continuou por muitos anos a renovar a remessa de livros, enriquecendo as suas estantes.
Solicitou e obteve do Governo Estadual, que através da Secretaria da Viação e Obras Públicas, enviou os engenheiros Marins Freire que levantou a planta cadastral da cidade, e Romeu Dufles que executou um plano de urbanismo. Foi um período de muitas dificuldades devido à 2ª Grande Guerra Mundial. Havia racionamento de sal e de combustível até para os pouco automóveis existentes, tendo sido usado o precário gasogênio. O meio de transporte mais usado voltou a ser o carro de boi.
No dia 4 de novembro de 1943 fundou-se o Aero-Clube de Pitangui. A 5 de dezembro do mesmo ano aterrissou pela primeira vez em terras pitanguienses o avião “Francisco Campos”, de Dores do Indaiá em uma pista de emergência mandada construir pela Prefeitura no Campo do Chapadão. Neste local, há anos o Prefeito Jacinto Guimarães iniciara um serviço de terraplanagem, com idênticos propósitos e finalidades. A seguir, com o apoio técnico da Secretaria de Viação, foi construído um bom campo de pouso em Pitangui.
Apesar de suas múltiplas ocupações com a administração municipal; manteve o atendimento à sua enorme clientela e a assistência médica aos necessitados e desprovidos de recursos. Além do consultório em sua residência à rua Floriano Peixoto, 62, acudia a Santa Casa e dispensava especial cuidado aos pobres leprosos que residiam no bairro do Jatobá. Socorria aos doentes da região rural em viagens feitas a cavalo(as mais próximas) ou no lombo do burro(as mais distantes) sob o sol causticante ou sob chuva, a qualquer hora do dia ou da noite.
Em 10 de janeiro de 1945, ao deixar a Prefeitura, na apresentação do balanço de sua administração ao Governador Benedito Valadares, assim se exprime: “Reconhecemos que não fôra o apoio incessante e firme do governo de V.Excia. e da ordeira e culta população de Pitangui, a nossa tarefa teria sido nula e vãos os nossos esforços. Abstração feita do auxílio inestimável dos nossos auxiliares, muito especialmente do Secretário da Prefeitura Sr. Anthero Rocha, dos amigos particulares e do povo em geral, é de Justiça frisar este ponto, a cooperação valiosa das classes conservadoras e rurais em apoio à nossa política administrativa, muito especialmente na fase de coordenação econômica a que fomos levados forçosamente pelas circunstâncias excepcionais do momento.”
“Felizmente, administramos num meio que bem sabe discernir as intenções e, como somos dos que admitem a Justiça como Realidade e não como Teoria, sentimo-nos muito à vontade e satisfeitos ao recolocarmos nas amigas mãos de V.Excia. a direção deste histórico núcleo de Minas Gerais”.
Em Junho de 1945, transferiu-se com sua família para Belo Horizonte, onde adquiriu a casa que fora de seu avô, o Comendador Malheiros, à rua Aimorés,656, no bairro dos Funcionários, onde residiu até a data de seu falecimento. Na Capital, especializou-se em Pediatria, tendo sempre o seu consultório vizinho ao de seu colega de turma, cunhado e inseparável amigo Dr. Henrique Machado Horta. Tinha em grande estima o seu tio e médico pioneiro de Dores do Indaiá, o Dr. Edgar Pinto Fiuza, bem como aos dois primos, o Dr. Geraldo Malheiros dos Santos, o primeiro patologista clínico da Santa Casa, e o Dr. José Malheiros dos Santos, um dos mais conceituados pesquisadores no campo da parasitologia e microbiologia na sua época. Em 1946 voltou a atender no setor pediátrico da Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte, sob a chefia de seu grande amigo e eminente mestre em Pediatria o Dr. Navantino Alves. Passou por importantes cargos na administração pública na área de saúde, exerceu a direção clínica do Asilo Afonso Pena, hoje IGAP – Instituto de Geriatria Afonso Pena; foi chefe do Departamento Estadual da Criança da Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais. Atuou com competência e carinho na Santa Casinha e no Hospital da Criança Elvira Gomes Nogueira.
