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domingo, 31 de agosto de 2014

Primeiro Encontro de Carros de Boi de Pitangui

Foto: Licínio Filho

Apresentamos algumas fotos do I Encontro de Carros de Boi de Pitangui, que acontece hoje em Pitangui. A exemplo de Leandro Ferreira, Pitangui também resgata esta tradição. Desfilaram pelas ruas da cidades 48 Carros de Boi vindos de diversos lugares.

Foto: Licínio Filho


Foto: Licínio Filho



Foto: Licínio Filho





Foto: Licínio Filho

Foto: Licínio Filho


Foto: Licínio Filho


sábado, 30 de agosto de 2014

Jornal "O Pitanguy"

No início do mês de julho, deste anos, publicamos uma postagem sobre o papel da imprensa, em Pitangui, na vida política local, citando alguns jornais como, por exemplo, "O Pitanguy". Hoje, apresentamos um exemplar deste jornal, cuja edição data de 25 de abril de 1886, marcava um ano de circulação deste periódico.  Para ler o conteúdo do jornal clique sobre as imagens abaixo.








FONTE:
http://hemerotecadigital.bn.br/

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Que lugar é esse?

Pitangui-MG.

Compartilhamos hoje mais uma foto rara, contribuindo com o resgate da memória histórica de Pitangui. Você sabe que local é esse? Não está muito difícil. Deixe a sua opinião nos comentários desta postagem. Em breve divulgaremos outras fotos com outros ângulos desta rua, que se fosse minha, eu mandava restaurar...
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Aos amigos que comentaram e curtiram a postagem compartilhada no "feicibuki" e aos mais de 300 visitantes e ou leitores do Blog no dia de ontem (28/8/2014), o nosso muito obrigado! Para revelar o local, que fez parte da história de muitos pitanguienses, divulgamos mais imagens desta bucólica viela, ladeira, e as encruzilhadas da Rua José Valadares, que ligam a Escola Francisca Botelho ao Museu Histórico.  A foto - que certamente cutucou memórias e aguçou a curiosidade - me fez recordar a volta da aula no pré primário no início dos anos de 1980, a "casa mal assombrada" que ficava na esquina de baixo do Grupo Novo, os paralelepípedos do beco perpendicular à esquerda e a Praça do Jardim rumo ao Lavrado.  E no meio do caminho, resistindo ao tempo tem até hoje, um imponente, discreto e belo casarão.
 À esquina, subindo.
 Rua José Valadares.
 Pe. João do padre e os turistas na esquina.
Foto: Léo Morato 2013.
O Casarão.
Foto: Zé Alexandre 2014.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Jornal "O Sertanejo" - 1883

Apresentamos mais um jornal pitanguiense editado na década de 1880. O jornal "O Sertanejo" tinha como editor G. J. Freitas, sua proposta editorial era de divulgar os avanços da ciência e indústria. Nesta postagem trazemos um exemplar do dia 3 de outubro de 1883. Você pode clicar nas imagens para ampliá-las e ler o conteúdo do jornal.







FONTE:

http://hemerotecadigital.bn.br/

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Um coração pitanguiense batendo nos EUA

     Nestes 5 anos de existência o blog tem se tornado referência para todos aqueles que procuram informações sobre a  história e a cultura de Pitangui ou das possíveis relações pessoais com a cidade. É o caso do goiano Abrahão Lincoln Martins Nogueira, filho do pitanguiense Carlos Antônio Nogueira e neto do vendedor ambulante José Maria Nogueira, o Zé Mamedes, de quem já tratamos aqui no blog: http://daquidepitangui.blogspot.com.br/2011/12/barraca-do-ze-mamedes.html

José Maria Nogueira, o Zé Mamedes, avô de Lincoln, sentado a esquerda da 
foto em sua barraca situada no alto da Travessa Dom Silvério 
(ao lado da Pousada Monsenhor Vicente)

     Assim que terminou o ensino médio Lincoln foi morar em Genebra na Suíça, retornou ao Brasil em 1993 e no início de 1994 já se encontrava nos Estados Unidos onde se naturalizou e constituiu família. Sempre quis conhecer Pitangui e saber detalhes de sua origem mas a distância e a falta de acesso às fontes limitavam muito as suas pesquisas até que encontrou referências ao avô aqui no blog.


