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sábado, 30 de abril de 2011

Infantil do Pitangui Esporte Clube no início da década de 1960

Há tempos fiz um pedido a meu amigo, o professor Ronado Valério,mais conhecido como Nadinho, para que me cedesse fotos sobre o futebol amador de Pitangui, afinal, ele é reconhecido como um dos grandes jogadores de futebol da história da cidade. Demorou um pouco, mas ele nos presenteou com esta pérola, uma foto do infantil do Pitangui Esporte Clube. Segundo Nadinho, a foto foi tirada entre 1963-1964, ele era o ponta esqueda do time e na foto é o garoto agachado com  a bola.


Escalação da equipe da esquerda para a direita.
Em pé: ?, Marcos do Fifi, Matosinhos,Toninho Valério,?, Lucinho
Agachados: Jackson Valério, Jorge Valério, Zé Cláudio Valério, ?, Nadinho Valério

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Manhã de outono em Pitangui

Após a chuva de ontem a noite, Pitangui amanheceu com neblina na Serra. Um friozinho já se manifesta e a vontade de ficar mais tempo na cama também.

Bairro da Serra. Foto: Licínio Filho


quinta-feira, 28 de abril de 2011

Segunda Mostra de Cinema de Pitangui

Vem aí a "Segunda Mostra de Cinema de Pitangui", veja o vídeo oficial do evento.A Graziella Luciano, uma das organizadoras do evento está correndo atrás dos patrocínios, esperamos que os empresários apoiem o evento, afinal é uma grande oportunidade de colocar em prática as políticas de responsabilidade social desenvolvidas pelas grandes empresas relacionando sua marca a um evento cultural tão importante para Pitangui. O blog "Daqui de Pitangui" já está apoiando a Mostra,faça isto você também.


quarta-feira, 27 de abril de 2011

Raridade!!!


500 Mil Réis. Fábrica de Tecidos do Brumado - Pitanguy.

Recebemos a foto acima da amiga Estefânia Ribeiro, pitanguiense residente em B.H. Em suas andaças por aí a Estefânia descobriu uma raridade em um espaço cultural (o CCBB do Rio). Segue abaixo a narrativa deste achado, por ela mesmo. O mais interessante é o fato de como as pessoas estão entendendo o espírito da coisa e abraçando a causa do BLOG. O propósito é esse, mais e mais pessoas "balançando a bandeira" de Pitangui e ajudando a reunir os fragmentos da nossa história! Essas participações estão legitimando cada vez mais o trabalho do Daqui de Pitangui. Obrigado Estefânia!!!

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"A exposição é permanente e se encontra na Galeria de Valores. O acervo numismático do Banco do Brasil compõe-se de moedas, cédulas, valores, impressos nacionais e internacionais e outras peças ligadas ao dinheiro. A coleção, considerada uma das mais importantes do país, começou a ser formada em 1936 e reune cerca de 38.000 peças. Trata-se de uma exposicão permanente localizada no CCBB no centro do Rio (ao lado da Igreja da Candelaria). Segundo legenda da foto, trata-se de um "vale servico" no valor de 500 mil réis" da antiga Fábrica de Tecidos e Algodao do Brumado.

Lembrei do blog na hora que vi ela exposta!

Um abraco.
Stefania"

terça-feira, 26 de abril de 2011

Agência do Banco Hipotecário em Pitangui

Recebemos esta foto de nosso mais novo amigo, o escritor Márcio Rodrigues Teixeira. Trata-se de um registro fotográfico feito na década de 1950 da agência do Banco Hipotecário de Minas Gerais em Pitangui. Hoje, no piso inferior deste prédio funciona a agência do INSS da cidade e a parte superior abriga a Câmara Municipal.
Quem trabalhou na agência do Banco Hipotecário de Pitangui? Será que o Verinho nos dá noticias a este respeito? Quem pode nos ajudar em mais um resgate da memória pitanguiense? Estamos aguardando a sua colaboração através dos comentários desta postagem ou pelo nosso e-mail (conferir no menu do blog, na lateral direita da página).




Banco Hipotecário: um pequeno histórico.