Dedicou-se por longos anos ao atendimento médico escolar nos grupos escolares Pedro II, Afonso Pena, Delfim Moreira e ao setor de pediatria da Maternidade Odete Valadares.
Foi um dos sócios fundadores da Sociedade Mineira de Pediatria, cuja posse da primeira diretoria foi no dia 28 de fevereiro de 1948, no Instituto de Educação, juntamente com o Departamento Nacional da Criança. Os primeiros diretores foram os médicos Berardo Nunan, Armando Achiles Tenuta, Abrahão Salomão, Antonio Malheiros Fiuza, Benjamin Nicolau, Célio Marques Scotti, Fausto Gomes Baptista, Elpídio Marinho de Almeida, Alcindo Armando Henriques, Paulo Roxo da Motta, João de Freitas Filho, Augusto Severo da Costa, João Afonso Moreira, Fernando Magalhães Gomes, Agostinho de Carvalho Fernandes e Maria Helena Jardim.
No dia 8 de setembro de 1968, na solenidade de abertura do VII Curso de Atualização em Pediatria, patrocinado pela Nestlé, o Dr. Antonio Malheiros Fiuza, juntamente com os demais fundadores, recebeu o título de Sócio Benemérito da Sociedade Mineira de Pediatria.
A convite do Prof. Navantino Alves exerceu por muitos anos o magistério na Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais como professor de Pediatria e Puericultura.
Em 26 de fevereiro de 1967 recebeu o diploma de Irmão Benemérito da Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte.
Em 8 de junho de 1999 recebeu da Associação Médica Brasileira o certificado de Sócio Jubilado.
Em 25 de Novembro do mesmo ano é agraciado com o Diploma de Mérito Médico pela Academia Mineira de Medicina.
Em sua longa e fecunda trajetória de vida, tanto no campo familiar como profissional, foi um insigne e devotado apóstolo da medicina. Sempre cumpridor de seus deveres, dele nunca se ouvia uma queixa de cansaço ou reclamação por estar sendo procurado em hora inoportuna. Além de sua clientela externa, atendia gentilmente a toda a sua numerosa parentela, desde tios avós, sogros, irmãos, cunhados, primos, genros, noras, netos e bisnetos. Em Belo Horizonte continuou a atender e encaminhar os casos que lhe vinham de Pitangui e do interior. Nas férias em que destinava alguns dias para revisitar a sua cara Pitangui, reservava um dia todo para atender à pobreza e a tantos outros que esperavam ansiosos a oportunidade de serem examinados e remediados pelo seu antigo médico. Formavam-se filas enormes, composta de crianças até idosos, onde se percebia de maneira comovedora um clima de esperança no aguardo do atendimento do Dr. Antonio, sempre eficaz e bondoso.
Numa reportagem ao “Santa Casa Notícias”, em maio de 1998, na página “O médico, nosso amigo”, o Dr. Fiuza relatou com entusiasmo a sua vida profissional e disse que a Santa Casa era a sua segunda família :”Venho com alegria atender aos pequenos pacientes e acredito ser uma força divina que me sustenta para dar conta das atividades. Fico feliz por poder seguir tratando das crianças”. Demonstrando disposição de continuar, revelou que não se sentia exaurido: “Não quero me cansar. Tenho pacientes hoje que são netos daqueles que foram meus pacientes no início de minha carreira. Isto me deixa cheio de satisfação”. Externando a sua religiosidade, disse: “Sou católico fervoroso, acredito que Deus dá a cada um de nós uma missão para cumprir e para mim a melhor maneira de adquirir mais força é cantar aquela música sacra: segura na mão de Deus e vai”. Ali “exerceu a medicina até mais de 90 anos, sendo então o mais idoso dos médicos em atividade na instituição.” Em reconhecimento à sua dedicação à Santa Casa, um de seus departamentos leva o nome de “Ambulatório Dr. Antonio Malheiros Fiuza”.
Entregou sua bela alma a Deus no dia 28 de janeiro de 2003, aos 93 anos de idade. Ainda lhe sobrevivem três irmãs: as professoras Alvarina Malheiros Fiuza, Enide Fiuza Magalhães e Edine Fiuza Costa.
Em sua homenagem existe hoje em Pitangui um belo e bem cuidado logradouro público: a Praça Antonio Fiuza.

