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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Um giro pela Penha

Fotos: Leonardo Morato.

Na segunda quinzena do mês de agosto, de férias em Pitangui, resolvemos fazer uma caminhada antes do almoço, para aproveitar o tempo ocioso e, ao mesmo tempo apreciar um local na cidade, onde a história parece ser mais aguçada: a Penha.



Seguindo pela Rua Floriano Peixoto (rua da Mina da Lavagem), subimos a Rua Rodolfo Cecílio (paralela ao Morro do Batatal) onde foi possível apreciar alguns exemplares do casario histórico.



À medida em que subíamos a rua, novos ângulos sobre a serra da Cruz do Monte surgiam entre árvores, antenas e telhados.



Eis que chega a Praça dos Bandeirantes, com a bela capela de Santo Antônio e de N.S. da Penha; a suposta primera casa da cidade; e todo aquele bucolismo de um dia nublado em Pitangui.

Após uma visita ao interior da capela, ficamos por uns instantes do lado de fora e um fato chamou atenção. Um morador que estava na praça veio ao nosso encontro e começou a explicar, com entusiasmo, sobre a história da capela, da Penha, da cidade e esticamos uma prosa.



É muito interessante perceber essas características de grande parte dos pitanguienses (nascidos ou por opção), a receptividade e o orgulho em falar sobre a sua terra. E com o advento de grandes acontecimentos (Copa das Confederações, Copa do Mundo e as Olimpíadas) para os quais as cidades estão se mobilizando para receber as seleções e os turistas, treinar e capacitar as pessoas é fundamental. A capacitação por meio de um curso de Guia de Turismo Regional, por exemplo, pode gerar opção de trabalho, renda ao mesmo tempo em que proporciona informações de qualidade aos visitantes. (Dica: alguns cursos afins podem ser feitos através do CVT).



A matéria-prima nós temos (história, cultura, atrativos naturais, música, esporte, gastronomia, etc), e algumas boas iniciativas vem sendo promovidas nesta direção, mas se quisermos obter maiores resultados neste filão, é preciso acelerar o passo e somar forças (Poderes do Município, empresariado e sociedade) pois o Turismo é uma rede de serviços e quanto mais gente integrada, melhor. E Pitangui tem um motivo a mais para desenvolver o Turismo: os seus 300 anos em 2015.

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