No início do período republicano a situação econômica do Brasil não era das melhores, mesmo com o aumento das exportações de café e borracha. Em 1890, Rui Barbosa, então Ministro da Fazenda, insatisfeito com a organização bancária do país, deu início a uma reforma que permitiria a criação de bancos privados.
Empresas de capital francês aproveitaram a oportunidade para fundarem bancos no Brasil: Banco Hipotecário e Agrícola de São Paulo (1909), Banco Hipotecário e Agrícola do Espírito Santo (1911) e o Banco Hipotecário de Minas Gerais (1811). Segundo COSTA NETO (2004), além do crédito para a agricultura, estes bancos passaram a financiar e praticar modalidades de financiamentos de serviços públicos, como água, luz, esgoto e empreendimentos industriais.
Mais tarde estas instituições passaram para o controle dos estados dando origem respectivamente: BANESPA, de São Paulo; Banco do Espírito Santo e o Credireal de Minas Gerais, criado em 1919. Em 1944, era criado o Banco Hipotecário e Agrícola de Minas Gerais/BEMGE.


FONTE: 

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Sexta da Paixão em Pitangui

Milhares de fiéis em procissão.




A semana que encerra a Quaresma é intensamente celebrada pela comunidade cristã em Pitangui. A partir do domingo de Ramos as procissões e celebrações se intensificam e os fiéis católicos se reunem em demonstração de fé, nas grandes procissões. Na sexta-feita Santa, o ponto alto das celebrações é a encenação da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo, que reune milhares de pessoas no adro da Igreja Matriz.



Fim de tarde - vista da Igreja de Santa Luzia.


O pôr do sol parecia anunciar a beleza da tradição que aconteceria mais tarde, na noite de sexta. Não chegamos a tempo de presenciar e registrar a encenação da Paixão de Cristo, mas acompanhamos boa parte da procissão que, além de ser uma celebração católica, representa também um patrimônio cultural imaterial de Pitangui, pois essa prática é passada de geração em geração.





O silêncio, a luz das velas, os cânticos e as orações ressaltaram o clima bucólico da cidade.



A Lira Musical esteve presente e abrihantou a noite, com belas apresentações durante o trajeto da procissão.





Subindo a Rua do Pilar.


A chegada no adro da Matriz.





Sabemos que a Semana Santa também é fervorosamente celebrada nas comunidades rurais de Pitangui e que existem as caminhadas penitenciais até o Sacramento, Cruz do Monte e para os municípios vizinhos de Leandro Ferreira e Conceição do Pará (Santuário). Quem teve a oportunidade de participar dessas e de outras tradições da Semana Santa em Pitangui, envie os seus registros (fotos, textos e vídeos) que teremos o prazer em divulgar aqui no blog Daqui de Pitangui.




Fotos desta postagem: Leonardo Morato.

domingo, 24 de abril de 2011

Os Caminhos do Ouro: Estradas Reais no século XVIII


Agora que o assunto "Estrada  Real de Pitangui" vem à tona novamente apresento o fragmento de um artigo acadêmico intitulado "ESTRADAS REAIS NO SÉCULO XVIII: A IMPORTÂNCIA DE UM COMPLEXO SISTEMA DE CIRCULAÇÃO NA PRODUÇÃO TERRITÓRIAL BRASILEIRO", de autoria de Rafael Straforini e publicado na Revista Eletcrónica de Geografía y Ciencias Sociales da Universidade de Barcelona, Espanha, que encontrei na web. Penso que a leitura desde artigo lançará um pouco de luz sobre este tema, que disperta tanto interesse entre nós. Boa leitura!

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Os Caminhos do Ouro: um complexo sistema de fixos e fluxos no controle do território