domingo, 21 de novembro de 2010

Filho de pitanguienses ganha Prêmio Bravo!

Leandro em ação.
Foto: Yvson Miranda.

Buscando sempre novas "garimpagens", divulgamos hoje que um descendente de pitanguienses ganhou um importante Prêmio nacional. Trata-se de Leandro Ribeiro Araújo, ele é filho da Elba Ribeiro e do José Afonso Araújo, neto do Juca da Lota e do Zé do Beijodo Brumado.

O Leandro é arquiteto, Belorizontino, (conhecido artisticamente como L_ar) e foi o ganhador do Prêmio Bradesco Prime de 2010, na categoria Arte Digital, realizado no dia 27/10/10 em São Paulo. A vitória se refere ao vídeo desenvolvido para a releitura da canção "Fita Amarela", de Noel Rosa, que foi o homenageado desta edição do prêmio. No trabalho, a canção de Noel é executada pelo cantor Romulo Fróes. Apesar de esta ser a 6ª edição da premiação, trata-se da primeira vez em que há uma categoria específica para a arte digital. O vídeo de L-ar pode ser assistido em http://migre.me/1McKB.
Essa magnífica informação foi repassada pela pitanguiense Estefânia Ribeiro, prima do Leandro (irmã do André Kbça, seguidor do blog), a quem agradecemos imensamente. É a cultura inovando, rompendo barreiras, criando... e, direta ou indiretamente, elevando o nome de Pitangui. Parabéns ao L_ar !!!!




Fontes pesquisadas em 18/11/2010:
http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=154484,OTE&busca=leandro%20ara%FAjo&pagina=1
http://blog.premiosergiomotta.org.br/2010/10/26/premio-bravo-anuncia-vencedor-na-categoria-arte-digital/
http://bravonline.abril.com.br/premio-bravo/2010/index-anima.shtml

sábado, 20 de novembro de 2010

Hoje, Léo e Juliana se casam

Hoje é um dia festivo para o blog, Leonardo Morato, nosso parceiro no blog se casa com Juliana em Brasília. A festança será animada por Dênio Caldas & Companhia. Por circunstâncias adversas eu e minha família não estaremos presentes, mas daqui de Pitangui mandamos ao casal nossos votos de felicidades e de uma vida conjugal de muita harmonia. Deus os abençoe.



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Investimentos em recados de Casamento não param!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Outras riquezas minerais de Pitangui - Parte I

Esta é a primeira de uma série de reportagens que abordarão outras riquezas minerais que Pitangui produz ou produziu além do ouro. Em alguns casos o local de exploração já não se encontra mais em terras pitanguienses, já que ao longo dos anos os distritos onde se localizavam as jazidas se emanciparam, como por exemplo Conceição do Pará e Leandro Ferreira. Muitos dados aqui expostos podem estar incompletos visto que foram obtidos através de pesquisas na internet e qualquer informação que possa complementar o trabalho será bem vinda.


Parte 1 – Manganês
Após ser informado por Jairo Freitas que na terra de sua família existiu uma mina de manganês, pesquisei na internet por maiores detalhes e me deparei com decretos da década de 40 e 60 que autorizavam a pesquisa do minério em terras pitanguienses.
O manganês (Mn) é um metal acinzentado, duro, muito frágil e capaz de suportar altas temperaturas. É bastante utilizado na fabricação do aço, proporcionando maior dureza a esta liga, e também na fabricação de pilhas.