Lincoln com os filhos Fonte: Arquivo da família

     Lincoln fez questão de compartilhar conosco a sua felicidade ao encontrar referências a sua família no blog daquidepitangui:

     "Foi em uma preguiçosa tarde de sábado, daquelas em que as horas vão passando de má vontade, que de repente eu me pego boqueaberto diante do resultado de uma busca na internet.  Já pronto para desligar o computador e ir tirar uma soneca, não sei por qual motivo, resolvi fazer uma última busca. Digitei sem muita vontade o nome de meu avô paterno na caixinha  do Google. Surpresa completa!
     Há muito tempo (cerca de 10 anos) venho sem muito sucesso tentando montar minha árvore genealógica. Depois de inúmeras conversas telefônicas com parentes mais idosos, e milhares de buscas na internet, aos trancos a barrancos consegui de forma imperfeita recompor nomes e datas de alguns de meus ancestrais ate meados de 1860.
Então qual não foi minha surpresa ao ver o "apelido" de meu avô emergir das profundezas desse info-mar. As aspas na palavra apelido acima vem por conta da pequena probabilidade de encontrar o nome real de meu avô, quanto mais seu "apelido".
     Li intrigado o texto muito bem escrito pelo Vandeir Santos a respeito de Zé Mamede, um obscuro vendedor ambulante da década de 60 em Pitangui. Não sosseguei até conseguir contactar seu autor e via "google plus" ele me respondeu, batemos um papo e oriundo disso  nasceu o texto que vocês estão lendo agora. 
     Sempre me interessei pelo como, e por quê das coisas e o como e por quê de mim e quem são meus antepassados. A resposta para tudo que gostamos (ou não) em nós mesmos  é um legado genético passado a diante de geração em geração pelos que estiveram aqui antes de nós. Acho o estudo da genealogia algo fascinante, mas como já disse anteriormente a árvore genealógica que construí ao longo dos últimos anos está longe de ser perfeita. Preciso de ajuda!
     Propus então ao Vandeir lançar meu "pão sobre as águas" aqui no blog,  publicar tudo que tenho sobre minha família, e ver se as boas pessoas de Pitangui me ajudam a ir mais além nesta jornada.
      Minha família paterna é toda de Pitangui. 
     A história começa em meados de 1850 com meu tataravô por parte de pai conhecido como " Zeca da Capuava".  
     Dizem que ele era fabricante de espingardas e garruchas. Criava porcos, era sovina, cabeça dura e não gostava de tomar banho. Contam também que ele bebia ate cair  no chão, aí vinha se arrastando e reclamando - por quê é que eu fui beber....por quê é que eu fui beber! No final da vida teve um derrame e ficou de cama.
     Um dos filhos do Zeca da Capuava se chamava Mamede Rodrigues Nogueira (meu bisavô) nascido em meados de 1870 tinha uma venda na Rua da Paciência em Pitangui. Dizem que era músico e conheceu minha avó organizando uma festa de reis para a igreja. Ela era Maria mãe de Jesus na programação e meu bisavô o sanfoneiro. Seu nome era Luiza Hermínia Gomes  e era filha de um tal de Antonio Gomes. Esta minha avó se casou aos 15, e viveu quase 100 anos. Meu avô morreu de complicações estomacais.
   Mamede e Luiza como era comum na época tiveram uma enorme quantidade de filhos, dez sobreviveram:
Maria Nogueira
Joaquim Nogueira
José Maria Nogueira ( meu avo, tambem conhecido como Zeze do mamede)
Ana Nogueira
Hermínia Nogueira
Antônio Nogueira
Geraldo Nogueira
Maria das Dores Nogueira
Mamede Junior Nogueira
Waldemar Jose Nogueira
     A única data de nascimento que tenho é de Hermínia Nogueira, 26 de junho 1888.
     Bom...dessas pessoas pra cá é fácil. Deles pra lá (além do que já tenho) é quase impossível.
As vezes a noite, antes de dormir, eu fico tentando pôr rostos nesses nomes e pensando no tempo em que eles estiveram nessa terra. Quais foram suas lutas e alegrias? Que tipo de sonhos e desilusões, aventuras e oportunidades compuseram a vida deles. Por algumas décadas eles existiram em plena forma e nítidas cores  em meio a muitos. Agora eles são apenas uma vaga recordação na mente de poucos. Descoloridas lembranças esmaecendo pouco a pouco com os anos, igual a foto do vendedor ambulante Ze Mamede.
    Pitangui é a terra dos meus antepassados e se for a terra dos seus antepassados também, e  algum dos nomes acima lhes forem familiar, por favor, mandem uma resposta para esse blog.
Se todos participarmos o ganho mútuo pode ser imenso.
      Muito obrigado.
      Abrahão Lincoln Martins Nogueira."

