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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Refazendo o caminho do ouro


O início da trilha.
Clique nas imagens para ampliá-las.

Na tarde da última sexta-feira recebi o convite do professor Licínio para uma caminhada ecológica. Fomos fazer a trilha da antiga estrada Real de Pitangui, na Mata do Céu, para colocar as prosas em dia e respirar um ar puro. Há dois anos, em agosto de 2009 esse mesmo trajeto foi feito pelo Dênio e o Licínio e a caminhada deu origem a esse blog, conforme já divulgamos por aqui.




Portanto, para encerrar o mês do 2º aniversário do Daqui de Pitagui, compartilhamos algumas imagens da fauna e da flora que registramos pelo caminho. A trilha é longa, apresenta um certo grau de exigência mas o passeio é sensacional e vale o esforço. O único ponto negativo foi o lixo encontrado em alguns pontos, durante o trajeto. Lamentável!!!










Ao final da trilha resolvemos subir até a Cruz do Monte para fechar o passeio com chave de ouro. À medida em que se sobe a serra a cidade aparece aos poucos e a paisagem se torna mais bonita revelando um mar de montanhas. Já estamos planejando a próxima caminhada do Blog, em algum outro
Patrimônio Natural de Pitangui, bora?





Fotos: Léo Morato e Licínio Filho.








O contato com a natureza faz bem para o corpo e para alma!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

União Futebol Clube, de Martinho Campos tem sua história contada em livro


O escritor Márcio Rodrigues Teixeira lança no próximo dia 03 de setembro, seu mais novo livro, "União Futebol Clube Fatos & Fotos", que conta a história da tradicional equipe de futebol de Martinho Campos. O lançamento será na Quadra de Esportes do UFC, conforme convite abaixo. Congratulamos o escritor por mais este livro e faremos o possível para estarmos presente ao lançamento. Os amantes do futebol amador do centro-oeste mineiro e, em especial, os torcedores do UFC devem prestigiar este lançamento e também adquirir um exemplar.

Clique na imagem abaixo para ampliá-la:

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Outro olhar sobre o Chafariz

Nas imagens de hoje, mostramos novos ângulos do Chafariz da praça, ressaltando os detalhes deste belo monumento que faz parte da história pitanguiense.



Patrimônio histórico-cultural: preservar para existir, existir para preservar.


O Chafariz foi um local de interrelação social onde os populares confidenciavam assuntos diversos, quando iam buscar a água. Para saber mais sobre a história deste importante monumento da nossa cidade, acesse o marcador no fim deste post. : Chafariz da Praça Getúlio Vargas.

Fotos: Léo Morato, em 21/8/2011.

domingo, 28 de agosto de 2011

Caminho da Roça

Foto:Licínio Filho

Viver em Pitangui é
 transitar entre o urbano e o rural,
 é ir pra fazenda, pro rancho,
 o retiro, o cantinho.
É estrada de terra, é poeira,
ver ipê amarelo do cerrado mineiro.
É ir pro curral, prosar na cozinha,
quitanda na mesa, provar da pinguinha.

sábado, 27 de agosto de 2011

Hoje é dia de feira


Olha o tomate!

Há aproximados quinze aos, aos sábados, acontece a tradicional feirinha na praça. Inicialmente, quando foi inaugurada na Admistração do prefeito Dr. Joaquim, a feira acontecia na praça Amador Lobato, na entrada da cidade, conhecida também como Praça da Feirinha (atual local de realização de eventos maiores como o carnaval).


A interação e a descontração da feira.

A finalidade principal da feira é a comercialização dos produtos produzidos na zona rural de Pitangui. Atualmente ela acontece na praça 9 de junho (naquele retorno próximo à rodoviária) , das 7h às 13 h aproximadamente e além dos produtos agrícolas, os frequentadores da feirinha podem apreciar uma cervejinha gelada acompanhada dos churrasquinhos.


Cerveja e churrasquinho, sob o comando do "Tonho" e do "Bita".