Acreditamos que os Caminhos do Ouro configuram-se como uma nova materialidade técnica no espaço, pois para entendê-los não basta analisar apenas a “intensidade de circulação e o valor das mercadorias em trânsito”, como bem quer PEIXOTO (1951, p.37), mas todo o conjunto de infra-estruturas e de normatização que, rudimentares ou não, possibilitaram a realização do transporte e da comunicação entre o interior e o litoral, dando maior fluidez e controle sobre o território.
No que se refere às técnicas empregadas nos caminhos, podemos dizer, sem pestanejar, que eram muito rudimentares. A abertura dos caminhos demandava um grande conhecimento empírico do meio natural, ora pelas expedições de reconhecimento como aconteceu com Garcia Rodrigues e Bernardo Proença, ora marcada pela necessidade do deslocamento cotidiano, a exemplo dos moradores das margens do rio Inhomirim que ao pedirem permissão ao Rei para abertura de um novo caminho, deixam claramente transparecer que já conheciam e dominavam a rota anunciada. Em todos os casos, sempre se utilizava de trilhas indígenas bem como do conhecimento das trilhas abertas pelos primeiros moradores luso-brasileiros desde o século XVII, passados de geracão em geracão pela tradição oral.
Para Prado Jr (2000, p.262-263), a definição do traçado dos caminhos “não escolhia outro critério senão a economia de esforços na construção, e o limite extremo do justo trafegável.” Quanto a largura do traçado, limitava-se “ao extremo necessário”, tendo as tropas de animais de carga que caminharem sempre em fila indiana. As pontes eram raras, obrigando os viandantes, em algumas situações, realizarem desvios consideráveis em busca de leitos mais razos, ou ainda, o uso de canoas para a travessia das cargas e pessoas, enquanto os animais atravessavam os rios a nado. No que se refere ao calçamento de pedra, “são na colônia verdadeiros prodígios de tão raros; [podendo] contar os trechos calçados nos dedos de uma só mão, e medi-los a palmo. [29] ” O que se fazia na maioria das vezes era revestir os solos mais alagadiços e os atoleiros com pedaços de madeira atravessados. Assim, sintetiza o autor:

“em suma, a técnica da construção de estradas na colônia é o que pode haver de sumário e rudimentar, e a trafegabilidade delas estava muito mais entregue aos azares da natureza que às artes dos homens” (Prado Jr., 2000, p.263).