Vandeir Santos



domingo, 24 de agosto de 2014

Concurso Fotográfico “Outros Olhares”

Fotografar é eternizar o momento, é enxergar com os olhos da alma e do coração! Pitangui vem se destacando nos grupos de fotografias, nas redes sociais, por meio das lentes e da sensibilidade dos fotógrafos Pitanguienses, que registram e divulgam os patrimônios da cidade. E no mês em que comemora-se o Dia Mundial da Fotografia (19 de agosto) a Secretaria Municipal de Cultura de Pitangui lança o Concurso de Fotográfico Outros Olhares Pitangui 300 Anos. O prazo para as inscrições foi prorrogado até o dia 27 de agosto. Confira abaixo o regulamento disponibilizado pela Secretaria de Cultura. Participe, fotografe, os clicks de hoje serão fontes históricas amanhã!

Inscrições até o dia 27 de agosto.

Regulamento do Concurso de Fotografia Outros Olhares Pitangui 300 Anos!

O Concurso Fotográfico “Outros Olhares”, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Cultura de Pitangui tem como objetivo incentivar a arte da fotografia, oportunizando o reconhecimento de talentos, o fomento das diversas formas de expressão artística e do alcance ao projeto para ilustração do Livro de Ouro dos 300 anos de Pitangui.

O Concurso pretende mostrar diferentes visões, iniciativas, projetos e despertar as pessoas para o alcance das belezas e expressões de Pitangui por meio da exposição coletiva das imagens registradas.

DOS PARTICIPANTES
Artigo 1º: Poderão participar toda a comunidade de Pitangui, bem como Pitanguienses residentes em outras cidades, estados e países, desde que os mesmos se atenham apenas a imagem de Pitangui, item classificatório das imagens. A idade é ilimitada.

DAS INSCRIÇÕES
Artigo 2º: As inscrições são gratuitas e estarão abertas a partir do dia 08 ao dia 27 de Agosto de 2014. Na Secretaria Municipal de Cultura.

Artigo 3º: A inscrição deverá ser feita pessoalmente, na Secretaria de Cultura de Pitangui localizado na Praça João Maria de Lacerda Nº 80- Centro Pitangui-MG

DOS TRABALHOS
Artigo 4º: Cada participante poderá inscrever escolhendo uma das modalidades expostas na ficha de adesão, tendo que ater-se apenas ao tema escolhido.

Artigo 5º: As fotos enviadas devem conter apenas as imagens selecionadas no ato da inscrição, que poderão ser coloridas ou em preto e branco. Ficando terminantemente proibido qualquer tipo de edição computadorizada ou efeitos que distorçam a originalidade da fotografia.

Artigo 6º: A entrega das fotos que será 15 por inscrito, terá que ser entregues em um CD com etiqueta contendo nome do autor e título corretamente preenchido e fixado no verso do mesmo na Secretaria Municipal de Cultura do dia 06 ao dia 8 de Setembro, não sendo aceito o material após data afixada. Se houver mais de 15 fotografias a exclusão será feita por ordem crescente das fotos.

Artigo 7º: As fotos deverão ter nexo e compatibilidade com o tema escolhido.

Artigo 8º: O encaminhamento do trabalho implica na autorização para sua eventual publicação e/ou divulgação por parte do Município no Livro dos 300 anos e outras campanhas institucionais. O numero mínimo de fotos selecionadas serão 40, podendo ao máximo ser ilimitado. Todas as fotos selecionadas e divulgadas conterão legenda com seus respectivos autores.

DA PREMIAÇÃO
Artigo 9º: O prêmio é intransferível e não poderá ser convertido em dinheiro.

Artigo 10º: O prêmio será entregue em sessão festival com data, local e horário a ser definido e divulgado.