Opiniões divergem e se complementam com relação ao melhor espaço para o funcionamento da feirinha. Uns aprovam o local atual, outros alegam que atrapalha o trânsito, outros preferem o espaço amplo da praça Amador Lobato. Tem até sugestão para que a feira seja realizada próximo à Estação Cultural (Rodoviária Velha), reaproveitando o espaço entre os dois retornos. O fato é que a feira tem a sua utilidade, merece melhorias e certamente é assunto de pauta nas reuniões das autoridades locais.


D. Eliana (há 10 anos na feira) com o filho Carlos, na barraca de verduras e legumes.

Tivemos a informação (não oficial) de que por iniciativa da Prefeitura, a feira deverá ser admistrada pela recém criada Cooperativa dos Produtores Rurais de Pitangui, fucionará no antigo estacionamento de Táxi ao lado da rodoviária e contará também com barracas de artesanato.


Panorâmica da feirinha.

Que venha então a nova feira, com mais variedade de produtos; acessibilidade; comodidade; infra-estrturura; e segurança. A feira da praça já faz parte do cotidiano da cidade, exerce a sua função social (saída para os produtos rurais e ponto de lazer e entretenimento do pitanguiense) e já virou tradição em Pitangui!

Fotos e texto: Leonardo Morato.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Fernando Brant

Na quarta-feira passada, 24 de agosto, Fernando Brant em sua crônica semanal, citou uma passagem da infância dele aqui em Pitangui. A história dos passeios a cavalo é comum nas nossas fazendas e sítios. Qual criança nunca cavalgou nos pastos ou mesmo na cidade ? Hoje em dia, essa diversão interioriana pouco acontece e só quem viveu a experiência sabe contar. Que o diga Fernando Brant !!

O menino e o cavalo

Viver é perigoso,como disse Guimarães Rosa, mas é muito perigoso mesmo. Às vezes nos damos conta de que já vivemos um monte de dias, queremos sempre mais e nos lembramos de trapalhadas e estripulias em que nos metemos, saindo ilesos, ou quase, de todas. Minha mãe, e todas as mães, dizia que havia um anjo da guarda protegendo cada criança.Um para cada uma, senão a tarefa seria impossível. Mania de subirem muros altos e caminhar em cima deles como se fosse o chão, andar e andar sem medo de cair. No meu caso, tinha a prática de percorrer distâncias me equilibrando na linha do trem, em Diamantina. Meu pai cuidava da digestão caminhando após o almoço e eu, a seu lado, o seguia em cima do trilho da estrada de ferro. Até hoje, andando por Copacabana, no Rio, quando passo pela Avenida Atlântica, observo um prédio, numa esquina, e me arrepio de imaginar que, para abrir a porta do apartamento de um tio, percorri alguns metros de um parapeito do décimo andar. Nas peladas de rua eu era driblador, com destino certo para o gol.Minhas camisas eram rasgadas naquela correria louca, mas preferia ser agarrado do que calçado. Cair no asfalto ou no calçamento de pedras, sem estar esperando, poderia ser um desastre. Pontos na cabeça, joelhos estropiados, isso era normal. Ainda me lembro de uma redação que fiz na aula de francês contando que tinha trincado o braço (nunca quebrei nenhum osso): “J’ai felé mon bras”. Êta sucesso. Recordo-me de um verso de Manuel Bandeira: “Os cavalinhos correndo e nós cavalões comendo”. É o que fazemos em volta da mesa, botando a conversa em dia, assuntando sobre passado, presente e futuro. Alguém fala de uma vez em que caiu do cavalo, atolado no brejo.
O animal ficou preso e o cavaleiro passou por cima, indo,também, se esborrachar na lama podre. E se fala de amigos que, ultimamente,sem conseqüências mais agudas,têm fraturado costelas, clavículas e omoplatas praticando esportes equestres. Aí contei a minha história. Como cavalguei pela última vez. Menino, visitava meus avós maternos em Pitangui e fui, com um monte de primos, à fazenda do tio Rochinha, sábio político do velho PSD mineiro. Não poderia perder oportunidade de cavalgar pelos campos do Oeste. Lá fui eu,com um animal que, me garantiram, era manso. No início do passeio tudo estava sob controle. Até que comecei a perceber que o bicho trotava tranquilamente desde que nenhum outro passasse à sua frente. Quando ultrapassado, ele apressava o trote. Até que, a 100 metros da porteira da fazenda, um primo acelerou o seu animal.O meu começou a galopar, disparou em direção da porteira que estava fechada, me agarrei a ele, que era o dono da situação. A porteira chegando, chegou. E ele saltou por cima dela. Agarrado a ele, no corpo e nas cordas. Finda a façanha, ele estancou e eu desci. Para nunca mais subir em nenhum cavalo, por maismanso e belo que seja.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Manhãs de inverno


Neste inverno seco, as frias manhãs em Pitangui nos reservam boas imagens, anunciando um novo dia!


