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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Pitanguienses na terra de Drummond

Interior da Igreja de Nossa Senhora da Saúde
No final do mês de agosto estive com minha família em Itabira para visitar um cunhado (Tó) que está estudando na UNIFEI, naquela cidade. Aproveitamos para conhecer o patrimônio histórico itabirano, além da casa de Carlos Drummond de Andrade, poeta maior das Minas Gerais.


Passamos por um centro cultural muito bem estruturado,
onde pudemos apreciar a exposição de um artista plástico local.


apoio da Vale permite a manutenção de espaços culturais muito interessantes, possibilitando à população local e ao turista desfrutar destes aparelhos culturais. Será que em Pitangui não poderiam ter parcerias como esta? É um caso a se pensar,pois, se queremos honrar o título de "Sétima Vila do Ouro" precisamos criar espaços onde nossa cultura possa se manifestar e ser conhecida.



 Itabira também enfrenta problemas para conservar seu patrimônio histórico,
observamos alguns casarões necessitando de restauração, outros completamente em ruínas.






No poema acima, Drummond lembra de uma época em que as portas dos
 lares podiam ficar abertas a qualquer hora.



Acima, a casa onde Drummond passou sua juventude, hoje abriga um museu.
Aliás, em Itabira existem mais de um museu.Legal,né?

6 comentários:

  1. Boa postagem, sobre uma experiencia que deve ter sido muito interessante, Licinio!
    Gostei da abordagem do tema!

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  2. Adoro uma porta aberta, pois foi criada com liberdade no interior.
    Mas hoje, até nas pequenas cidades janelas e portas tem grades.
    Amei a poesia de Drummond e resolvi falar da porta da rua de hoje.
    Com mais tempo vou fazer uma postagem da poesia de Drummond junto com a minha no cantinhodadalinha.
    Meu abraço para vocês: Licínio, Dênio e Leo

    A PORTA DA RUA HOJE
    *
    A porta da rua hoje
    Já não fica escancarada
    Com medo de ladrões
    É a sete chaves trancada.
    *
    Lamento esta realidade
    Da liberdade roubada
    Até em pequena cidade,
    Hoje se vive enjaulada.
    *
    Dalinha Catunda

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  3. Oi Léo,
    a viagem foi muito bacana e serviu para lançarmos um outro olhar sobre o patrimônio histórico mineiro e as possibilidades de exploração turística do mesmo.
    Abraço.

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  4. Dalinha,
    é pena não podermos ter a liberdade das portas abertas, por aqui vivemos o mesmo problema.
    Vou aproveitar seus versos nesta postagem.
    Abração.

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  5. Licínio,
    Gosto deste nosso intercâmbio e sempre que você achar que deve pode aproveitar meus comentários como melhor achar,sou da casa.
    Meu carinho para vocês

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  6. Esse passeio deve ter sido excelente! Nunca estive em Itabira, mas agora pude saber um pouco de como é estar lá. O que mais gostei na postagem foi a dupla realidade mostrada: o sucesso através de apoio cultural e a ameaça à história nos casarões mal conservados. Abraço! (http://ricardowelbert.blogspot.com/)

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