Sr. João Francisco de Freitas e Vandeir no caminho que leva a antiga mina

A existência do mineral em Pitangui é conhecida desde 1812 quando pela Vila passou o geólogo alemão Wilhelm Ludwig von Eschwege que relata o terreno da Vila: “...com muitos pontos negros de manganês, que se encontram freqüentemente no caminho em pedaços, como amêndoas.”
É somente com o incremento da indústria metalúrgica no séc. XX, mais especificamente na década de 40, que se dá o início da extração do manganês pitanguiense. Na internet é possível encontrar 9 decretos autorizando a exploração do manganês no município:

Após os devidos contatos, parti junto com meu amigo Lucas Navarro (Tuzica) em busca da antiga jazida indicada por Jairo Freitas. O local fica a 14,5 km de Pitangui em linha reta, sentido nordeste, e a 24 km através da estrada que leva a Coqueiros. O Sr. João Francisco de Freitas nos recebeu de forma muito cordial em sua fazenda e imediatamente se prontificou a nos levar até o local onde o minério era extraído a cerca de 1,5 km da sede. Ele disse se lembrar perfeitamente da estrutura que o Sr. Fernando de Souza Melo Viana (Decretos 9.873/17.799) montou nas terras de seu pai, João Batista de Freitas, para o beneficiamento do manganês. Além do equipamento destinado a classificação do minério, existiu também no local uma pequena vila composta de cerca de 20 casas para os funcionários e um armazém destinado o abastecimento do pessoal. Após o beneficiamento, de acordo com a granulometria, o minério era classificado como sendo de 1ª, de 2ª e em pó e era embarcado em caminhões que levavam até 4 toneladas de carga até a estação de trem de Pitangui onde já haviam vagões específicos para o transporte do minério até a Companhia Siderúrgica Belgo-Mineira em João Monlevade. Vale ressaltar que até então o acesso a região dos Coqueiros se dava somente através da estrada carreira (trânsito exclusivo de carros de boi) e que a exploração tornou obrigatória a ampliação da estrada para viabilizar o tráfego dos caminhões.
Afloramento do minério na antiga jazida

Conforme já havia observado Eschwege, o manganês que se vê na região não se encontra concentrado, como observado em grandes minas de minério de ferro, percebe-se que ele aflora em pontos distintos. É bem provável que esta característica tenha tornado inviável a continuidade da exploração do manganês presente no município, não havendo atualmente nenhuma atividade extrativa deste mineral em Pitangui.
Vandeir Santos

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Moqueca à Pitangui

A dica de hoje da seção "À beira do fogão de lenha" é a Moqueca à Pitangui, que é uma criação do pitanguiense Márcio Fagundes. O CHEF mostrou suas habilidades culinárias, que já conhecemos de longa data, no programa da TV Alterosa, Viação Cipó no dia 31 de outubro de 2010. Bem que o Márcio poderia nos convidar para fazermos uma matéria a respeito de suas receitas !!!!!!

Ingredientes :

4kg de peixe gurijuba em filés grossos
2 colheres de sopa de amido de milho torrado
200ml de azeite de oliva
2 cabeças de alho picado
4 cebolas em cubos
8 tomates maduros, sem pele e sem semente, em cubos
½ lata de molho de tomate
1 colher de sopa de pimenta rosa
200g de azeitonas chilenas ou azeitonas pretas
150g de alcaparras
150g de tomate seco
Suco de 2 limões
1 pimentão vermelho em rodelas
1 pimentão amarelo em rodelas
Sal a gosto
Salsinha e cebolinha a gosto

Márcio e Toledo, esperando anciosamente, o prato do dia !!!

Modo de Preparo :

Tempere os filés de peixe com um pouco de sal e reserve por algumas horas em uma panela.