E o dia amanhece na Sétima Vila.



Silhueta da capela.

Fotos: Léo Morato. 17/8/11.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A Igreja dos Mota – 1ª Igreja do centro-oeste mineiro

Nesta postagem apresentamos mais um belo trabalho de pesquisa de nosso amigo e colaborador, Vandeir Santos.Leia o artigo abaixo e se surpreenda com o que ele nos revela.

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Em seu livro A História de Pitangui, pág. 85 – Capítulo XXV – AS QUATRO IGREJAS MATRIZES (1ª E 2ª) – PRIMEIRA MATRIZ PROVISÓRIA – Monsenhor Vicente Soares nos descreve o seguinte:

“São Gonçalo do Mota, eis a primeira igreja construída em terra pitanguiense algum tempo antes ou depois de 1703, ano da criação desta paróquia. E assim sendo, a a capela local de Peçanha foi edificada mais tarde, no alto do Batatal, em 1720, pelo bandeirante paulista Capitão José de Campos Bicudo, sogro do Velho da Taipa.

A capela de São Gonçalo dos Mota serviu de primeira matriz provisória, por uns 12 anos, antes da criação da Vila, o que ocorreu aos 9 de junho de 1715. Ao que consta, tal Vila Distrital foi instalada ali mesmo nos Mota, em caráter provisório, enquanto se construía casa própria no centro da aldeia...Mota foi o cenário da batalha-motim do quinto do ouro. Fica à margem direita do Rio São João, e aquém de Sant’Ana do Onça, onde também era intensa a cata do ouro.

Contavam os antigos que a Matriz do Mota era regular, rodeada de cemitério, com patrimônio em terras e capelão transitório. Antes do ano de 1748, o Padre Bernardo Rabelo fora nomeado e provisionado Capelão de São Gonçalo do Mota, de Pitangui. (História da Arq. de Mariana). Até hoje se encontram no Mota vestígios da igreja e de casas circunvizinhas, entre minas velhas abandonadas. Hoje, no local, na faixa marginal entre o Rio São João e a estrada rodoviária, estão situados sítio e pomar do Dr. José Maria de Carvalho.”

19º43’25.0” S e 44º50’51.1” O – Estas são as coordenadas de localização da igreja dos Mota, mas engana-se quem achar que ainda existem os vestígios dos quais nos falou o Monsenhor nos fins da década de 1950. Pitangui perdeu mais um pouco de sua história, o alicerce de 300 anos foi destruído pela lâmina do trator do Sr. Newton Cardoso !


Foto: Vandeir Santos

Na segunda, 4/7/11, eu e Marcos Barrica solicitamos ajuda a Sra. Silvanya Araújo, moradora do Brumado que nos apresentou ao Sr. Antônio Augusto de Faria, o Buzina, nascido e criado naquela região e conhecedor do local da igreja. Ela se situava onde posteriormente o trajeto da ferrovia formou uma alça, a cerca de 300 metros do trevo da portaria da fazenda Rio Rancho. Segundo Buzina, ela era retangular e tinha, mais ou menos, uns 8 metros de comprimento por uns 4 de largura, o alicerce era largo, com quase um metro, feito com “pedra-jacaré” e ficava “no sentido da fazenda do Newton”. Nos conta que quando levava comida para o pessoal que estava roçando na capela – assim os antigos chamavam o local – todos se sentavam no alicerce e almoçavam ali. Ele ainda nos deu informações muito interessantes, a “estrada carreira” (Estrada Real) passava uns 100 metros abaixo, antes da atual rodovia BR 352 e que a ferrovia cortou o cemitério ao meio. Quando o terreno foi planado, o trator jogou o alicerce em uma vala de mineração existente no sentido oposto ao da estrada, ou seja, a igreja tinha a sua frente voltada para a Estrada Real e o cemitério a sua direita. Este cemitério, além de ser o primeiro de Pitangui, muito provavelmente foi o local de sepultamento dos mortos no motim de 1720, o qual ocorreu a cerca de 4,5 quilômetros dali. Mas esta parte da história também se perdeu sob o trator.