Embora o traçado dos antigos Caminhos do Ouro obedecessem, sobretudo, aos elementos da natureza, procurando evitar as serranias, as corredeiras, a transposição de leitos profundos, os encharcados, entre outros, eles foram abertos com a intencionalidade de diminuir a distância e o tempo entre o litoral e a zona de mineração, pois quanto mais longa e demorada fosse a circulação, menos eficiente seria a exploração aurífera, a ocupação do sertão e, principalmente, o controle do quinto real e dos demais impostos que recaíam sobre a produção e circulação de mercadorias, logo, um obstáculo a empresa mercantil portuguesa.
Tínhamos, desta forma, a força e a intencionalidade de um tempo hegemônico comandado pelo capital mercantil português, que, por essência, demandava de maior rapidez e controle na circulação, pois estava articulado com os grandes comerciantes portugueses, que por sua vez, também estavam articulados com agentes mercantis mais fortes situados em outras praças, destacando-se a capital inglesa. Todavia, esse tempo hegemônico não se instalou na América Portuguesa imprimindo a mesma velocidade, racionalidade e socioespacialidade de seu ponto de origem ou de seu desejo, pois ao tocar o espaço encontrou condições específicas, obrigando-o a adaptar-se a elas. Se o tempo da circulação marítima obedecia ao período manufatureiro[30] , o tempo da circulação interna, ainda que sobre os Caminhos do Ouro, foi obrigado a adaptar-se aos condicionantes naturais, e, sobretudo, a velocidade do trotar dos muares! Tomando as técnicas da circulação como objeto de análise, não teríamos na Colônia um tempo comandado pelo“meio natural”, conforme nos ensina Santos (1997, p. 187). Entrementes, pelo simples fato dos Caminhos de Garcia Rodrigues (Couto) e de Bernardo Proença (Inhomirim) terem diminuído em mais noventa dias o tempo de circulação interna com a abertura de caminhos cada vez menos dispendiosos, estes podem ser considerados como novas bases técnicas ou próteses instaladas sobre a ainda exuberante “natureza”, pois foi, antes de mais nada, um encurtamento espaço-temporal desejado e intencionalizado.
Geograficamente, o estudo do sistema de circulação terrestre no Brasil setencentista implica na análise da própria materialidade produzida ao longo dos caminhos e de suas bases normativas, aqui com ênfase para as políticas tributárias. É a partir dessa normatização que a Coroa agiu sobre o território, sempre objetivando a garantia de maiores arrecadações ao Erário Real. Não é de outra forma que o Governador do Rio de Janeiro, Artur de Sá e Meneses, ao comunicar ao Rei, em 1698, que um caminho novo seria aberto para ligar as minas de ouro localizadas no interior do Brasil ao porto do Rio de Janeiro. “Em pouco mais de quinze dias” enfatizava que este seria de grande interesse da Coroa porque “pende o interesse de se aumentar os quintos pela brevidade do Caminho.” [31] Nas palavras de Santos (2001, p. 149)
“O interesse fiscal, base da política metropolitana para a região mineradora da Colônia, prevalecia sobre qualquer outro – cumpria, antes de tudo, ter as rotas de comunicação das minas devidamente controladas e fiscalizadas, para que nelas se pudesse extrair uma massa cada vez maior de tributos para o tesouro real.”
Para que essa base normativa se realizasse plenamente foi necessária a implantação de uma base material de controle, tais como as casas de fundição e as casas de Registro de Ouro na região aurífera, requalificando o que antes era chamado de “sertões auríferos”. Todavia, os primeiros registros, as casas de fundição e as Intendências não foram capazes de impedir o contrabando do ouro e a sonegação do Quinto Real, pois as materialidades e normatizações foram instalados numa área de pouca definição política administrativa. Podemos dizer que a ausência de um poder forte na região ainda era resquício do longo período de autonomia das câmaras municipais frente ao poder dos Capitães Donatários e Governadores das Capitanias Reais. Foi necessária uma ampla reforma político-administrativa tanto no que se refere a criação e/ou extinção de capitanias e delimitação de suas fronteiras; criação e/ou elevação de povoados à vila ou cidade, quanto à transferência do centro político econômico antes sediado em Salvador para a cidade do Rio de Janeiro. Estavam criadas, então, as condições para que o poder régio, no objetivo de aumentar o seu erário, se assentasse sobre as ricas minas de ouro. O que antes era um sertão, despossuído de poder institucional, agora, passara a ter uma base político-administrativa a partir da criação da capitania de São Paulo e Minas de Ouro e das câmaras municipais sobre as quais o representante direto da Metrópole – o Capitão-General - se apresentava.
Concomitante a instalação do Poder Régio, também se intensificava a cobrança dos tributos. A política fiscal (base da política territorial das Minas Gerais) não se limitou à cobrança do Quinto Real. Com o crescimento da circulação interna de mercadorias e pessoas, dada a especificidade da configuração urbana instalada na região, a Coroa não se fazia de rogada em taxar também a produção de gêneros de abastecimento (dízimos), além de cobrar os direitos das entradas nas vilas e passagem pelos rios.
Com o aumento da atividade comercial, os registros não foram capazes de controlar sozinhos toda a circulação nos caminhos reais, obrigando, desta feita, o acréscimo de barreiras ou postos policiais ao longo dos caminhos, entre um registro e outro, ou ainda na ausência destes. Enquanto o registro tinha função fiscal, as barreiras serviam para que os contrabandistas não escapassem dos olhos da Coroa pelos inúmeros descaminhos que se abriam. Em todos eles, os comerciantes, os mineiros e toda “gente” deviam apresentar suas documentações, porém, conforme enfatiza Garcia (1995), cabia aos registros a revista minuciosa da carga, à procura do ouro e das pedras preciosas.
Sem um complexo sistema de fiscalização e de cobrança a política tributária lusitana não teria sido capaz de ser implantada em tão vasta região. Os registros e as barreiras assumem papel central nessa tarefa, sendo fixados ao longo dos principais caminhos, em lugares estratégicos como a travessia de rios, desfiladeiros, cruzamentos e bifurcações de caminhos, ou seja, num ponto de passagem praticamente obrigatório. O que antes eram apenas picadas abertas no meio da mata e percorrendo fundo de vales quando possível, passaram a ser enriquecidos com essas materialidades carregadas de conteúdos normativos e de fiscalização.
Os Caminhos do Ouro assumiam, nesse sentido, papel central na política territorial portuguesa, pois não eram apenas eixos de circulação, mas sim e, sobretudo, o instrumento concreto de controle do território, pois, nenhuma política tributária teria efeito sem um sistema de circulação que lhe desse sustentação. Desta forma, ao contrário de PERIDES (1995, p.82), que ao diferenciar a atividade açucareira da mineira defende a idéia de que enquanto na primeira a fiscalização ocorria na circulação e na segunda o controle realizava no próprio processo produtivo, acreditamos que o sistema de circulação era a própria essência do controle da produção aurífera e das pedras preciosas, ou seja, um não poderia existir sem o outro.
Enfim, os caminhos sozinhos, isto é, apenas com seus leitos abertos, não eram capazes de garantir as transformações socioespaciais que viriam, em breve, alterar a configuração territorial brasileira. Para adquirirem essa “eficiência”, os caminhos foram enriquecidos com objetos técnicos – materialidades -, tais como: pontes, pousos, ranchos, avendas (sic), registros e sesmarias de abastecimento; bem como por um complexo sistema de ações – base normativas - de controle territorial.



