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sábado, 16 de abril de 2011

Era uma vez no CEPFS

Estou inaugurando hoje mais uma seção no blog, que batizei como "Era uma vez no CEPFS". A ideia é apresentar uma vez por mês algumas fotos de meu acervo com registros fotográficos destes 12 anos de trabalho como professor no Centro Educacional "Professor Francisco Saldanha".

As fotos desta postagem retratam a visita de alunos do Educandário Cecília Meireles, de Papgaios, à Pitangui. Na época, os alunos da 8ª série (hoje 9º ano) do CEPFS desenvolviam um projeto de intercâmbio promovido pela professora de inglês Rosenice Cordeiro e recepcionaram os visitantes com um city tour.





Diante do terrível massacre ocorrido na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Rio de Janeiro, me veio à mente todos os alunos com os quais convivi, em momentos de harmonia e conflito, mas sempre buscando formar seres humanos melhores. Me coloquei no lugar daqueles que trabalham e estudam naquela escola, como dos familiares dos que perderam a vida de forma tão brutal e pedi a Deus para que isto nunca mais venha ocorrer,
Como não poderia deixar de ser, estas postagens serão um exercício de resgate da memória escolar de muitos, os sentimentos que elas sucitarão serão os mais diversos,mas também, servirão para lembrar que este espaço de convivência chamado escola, tão desprestigiado deve ser visto com outros olhos por todos que almejam uma sociedade melhor.

11 comentários:

  1. Muito válido, professor! Essa seção mostrará um pouco da sua história em Pitangui, concomitantemente com a história dos alunos que possivemente estarão guiando os rumos de Pitangui, num futuro próximo. Pois a boa formação educacional faz toda a diferença.
    Parabéns pelo post.

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  2. Pois é Léo...o CEPFS é um divisor de águas na educação de Pitangui.
    Abraço.

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  3. Olá Pessoal do Blog, como vão?
    É importante lembrar que Pitangui possui boas escolas, sendo elas uma referência para todo o centro oeste mineiro, como o EEMAO. O CEPFS, sem dúvida alguma é um divisor de águas em Pitangui pois trouxe uma metodologia de ensino muito forte para a nossa cidade e mais uma vez, sem sombra de dúvida, projetou e impulsionou pitanguienses-mirins para fazerem sucesso em suas respectivas áreas dentro e fora da cidade. Vale lembrar entretanto, que, antes do CEPFS, ricos e pobres estudavam na mesma escola. E por incrível que pareça, todos aprendiam, e quem não aprendia não passava de ano, havia rigor no ensino, professor tinha autoridade na sala de aula e pelo menos, eu sentia motivação deles em estar ali. No colégio EEMAO, havia prova de seleção para classificação na época, pra quem não sabe dessa.
    O que mais me entristece é que essa divisão de águas foi acompanhada de um sucateamento sem fim das escolas públicas. Tive contato e ainda tenho com vários professores da época do colégio e ouvi que estava impossível dar aula num sistema educacional como o dos dias de hoje. O que lamento é: aqueles que não tiveram condições de pagar por um ensino de qualidade, perderam oportunidades de concorrer por vagas na universidade pública de tão boa qualidade quanto desejaríamos ter nas nossas escolas de ensino fundamental.
    O CEPFS, na contramão desse sucateamento, embora sendo uma escola privada, manteve a tradição pitanguiense de ensino de boa qualidade com excelentes professores. Pude experimentar, no meu 3º Ano desta escola, um banho de conhecimento dos professores, o que contribuiu muito para o meu crescimento pessoal e profissional. Creio que até serviu para que eu rompesse com alguns paradigmas pessoais e preconceitos que tinha com a escola particular, e uma vez, vencendo isso, tenho certeza de que valeu muito a pena. Por isso, só venho reiterar a importância desta escola pra mim, pra Pitangui, obviamente, e como mais um brasileiro, expor minha insatisfação com o ensino público.

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  4. Olá Fábio,
    concordo com você no que diz respeito ao sucateamento da escola pública, o nível do ensino público tem caído muito nas últimas décadas.Atuei no ensino público no início de minha carreira e senti as dificuldades enfrentadas.
    Quanto ao CEPFS, digo que ele foi um divisor, pois, quando cheguei em Pitangui em 1999, muitas pessoas diziam que a escola não duraria seis meses...estamos aí até hoje firmes e fortes.Naquela época, falar em vestibular em Universidade Federal parecia uma coisa distante, hoje conseguimos aprovar vários alunos em instituições federais, além das particulares que gozam de prestígio.
    A gente não faz milagres,né Fábio? Trabalhamos duro, mas os alunos também têm que fazer a parte deles...não há segredo,lá nós não fingimos que ensinamos.
    Espero que um dia a escola pública possa oferecer ensino de alta qualidade para seus alunos e também remunere muito bem os profissionais da educação.
    Abraço.

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  5. E aí Fábio, quando vai acontecer outra "folia musical"?

    Em continuidade ao meu comentário inicial, reafirmo o elogio ao CEPFS pela sua metodogia diferenciada (atividades práticas, trabalho de campo, educação patrimonial) alimentada pela qualidade dos professores.
    Registro também os meus agradecimentos às escolas nas quais me orgulho de ter estudado em Pitangui (Jacinto Álvares, Francisca Botelho e EEMAO). Muitos da minha época receberam bons conhecimentos, adquiriram formação e valores que guardamos para a vida.

    Um abraço, pessoal.

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  6. Parabéns pela postagem, gostei do seu relato,valeu. As práticas de violência, discriminação e preconceito, vivenciadas pelos educandos no cotidiano da escola, tem se apresentado como um grande desafio para os professores, equipe gestora, comunidade escolar e pais. Tais práticas, muitas vezes, podem acarretar dificuldades de aprendizagens e desencadear traumas ao longo da vida.

    Girlene de 0liveira do Carmo

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  7. Oi Gerran,
    bem vindo ao blog.
    Em breve uma foto de sua turma também estará por aqui.
    Abraço.

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  8. Olá Girlene,
    como sfirmei na postagem, a sociedade brasileira precisa ver a escola ce outra forma.
    Abraço.

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