Foto: Vandeir Santos
A única coisa que lembra a igreja são umas poucas pedras-jacaré que ficaram afloradas no solo. O uso do detector de metais foi em vão, pois a lâmina do trator cortou fundo para que o volume removido tampasse a vala de mineração que existia na parte de trás da capela.

Fica a sugestão para que nos 300 anos o local seja estruturado para uma missa ou mesmo que se recolham as poucas pedras que restaram para que se faça um pequeno altar em um outro local. É importante que a capela não seja totalmente esquecida, embora esteja totalmente destruída.


Vandeir Santos

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Foto de Nicodemos recebe homenagem


Relâmpagos de Pitangui.

O fotógrafo pitanguiense Nicodemos Rosa recebeu uma homenagem pelo click intitulado de Relâmpagos de Pitangui-MG. A imagem acima foi contemplada na categoria de Prêmio Especial de Fotografia. O concurso foi promovido pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), sob o título “Momento Único – A Melhor Foto e Vídeos de Raios no Brasil”.

Ao amigo "Niko" as nossas sinceras congratulações por esta justa e merecida premiação e por ter representado tão bem a nossa cidade!

Confira abaixo o Release veiculado pelo ELAT:

ELAT / INPE divulga resultado do concurso “Momento Único – A Melhor Foto e Vídeos de Raios no Brasil”
O Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulga os vencedores do concurso “Momento Único – A Melhor Foto e Vídeos de Raios no Brasil” em solenidade de abertura da XIV Conferência Internacional de Eletricidade Atmosférica (ICAE 2011), com a presença de diversas autoridades de ciência e tecnologia e do setor elétrico.
O concurso teve a participação de 11 estados do país, que enviaram no total 1.770 fotos e 81 vídeos em alta resolução. A cerimônia fez uma homenagem e a entrega da premiação para Jacomo Piccolini (Melhor Foto), Christian Spencer (Melhor Vídeo) e também Alex Amorim (Prêmio Especial Fotografia). Este concurso, realizado pelo ELAT/ INPE, foi o primeiro do gênero no Brasil e teve como principal objetivo despertar nas pessoas a curiosidade sobre os raios e estimular a busca de informações sobre o fenômeno. Tal curiosidade é a base para qualquer ação voltada a minimizar as mortes por raios no país.
Na categoria Melhor Foto, o primeiro colocado (Jacomo Piccolini) registrou uma imagem em Campinas - SP.
A grande dificuldade de realizar uma foto como essa foi conseguir capturar um raio com alto grau de nitidez em um dia com grande luminosidade, e este foi um dos principais motivos que esta foi a foto vencedora do concurso.
Iara Cardoso, coordenadora de comunicação do ELAT / INPE
“A grande dificuldade de realizar uma foto como essa foi conseguir capturar um raio com alto grau de nitidez em um dia com grande luminosidade, e este foi um dos principais motivos que esta foi a foto vencedora do concurso”, comentou Iara Cardoso, coordenadora de comunicação do ELAT / INPE.
O segundo colocado, Romulo Venâncio, fotografou um raio em São Vicente – SP. Na terceira posição ficou a foto de Claudine Dereczynski, registrada no Rio de Janeiro. E no quarto lugar tivemos um registro feito por Claudio Heckler na Praia da Gamboa, Santa Catarina.
Na categoria Melhor Vídeo, o primeiro colocado (Christian Spencer) gravou uma coletânea de raios em Itatiaia – RJ. O segundo colocado, Julio Cesar Dias, registrou imagens no Rio de Janeiro. Em terceiro lugar ficou um vídeo registrado por Jacomo Piccolini, com filtro infravermelho e uma câmera de alta velocidade, também em Campinas – SP.
Também foram homenageados mais quatro fotógrafos através da categoria Prêmio Especial de Fotografia pelas interessantes fotos registradas de uma tempestade vista de um avião em Guarulhos – SP (por Alex Amorim), de um raio e um arco-íris compondo a mesma imagem realizada em Pitangui - MG (por Nicodemos Rosa), com filtro infravermelho em Campinas – SP (por Jacomo Piccolini) e de uma paisagem inusitada em Jaguariúna – SP (por Carlos Penna).
O banco de imagens do concurso também irá compor cenas do primeiro filme-documentário sobre os raios no Brasil. Intitulado “Fragmentos de Paixão – Que Raio de História”, o filme está sendo realizado pelo ELAT / INPE e será lançado em março de 2012. As gravações começam em setembro deste ano e irão contemplar os raios no contexto da história, cultura e ciência nacional.
Assessoria de Imprensa - ELAT / INPE. 10/8/2011.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Documentos do século XVIII