FONTE:
STRAFORINI, R. Os Caminhos do Ouro: A importância de um complexo sistema de circulacão na reestruturacão do território colonial brasileiro s. Scripta Nova. Revista electrónica de geografía y ciencias sociales. Barcelona: Universidad de Barcelona, 1 de agosto de 2006, vol. X, núm. 218 (33). [ISSN: 1138-9788] , acessado em 14/04/2011.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Dica de Leitura: Arraial de Nossa Senhora da Abadia dos Monjolos

A dica de leitura de hoje é o livro "Arraial de Nossa Senhora da Abadia dos Monjolos", de autoria de Márcio Rodrigues Teixeira. Tive acesso ao livro dias atrás, quando recebi um e-mail do autor, que cordialmente me enviou um exemplar acompanhado de um DVD muito interessante com informações e imagens sobre a cidade de Martinho Campos. Desde já agradeço o belo presente.
A obra, além de apresentar um histórico do município de Martinho Campos, localizado no centro-oeste de Minas Gerais,é também um belo resgate da memória daquela cidade. O título do livro faz referência ao nome original deste município mineiro.
Trabalhos como este são de grande relevância para a preservação da memória histórica dos municípios mineiros, em especial aqueles do centro-oeste mineiro. Preservar as raízes nos garantem o sentimento de pertencimento.





Márcio no dia do lançamento de
seu livro na biblioteca pública
de Belo horizonte:setembro 2009
Márcio Rodrigues Teixeira nasceu em Martinho Campos e reside atualmente em Belo Horizonte. Antes de lançar "Arraial de Nossa Senhora da Abadia dos Monjolos" escreveu contos, causos e artigos para jornais do interior de Minas Gerais. O autor tem laços familiares com Pitangui, onde nasceu sua mãe, que se formou como professora na Escola Norrmal.
Em Martinho Campos o livro pode ser adquirido na Livraria da Bina, Praça Governador Valadares,centro. Em Belo Horizonte, o livro pode ser comprado na Praça Sete, centro, na banca de jornais em frente ao edifício Mariano. Mas você também pode adquirí-lo pela internet acessando o site do autor, que está muito interessante: http://www.revistaabadia.com.br/



FONTE:
TEIXEIRA,Márcio Rodrigues. Arraial de Nossa Senhora da Abadia dos Monjolos.Belo Horizonte, Armazem de Ideias, 1ª ed.,2009.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Trem Bão


Fonte: you tube (Globo Minas). Acessado em 18/4/2011.




Neste 21 de abril de 2011, dia de Tiradentes lembramos da Inconfidência Mineira, um dos maiores movimentos libertários da história do Brasil Colônia. O nosso estado é um gigante em movimento que ao mesmo tempo em que preserva as suas origens históricas também, lança tendências e impulsiona este país. Hoje é dia de exercer a nossa Mineiridade, ou seja, é o dia de ressaltar as nossas raízes. É dia de falar uai, de comer pão de queijo, feijão tropeiro, de ouvir Clube da Esquina, de encontrar os amigos e tomar uma branquinha, ou fazer o que der vontade. Minas



As montanhas escondem o que é Minas
Ninguém sabe Minas
Só os mineiros sabem
E não dizem nem a si mesmos o
irrevelável segredo chamado Minas

(Carlos Drummond de Andrade)


OBSERVAÇÃO:
Esta postagem é de autoria de Leonardo Morato,mas por problemas técnicos foi creditada a mim.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Fotos raras da fábrica de tecidos do Brumado

