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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Nas cores de ano novo...

... as belezas da cidade se revelam, nos detalhes e na simplicidade da natureza.


Manhã de chuva.

 Gotas sobre a folha.

Cores, história e fé.

 Tom sobre tom

" Para o povo dos televisores, flores, flores, flores".

Um comentário:

  1. Belíssimas imagens, dignas do alvorecer de 2014.
    Faltou tão somente incluir a decoração de Natal da Igreja de São Francisco, aquela edificação centenária que tem aos fundos o agonizante Clube Pinheiros.
    A propósito, sugiro que alguém de bom senso* faça uma visita ao estabelecimento recreativo, vai encontrar uma piscina enorme, vazia, sem água a uns nove meses, e em igual período criadouro de toda espécie de insetos e outros bichos.
    2014 chegou. O ano que vem é o aniversário do tricentenário da cidade.
    A realidade atual do Clube Pinheiros só pode ter duas explicações:
    a) Quem manda nesta cidade já chegou a conclusão de que aquele espaço, da forma que foi concebido no passado, já era. Melhor deixar agonizar, esperando tão somente o clamor da populaça para a derrubada daqueles muros.
    b) Quem manda nesta cidade ainda não chegou a conclusão alguma.
    Por mim, acredito na explicação “a”.
    *Bom senso, o elemento mais bem dividido pelo Criador pois jamais vi alguém reclamar que tenha recebido pouco.
    Permitam que eu preproduza PARTE de um comentário feito por mim em uma postagem sobre o Pinheiros realizada em 03/04/2013, neste mesmo blog:
    Anônimoquarta-feira, abril 03, 2013 9:52:00 PM
    DEMOROU.
    A algum tempo vinha esperando que este blog postasse algo sobre o Clube Pinheiros. Vou pegar um gancho, aproveitar para comentar e expressar um outro ponto de vista sobre o lugar na tentativa de fazer pegar, ou desapegar aqueles que teimam em viver (ou não enxergar) o agonizar a cada dia este importante espaço que deveria estar sendo melhor aproveitado.
    ...
    vai ser impossível não deixar de andar na sombra do muro de mais de 3,0 metros de altura que embala o Clube Pinheiros (sombra por dentro e por fora). Aquele hoje invólucro, em outros tempos, já significou muito para muitos pitanguieses e para nós outros, mas hoje é um tropeço para a harmonia da região.

    Em que pese, SMJ*, o esforço, a dedicação e a criatividade de pitanguienses como o João Quiqui e atualmente o Edilson e suas então diretorias para darem uma sobrevida àquele lugar, os dias de hoje , a realidade de hoje e as aspirações de hoje exigem uma mudança radical daquele espaço para tornar-se verdadeiramente público, útil, agradável e contextualizado com a região.

    Politicos, Adm. Públicos, a Diocese e pessoas de visão e iniciativa poderiam se informar melhor sobre a real situação daquela imensa área, na raiz, por exemplo, ir ao CRI da Comarca e verificar qual a cadeia de proprietários (Estado, Município, Igreja, particulares, Entidades públicas ou privadas, etc., etc), verificar os convênios existentes e suas validades, procurar a atual Diretoria do Pinheiros e pedir informações detalhadas sobre os aspectos legais da agremiação.

    Prá quê tudo isto? Ora, para encontrar uma forma de derrubar aqueles muros que não estão tombados, deixar ali só o poliesportivo e o campo de futebol, mudar os demais equipamentos para uma outra área, por exemplo, mais próxima da AABB.
    ABSURDO? Creio que não. Absurdo é manter aqueles muros, é bombear água cristalina e rara de quilômetros de distância para uma vez por semana refrescar meia dúzia de pessoas, absurdo é dar às costas com muita feiura à imponente e secular Igreja de São Francisco, absurdo é se fazer de bobo e não dar valor ao conjunto arquitetônico existente na área hospitalar, absurdo é, em última análise, ficar servindo para quase nada a um público que precisa estar sendo fisgado aqui e acolá para frequentar o lugar. Falo com propriedade. A Isabel minha patroa e as minhas filhas são sócias creio que a primeira a mais de 25 anos e as outras desde que nasceram. Falo por mim, não falo por elas nem por ninguém mais desta querida cidade.

    Pensemos nisso, não custa nada sonhar e tudo de concreto nasce de um simples sonho. O que precisamos é encontrar uma forma (possível, viável, bem planejada e inteligente) para melhorar a nossa cidade para nós e os nossos filhos.

    Respeito e peço desculpas aos que por ventura pensarem diferente.
    Geraldo Wagner Gonçalves
    Praça Antonio Fiúza
    Pitangui/MG

    *SMJ (Salvo Melhor Juízo)

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