Refogue o alho no azeite de oliva fervente. Deixe dourar e acrescente a cebola. Quando a cebola estiver dourada, junte o tomate. Cozinhe um pouco e adicione molho de tomate. Vá acrescentando água. Coloque duas colheres de sopa rasas de sal, e despeje o molho sobre os filés de peixe.

Dissolva o amido de milho torrado em um pouco de água e junte ao peixe. Deixe ferver.

Coloque a pimenta rosa, o suco de limão, os pimentões, as alcaparras, o tomate seco e as azeitonas. Tampe a panela e deixe cozinhar por mais 5 minutos. Retire do fogo e decore com cheiro verde antes de servir!

Dica do Cipó: se você não encontrar gurijuba, pode substituir por outro peixe, de carne clara e consistente, como o surubim, por exemplo.


Toledo degustando a Moqueca


Assista o vídeo do programa Viação Cipó, acessando o link abaixo :


http://www.alterosa.com.br/html/noticia_interna,id_sessao=36&id_noticia=43099/noticia_interna.shtml
Fonte:
alterosa.com.br

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Um giro pela cidade


Outro olhar sobre a Capela da Penha.
Fotos: Nicodemos Rosa.
Inspirados por este clima de arte pela cidade, em função da 1ª Mostra de Cinema de Pitangui, divulgamos mais um pouco da poesia visual do fotógrafo Nicodemos Rosa. Movido pelo improviso, senssibilidade e técnica, o Niko faz belas e incomparáveis fotos que aos poucos mostramos aqui no Blog.

A Escola Agrícola - ITAC.

Muro de pedras construído pelos escravos no séc. XIX.

Panorâmica da cidade, na Chácara do Saldanha.
Por falar em Mostra de Cinema, infelizmente eu não pude estar presente na cidade; o Dênio também não, devido aos compromissos musicais (foi tocar fora); e o professor Licínio teve contratempos. Na oportunidade fica aqui o nosso apoio incondicional ao Licínio e os nossos pesares ("tamo" junto parceiro)!!!!!!


"A pose da coruja buraqueira".
Então, solicitamos aos nossos visitantes e colaboradores que nos envie suas fotos e informações sobre esse importante evento, para divulgarmos por aqui.

Tardes de agosto.
Tardes em Pitangui.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Quintais & Varandas:

Foto: Licínio Filho
Há muito tempo tento fazer um registro fotográfico dos lagartos que visitam meu quintal constantemente e, só agora consegui. Trata-se de Teiús (popularmente chamados de tiú), animais de uma beleza incomum. às vezes aparecem em dupla, um menor e outro maior, penso formarem um casal, pois já me deparei com os dois em ritual de acasalamento - se é que me entendem - em minha horta.


Os répteis, digo, os que visitam meu quintal, não são muito ariscos, até permitem a observação a uma certa distância, se tento me aproximar mais fogem pelo mato. Algumas pessoas comem a carne de teiú, eu prefiro vê-los livres pelo quintal a saboreá-lo à refeição.


Foto: Licínio Filho


sábado, 13 de novembro de 2010

A boa do fim de semana


Um olhar sobre a Matriz.
Foto: Leonardo Morato.

Conforme divulgado nos sites e impressa local, inclusive aqui no blog, podemos perceber que a cidade está em festa. De 11 a 15 de novembro acontece a 1ª Mostra de Cinema de Pitangui e pelo jeito o negócio vai bombar. Aos participantes da Mostra e aos visitantes a dica é aproveitar o tempo livre para dar um giro pela cidade e conhecer os pontos históricos e as peculiaridades de Pitangui.

www.mostrapitangui.com.br

Paralelamente à Mostra, outros eventos também irão acontecer. Hoje à noite, a partir das 22 horas acontece no Parque de Exposições a festa dos ex-alunos do ITAC em comemoração aos 20 anos da escola. Vale lembrar que o agito ficará por conta da Banda Paletó de Veludo. Na segunda dia 15 (feriado) também vai rolar o 2º Encontro de carros antigos de Pitangui, com a participação do Clube do Opala (na Praça da feirinha).