Nesta postagem contamos com a ajuda de nossos colaboradores Vandeir Santos e Nicodemos Rosa. As fotos raras da fábrica de tecidos do Brumado, aquela que já foi retratada recentemente em uma postagem sobre o livro que conta a história de seu fundador, Francisco Botelho,nso chegou através do Nicodemos, que,por sua vez, as recebeu de uma amiga,Maria das Graças Lopes Rocha Milhomem , que mora no Brumado e vem se dedicando a rsgatar a memória daquele agora bairro de Pitangui.






terça-feira, 19 de abril de 2011

Semana Santa em Pitangui

Hoje, dentro das celebrações da Semana Santa em Pitangui houve encenação na Praça da Matriz de Nossa Senhora do Pilar, seguida de procissão de Nosa Senhora das Dores até a Santa Casa de Misericórdia, onde foi celebrada missa por Padre Toninho, com presença do coral Santíssimo Sacramento.











Caminhada para a Cruz do Monte

A cruz da capela.
(Foto: Léo Morato)

Na sexta-feira da Paixão (22/4), na Semana Santa de 2011 em Pitangui, haverá uma caminhada religiosa até a Capela da Cruz do Monte. O cortejo sairá da Praça Antônio Fiuza às 06:30 da manhã. (Programação da Paróquia de N. S. do Pilar). O encontro é um ato de penitência, na reflexão do martírio de Cristo, segundo a tradição católica. Além da manifestção de fé, é preciso fólego e disposição para subir até o alto da serra, mas a sensação de "dever cumprido" deve ser compensadora.
A saída na Praça Antônio Fiuza.
Fotos da caminhada: Vandeir Santos.
Em 2010, o nosso amigo Vandeir Santos, colaborador do Blog, participou da caminhada e fez alguns registros fotográficos desta manifestção religiosa de Pitangui, que hoje compartilhamos as imagens aqui no blog.
A subida do Bairro N. S. de Fátima.




Caminhada de fé e persistência.



A medida que se sobe a serra, a paisagem revela a cidade.

A chegada no alto da serra, rumo à capela.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Semana Santa em Pitangui

Hoje tivemos encenação na Praça da Matriz de Nossa Senhora do Pilar e, em seguida, procissão do Nosso Senhor dos Passos até a Capela de Nosso Senhor Bom Jesus, onde padre Rodrigo celebrou bela missa, com a participação de grande número de fiéis e do coral São José.










Clique nas imagens abaixo para ler a
programação da Semana Santa em Pitangui.

População livre e escrava em Pitangui (1831-1832).

Encontrei na net um interessante trabalho intitulado "Indústria Artesanal de tecidos em Minas Gerais", de autoria de Macelo Duarte Moura. Nele é apresentado alguns dados demográficos interessantes sobre a população livre e escrava de Minas Gerais na primeira metadade do século XIX.
Os dados são referentes às "Listas Nominativas", uma espécie de censo. Segundo as Listas Nominativas, a população da província de Minas Gerais era de 381.450 habitantes (dados referêntes à 1831-1832).

Clique na tabela abaixo para visualizar melhor as informações.


Fonte:

domingo, 17 de abril de 2011

A Musicalidade Pitanguiense

Passando o som.

Na sexta dia 4/3/11, prévia de carnaval, estivemos lá no Pote Bar (um espaço bastante arrojado, inaugurado recentemente em Pitangui), onde a boa música tomou conta da noite.



No embalo das marchinhas.


Na companhia de amigos, tomando uma cerva gelada, apreciamos a musicalidade pitanguinse, na reunião de grandes músicos locais e ou com raízes em Pitangui.


Arranjos & solos.


Tocando clássicos da MPB, sambas antigos, marchinhas e frevos no melhor estilo "Dôdô e Osmar", a banda foi formada por: Carlos Wagner (bateria), Waguinho (percussão), Delan (contra baixo), Dênio Caldas (violão elétrico) e Dí Lopes (guitarra).



O Ricardo (Paletó de Veludo) também deu uma canja com a banda.



Sinergia musical. Fotos: Leonardo Morato.



Quem foi ao Pote naquela sexta de carnaval, certamente gostou da apresentação, do repertório da banda e do ambiente. Por falar nisso, para quem quer visitar a cidade e curtir a noite de Pitangui, recomendamos o espaço que dispõe de petistos em geral, cerveja gelada, estrutura diferenciada, atrações musicais diversas e bom atendimento sob a direção do Babá. Vale a pena conferir!