Artigo 11º: As fotos serão premiadas conforme quadro abaixo:

Premiação Quesito Beleza
Premiação Quesito Originalidade ao tema
Premiação Quesito Expressão

DO RESULTADO E DA PREMIAÇÃO

Artigo 12º: O resultado final deste concurso e a solenidade para a entrega do prêmio serão marcados pela Secretaria municipal de Cultura. Serão premiados do 1ª ao 5ª lugar com as 40 melhores fotos podendo cada autor ter mais de uma foto selecionada.
Os Prêmios serão;

1º Lugar- Uma Câmera Digital Profissional Medalha e Certificado
2º Lugar- Um aparelho Celular Medalha e Cerificado
3º Lugar- Uma mochila para fotografia Medalha e Certificado

Os 2 últimos lugares Medalha e Certificado.

SELEÇÃO E COMISSÃO JULGADORA
Artigo 13º: A seleção e premiação das fotografias serão realizadas por uma Comissão Especial composta por três (03) membros, dentre eles, dois fotógrafos profissionais e um voluntário do Conselho Municipal de Cultura.

Artigo 14º: A exposição das fotos de todos os participantes do Concurso acontecerá em outro dia com data, local e horário a ser definido pela Secretaria de Cultura.

Artigo 15º: Os membros da Comissão Especial escolherão as fotos obedecendo os temas: a mais bela, a mais original
e a mais expressiva.

DISPOSIÇÕES FINAIS
Artigo 16º: Não poderão concorrer os membros da Comissão Organizadora e Comissão Especial.

Artigo 17º: A premiação atribuída aos trabalhos não será suscetível de recursos ou impugnações.

Artigo 18º: A participação no concurso implica no conhecimento e na aceitação, pelo candidato, de todas as disposições deste regulamento.

Artigo 19º: Serão desclassificados os trabalhos que não atenderem as regras deste
Regulamento.

Artigo 20º: Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Organizadora.

Pitangui 19 de Agosto de 2014.

Antônio Lemos.
Presidente da Comissão Organizadora.
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Links relacionados:


sábado, 23 de agosto de 2014

Joaquim Xavier

Revista Acaiaca, 1955

Na postagem de hoje apresentamos um pouco da história de Joaquim Xavier, pai de Dirceu Xavier.
Joaquim foi comerciante e também vereador em Pitangui. Na imagem acima, ele é o primeiro da esquerda para direita, na parte inferior da página.

Foto: acervo Família Xavier

Joaquim Xavier foi um dos fundadores do Pitangui Esporte Clube (PEC)


Foto: acervo Família Xavier

Sobre Joaquim Xavier, assim se manifestou seu neto, José Carlos Xavier de Oliveira:

"[...] Ele foi um grande homem, uma figura ímpar que Pitangui teve a honra de tê-lo como filho. Com este porte pequeno, todos que o conheciam tinham certeza do grande homem que ali habitava. Firme, severo, honesto, defensor da verdade e dos bons costumes, além de um trabalhador de mão cheia, como se diz. Era goleiro no futebol, e que sem dúvida considerava o jogo como uma de suas grandes paixões. Ele era um homem de boa índole e muito caridoso. Foi um dos fundadores da Vila de São Vicente de Paulo e foi atuante durante todo o tempo de sua existência. Ajudou a todos e deixou um bom legado para quem teve a sorte de conviver com ele. Aprendi muito com ele e tenho muita saudade. [...]"


Foto: acervo Família Xavier


Foto: acervo Família Xavier

"Joaquim Xavier era tão bem quisto na cidade que os partidos políticos sempre queriam que ele fosse cabo eleitoral ou participasse da chapa a comcorrer. Viajava pelo interior em uma Kombi e eu também o acompanhava em suas aventuras. Distribuia os tradicionais santinhos e se precisasse fazia comício. Era extremamente simpático e só trabalhava para aqueles que ele acreditava ser um bom partido, caso contrário ficava "na sua". Era incapaz de desfazer dos adversários e ao contrário de muitos, ele os respeitava , tanto é que eu não me recordo de ele ter qualquer inimigo na cidade.
Era também um pescador de carteirinha. Andava bastante para ir pescar no Rio São João. Era um prazer acompanhá-lo, porém o que mais me aborrecia eram os pernilongos. Naquela época eu ainda andava de calcas curtas e daí........não era nada fácil.
Joaquim fez seu nome também dentro da prefeitura naquela época e além de vereador militou na direção da Câmara Municipal nos anos 50.
Ele era também um comerciante impecável e em todas as "vendas" que ele teve, o sucesso aconteceu. Era a pessoa com quem o pitanguiense queria e gostava de fazer negócio. Era correto com tudo e com todos. Tenho muito orgulho dele e trago comigo muitos de seus ensinamentos que me ajudam a vencer na vida.
Também era um homem elegante, sempre bem vestido em seus ternos bem cuidados. Estava sempre acompanhado de seu guarda-chuva ou guarda-sol como queiram, porque ele não suportava andar pela cidade com chuva ou fosse o sol "queimando a cabeça". 
Foi gerente do SAPS, se não me falha a memória a sigla era esta mesma. Era um comérciol governamental onde as pessoas podiam comprar mais barato. Eu mesmo ia ajudar a embrulhar e ali também aprendi muito a respeitar o próximo. Ele cobrava um atendimento sem distinção e fazia questão de agradecer a todos que ali compareciam para comprar. [...] almoço e jantar em sua casa tinham hora marcadas. Ninguém assentava a mesa sem a sua presença e também não saída dela sem a sua permissão. O que você colocava no prato ele dizia que você deveria comer. Os lugares a mesa eram previamente marcados e posso dizer que ninguém se aborrecia com isso. Ele pregava a ordem e a educação com muita maestria e portanto o Joaquim Xavier, o meu avô merece de mim todo o carinho deste mundo. [...]"