Além destes eventos, muita coisa boa também deve acontecer por esses dias, é só ficar ligado. Prestigiem!!! Entre um passeio e outro, antes, durante e depois de conhecer alguns de nossos atrativos, não deixe de visitar os tradicionais botecos e os bons restaurantes da cidade. A dica aos visitantes é passar lá no Bar do Sr. Verinho por volta as 11 horas, para apreciar a tradicional carne de panela acompanhada daquela cerveja gelada.


Foto: Leonardo Morato.

O fim de semana promete. Ah, e se você fizer algumas fotos interessantes sobre a cidade, sobre o cotidiano, sobre os eventos, ou se tiver alguns "causo" pra contar envie para o e-mail do Blog, para que possamos divulgá-los por aqui. daquidepitangui@gmail.com

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A estrada da Cruz do Monte


O mirante e a capela. 23/10/10.

No fim de outubro, em um trabalho de campo pelos arredores da cidade, paramos um pouco no alto da serra da Cruz do Monte para apreciar a paisagem e tirar umas fotos. Nesse passeio vimos de perto a pavimentação (calçamento) da estrada que liga o bairro Nossa Senhora de Fátima (Serra) até a Cruz do Monte.



O início (ou o fim) da estrada. 23/10/10. Fotos: Leonardo Morato.


Descendo a serra.

A obra, que trouxe melhorias ao acesso até o alto da serra, foi realizada pela Prefeitura Municipal em 2010 e sem dúvida é importante para a infra-estrutura de apoio ao turismo na cidade, pois facilita a realização de eventos como o Mountain bike, caminhadas, visitações e romarias. É satisfatório identificar que ações estão sendo empreendidas em prol da vocação natural de Pitangui, o Turismo.


O muro do Mirante. 23/10/10.

Por falar em atrativo turístico, fica aqui novamente o nosso alerta quanto ao estado de conservação do muro do mirante, que se deteriorou pela ação do tempo... Nos referimos ao para-peito do Cristo, que está com rachaduras e apresenta perigo aos visitantes.




O Cristo e a cidade.

O mirante foi construído no ano 2000 pela Administração Municipal e, além da simbologia, serve como ponto de apoio para quem gosta de apreciar a cidade lá do alto da serra. Essa abordagem sobre a necessidade de manutenção deste espaço sagrado para nós pitanguienses, visa a segurança de quem visita este local que engrandeçe a nossa cidade!!!




A vista do Mirante. 31/12/08.

A dica é visitar a Cruz no Monte nos finais de tarde, onde o por do sol e o clima bucólico são únicos.



O por do sol na Cruz do Monte. 31/12/08.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Começa hoje: 1ª Mostra de Cinema de Pitangui


Você encontra a programação da Mostra clicando na imagem acima.

Fernando Brant

Na edição de ontem do jornal Estado de Minas, no Caderno de Cultura, Fernando Brant, filho do Sr. Moacir Brant e da pitanguiense Dona Iolanda Rocha Brant, conta sobre o livro que sua madrinha acabou de lançar, relatando histórias de Pitangui. A madrinha do Fernando é a Dona Amália, mãe do Prefeito Evandro Rocha Mendes. Fernando tem outras crônicas falando a respeito de suas passagens por Pitangui que mostraremos noutras ocasiões.
Degustem as palavras do grande poeta e bom apetite a todos !!!!!

Fernando Brant.
Foto: Jornal Estado de Minas.


Carlos Drummond de Andrade disse que não sabia que sua história era mais bonita que a de Robinson Crusoé. É comum poetas poetarem sobre sua infância, eles que sonham a vida inteira como se meninos fossem. A fantasia é o território deles, mas pode ser de todos nós. Fui buscar minha neta na escolinha e ela me chegou, cheia de sorrisos e abraços, com um livro entre os braços. Eram os desenhos que ela fizera sobre o balé que dançara, a história da dona Baratinha, que tinha fita no cabelo e dinheiro na caixinha. Viajei naquela magia de cores e alegria que só as crianças têm.