No início deste mês de agosto (mês do 2º aniversário do Blog) estivemos no Arquivo Histórico Ultramarino em Lisboa, onde pesquisamos e encontramos vários documentos raros sobre Pitangui, referente ao período do ciclo do Ouro no Brasil, enquanto colônia de Portugal. Apresentamos hoje mais uma dessas relíquias. Trata-se de um Requerimento de Bernardo da Silva e Almeida (com data de 22/6/1727), solicitando a nomeação no Ofício de Tabelião das Notas da Vila de Pitangui. Para saber mais sobre o arquivo Ultramarino e a referida pesquisa, acesse o marcador ao final da postagem.

O Requerimento.

O Parecer sobre o requerimento.


Aguardem as próximas postagens desta série.

domingo, 21 de agosto de 2011

Visita de Magalhães Pinto à Pitangui

Mais uma pérola do arquivo fotográfico do Verinho !!




Trata-se da visita à Pitangui do então governador Magalhães Pinto no ano de 1965, discursando à população, no adro da Matriz de Nossa Senhora do Pilar.


Com a digitalização, a fotografia perdeu a qualidade e tivemos que montá-la, pois a mesma foi fotografada em duas partes.



sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Hoje é o dia do Historiador!

O relógio do templo.

Hoje, dia 19 de agosto, comemora-se o Dia Nacional do Historiador! A data foi estipulada pela Lei nº 12.130 de 17 de dezembro de 2009.
O historiador é um indivíduo que estuda e escreve sobre a história e é considerado uma autoridade neste campo. Historiadores se preocupam com a narrativa contínua e metódica, bem como a pesquisa dos eventos passados, relacioados ao ser humano e o estudo dos eventos ocorridos ao longo do tempo. Embora o termo historiador possa ser usado para descrever tanto os profissionais quanto os amadores da área, costuma ser reservado para aqueles que obtiveram uma graduação acadêmica na disciplina. Alguna historiadores, no entanto, são reconhecidos unicamente com mérito em seu treinamento e experiência no campo. Tornou-se uma ocupação profissional no final do século XIX. (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Historiador. Pesquisado em 18/8/2011).



Professor Licínio.

As principais atividades ou campos de atuação do Historiador são: atuar no ensino e na pesquisa; organizar acervos públicos e privados; fornecer informe técnico de preservação; escrever trabalhos acadêmicos; atuar em áreas políticas e culturais; atuar em museus e casas de cultura.

Professor Dênio.

Então, neste 19 de agosto aproveito a data para homenager os parceiros Licínio Filho (professor pós graduado em História) e Dênio Caldas (graduando em História no Uni-BH) pela profissão e, principalmente pelo tempo e disposição dedicados à pesquisa e ao garimpo histórico sobre Pitangui, compartilhados nas postagens aqui no Blog.


Licínio e Dênio.

Sucesso meus amigos e bons achados pelas veredas da História!!! Temos que marcar uma"reunião de trabalho" para comemorar a data!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Outro olhar sobre Onça do Pitangui

Juliana Abreu sempre vai à Onça do Pitangui,onde seu avô, o senhor Zé Abreu,tem uma pequena propriedade rural. Em uma destas visitas fez estes registros fotográficos,que publicamos nesta postagem.


