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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Resposta do IEPHA

     Durante a festividade de entrega da Comenda Padre Belchior na última sexta, 27/06, tive a oportunidade de conversar com a Dra. Andréa Sasdelli Leite Praça, Gerente de Ação Preventiva da Diretoria de Conservação e Restauro do IEPHA – Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artísitico de Minas Gerais – e aproveitei a oportunidade para questionar a incoerência na tratativa daquele instituto quanto a  questão do acabamento de pedras almofadas do casarão do Monsenhor Vicente e da escada lateral da igreja São Francisco. Após o retorno da funcionária do IEPHA resolvemos abrir um espaço no blog como direito de resposta a matéria publicada anteriormente.

     1 – Com relação ao casarão. Segundo Andréa o revestimento de pedras não era um recurso técnico adotado na época da construção do casarão e isto gera uma incoerência histórica que vai de encontro as normas que regem as reformas em prédios antigos que existem para garantir a originalidade destes imóveis. Outro aspecto comentado por Andréa é que o órgão não foi comunicado previamente quanto a utilização de pedras na lateral do imóvel, o que impediu o IEPHA de fazer valer as normas de restauração.

     2 – Com relação a escada. Segundo a gerente do IEPHA a escada lateral faz parte do adro da igreja e toda a parte externa ainda não sofreu as intervenções previstas em projeto. A escada teria sido construída provisoriamente até que a definitiva seja contemplada quando esta parte do projeto for executada.

     Nós do blog acompanharemos a evolução dos fatos e abrimos espaço também para que Haroldo Vasconcelos faça uso de seu direito de resposta caso considere pertinente.


Vandeir Santos



Um comentário:

  1. Com essa explicação dela, realmente não sei se concordo ou não com o rigor da fiscalização em cima das pedras acrescentadas à fachada. Precisaria analisar a lei.

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