Voei em seu mundo e me senti feliz. Minha madrinha também tem um livro para mostrar. São suas lembranças de menina em Pitangui, no Centro-Oeste, a sétima vila do ouro de Minas. Ela fala de lembranças de sua cidade e escrevi algumas palavras para compor a sua obra: “Tia Amália, como se estivesse ao pé do fogão em uma noite interiorana longínqua, abre o coração e busca na memória os acontecimentos de sua vida de menina e moça. Era a Pitangui dos jogos de rua, das festas inocentes, do footing, dos mendigos que vinham até as casas nos dias de sábado para receber comida e esmola. Tempo de maria-fumaça, tempo de uma existência que ela, generosa, resolve preservar e nos contar. Tempo de uma menina e moça feliz”.

Aí, passeio pelas histórias de Portinari, o menino de Brodósqui. Estudante em Paris, em 1929, depois de visitar museus e conviver com a intelectualidade, concluiu que queria mesmo era pintar a cidade natal. “Pintar aquela gente com aquela roupa e aquela cor. Tenho saudades de Brodósqui – pequenininha, 200 casas brancas de um andar, no alto de um morro espiando para todos os lugares”. No livro O menino de Brodósqui, Cândido Portinari relembra suas travessuras e brincadeiras de criança. Para o dia: bola de gude, pião, arco, avião, papagaio, diabolô, bilboquê, ioiô, botão, balão, malha e futebol. Para a noite: pique, barra-manteiga e carniça. E o padre, recém-chegado à cidadezinha, introduziu um outro jogo que, como esses, também trouxe felicidade à minha meninice: o bente altas.

Acompanham essas lembranças reproduções de pinturas e desenhos deslumbrantes, imagens maravilhosas de um Brasil criativo e humano: Meninos na gangorra (“sabe por que pinto tanto menina e menino em gangorra e balanço? Para botá-los no ar, feito anjos”); Natividade; Meninos soltando papagaios; O sonho; Banda de música; Fuga para o Egito; Menina de tranças; Banda de Brodósqui; Festa de São João; Futebol; Circo; Os despejados; Brodósqui (“onde está aquele eu que ficou no povoado?”); Futebol II; Café; Menino com estilingue; Menino com carneiro; Menino com diabolô. E vários retratos de sua neta, Denise.

O homem, o pintor, o poeta. O Brasil, a infância, o operário criador da arte. Portinari é para amar e emocionar.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Foto & Memória

Nossa amiga Edilma Aguiar nos apresentou mais uma pérola do acervo fotográfico de sua família. A foto registra o cortejo fúnebre do ex-combatente Luiz Vitor, irmão de Onofre Resende, popularmente conhecido em Pitangui como "Onofre Tatu". Edilma não sabe ao certo a data que esta foto foi tirada, presume que seja entre o fim da década de 1950 e início da década de 1960.
A foto apresenta também como curiosidade a presença de Milicão ( canto inferior esquerdo da fotografia), figura folclórica de Pitangui.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O PEC na década de 1990

Em mais uma tradicional limpeza de gavetas de fim do ano, ao revirar uns arquivos, encontrei uma foto do grande time do Pitangui Esporte Clube. De acordo com a anotação no verso, a foto é do time campeão, no ano de 1991 e foi clicada pelo Edilson do Jornal O Independente. Me recordo de como os estádios pitanguienses ficavam cheios e animados durante as partidas de futebol. Saudade daquela época. Nos ajude a completar e, se necessário, corrigir os nomes do jogadores.




Em pé: Bita, Toquinho, Telúcio, Nenete, Adilson, Buliu, Eduardo e Tico. Agachados: Zé Marcos, Paulinho, Rogério, Cleber, Jésus, Dilsinho e Zé Carlos.