Foto:Juliana Abreu

Foto: Juliana Abreu


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Voleibol Feminino em 1960



Mais uma pérola do arquivo fotográfico do Verinho !!


Trata-se de um time de voleibol pitanguiense da década de 60.


Em pé (esq-dir) : Letícia Nunes, Heloísa Bicalho, Vanja Caricate, June Malaquias, Ângela Diana, Ivone Navarro, Edméia do Olivério e Aparecida

Agachadas : Vera Megale, Elci do Olivério e Rita de Cássia

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Escoteiros em Pitangui





Na década de 80, sob a batuta do Tenente Paulo Praxedes, aconteceu em Pitangui o Movimento Escoteiros do Brasil. Boa parte dos jovens pitanguienses da época participaram do Movimento e ainda hoje seguem os princípios do escotismo. A diretoria do grupo, além do Praxedes, era formado também pela D.Iole Malaquiase e pelo Sr.José Emídio.




O Escotismo, fundado por Lorde Robert Stephenson Smyth Baden-Powell, em 1907, é um movimento mundial, educacional, voluntariado, apartidário, sem fins lucrativos. A sua proposta é o desenvolvimento do jovem, por meio de um sistema de valores que prioriza a honra, baseado na Promessa e na Lei escoteira, e através da prática do trabalho em equipe e da vida ao ar livre, fazer com que o jovem assuma seu próprio crescimento, tornar-se um exemplo de fraternidade, lealdade, altruísmo, responsabilidade, respeito e disciplina.



A primeira notícia sobre o Escotismo publicada no Brasil foi no dia 1o de dezembro de 1909, no número 13 da revista Ilustração Brasileira editada no Distrito Federal, no Rio de Janeiro, e com circulação nacional. A reportagem tinha o título : Scouts e a Arte de Scrutar; ocupava três páginas e apresentava 7 fotografias. A matéria fora preparada na Inglaterra pelo 1o. Tenente da Marinha de Guerra Eduardo Henrique Weaver, onde se encontrava a serviço. Teve, assim, a oportunidade de presenciar o nascimento do Movimento Escoteiro – Scouting for Boys, criado em 1907 pelo General Inglês Baden-Powell – B. P. Na época, juntamente com o Tenente Weaver, encontrava-se na Inglaterra numeroso contigente de Oficiais e Praças da Marinha – preparava-se para guarnecer os novos navios da esquadra brasileira em construção. Um grupo de suboficiais de entusiasmou com o revolucionário método de educação complementar imaginado por B-P. Entre eles estava o Suboficial Amélio Azevedo Marques que fez com que seu filho Aurélio ingressasse em um dos Grupos Escoteiros locais. Assim, o jovem Aurélio Azevedo Marques foi o primeiro Escoteiro Brasileiro ou, mais precisamente, o primeiro Boy Scout Brasileiro.



A divisão entre os participantes do Movimento se dá através das idades dos membros :


Lobinhos 07 a 10 anos de idade

Escoteiros 11 a 14 anos de idade

Sêniors 15 a 17 anos de idade

Pioneiros de 18 a 21 anos de idade

Bandeirantes as participantes femininas




A promessa escoteira sintetiza o embasamento moral do Movimento Escoteiro. No momento da Promessa, os membros do Movimento comprometem-se voluntariamente a conduzirem-se de acordo com a orientação moral do Movimento, reconhecendo a existência de deveres que têm de ser cumpridos. Os elementos da Promessa Escoteira estão contidos nos Princípios do Movimento Escoteiro.


Sempre alerta !!






Os integrantes do Grupo Escoteiro Padre Belchior junto com Paulo Praxedes, estão organizando um encontro que provavelmente se dará no próximo mês de setembro. Quando for definada a data, postaremos aqui no blog e também acompanharemos o evento in loco.


Quer saber mais a respeito do escotismo no Brasil ? Acesse www.escoteiros.org.br, que foi fonte para esta postagem.




A cópia das fotografias desta postagem, foram feitas no Facebook no Grupo Escoteiro Padre Belchior - l987, autorizado por Paulo Praxedes.