José Carlos Xavier de Oliveira



Foto: acervo Família Xavier


quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Beto e Wilson Lopes

Nessa postagem apresentamos mais um pouco dos consagrados músicos pitanguienses Beto e Wilson Lopes, aqui em um vídeo onde apresentam uma versão instrumental da música Viola Violar, faixa extraída do álbum "Nossas Mãos - Uma homenagem a Milton Nascimento", lançado pelo selo Dubas.






quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Jornal "O Iniciador" - 1882


Apresentamos mais um exemplar de jornais que foram impressos e circularam em Pitangui na década de 1880, Na postagem de hoje trazemos um exemplar do jornal "O Iniciador", edição de 15 de janeiro de 1882. Como os demais jornais editados em Pitangui no final do século XIX, era composto por quatro páginas. Nas primeiras edições a primeira e segunda páginas eram ocupadas com cartas endereçadas aos redatores do jornal parabenizando-os pela iniciativa de se criar um jornal em Pitangui. Não conseguimos identificar o nome dos editores. 

Clique sobre as imagens abaixo para ampliá-las e ler o conteúdo.








FONTE:

http://hemerotecadigital.bn.br/




terça-feira, 19 de agosto de 2014

Pitangui 273 anos


Nesta postagem reproduzimos anúncio publicado na edição da primeira quinzena de junho de 1988, do jornal "Correio de Pitanguy". O anúncio é uma homenagem da Prefeitura de Igaratinga aos 273 anos de Pitangui, comemorados naquele ano.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Pitangui no Jornal Hoje

Pitangui na mídia. Foto: Léo Morato.
 
O Jornal Hoje da TV Globo produziu uma série interessante sobre os jeitos de falar do brasileiro de norte a sul do país. Para essa reportagem exibida na semana passada, a equipe de produção viajou 16 mil quilômetros e passou por Pitangui. Para quem ainda não assistiu, confira as matérias no link abaixo, indicado pelo amigo e jornalista pitanguiense Ricardo Welbert. PITANGUI NO JORNAL HOJE
 
Como complemento sobre o jeito peculiar de falar do pitanguiense, indicamos o artigo do conterrâneo William Santiago, intitulado de O "ERRE" DE ANZOL E O SOTAQUE DE PITANGUI, publicado aqui no Blog.

domingo, 17 de agosto de 2014

Jornal "O Microphono" - edição de 1883

Neste domingo apresentamos mais um exemplar de jornais que foram editados em Pitangui na década de 1880. Desta vez apresentamos a edição de 18 de dezembro de 1883 do jornal "O Microphono". Este como outros jornais pitanguienses desse período eram impresso na tipografia do jornal "A Realização", também editado em Pitangui.
O jornal "O Microphono" tinha edição quinzenal. O exemplar aqui apresentado faz parte do acervo da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.
Os jornais de época são importantes fontes históricas, por meio deles podemos conhecer um pouco do cotidiano da cidade nas últimas décadas do século XIX.








FONTE:
http://hemerotecadigital.bn.br/


sábado, 16 de agosto de 2014

Bolinho de tilápia

Aproveitando o fim de semana postamos mais uma receita para aqueles que gostam de uma prosa em volta do fogão de lenha, preparando alguma iguaria e bebendo aquela pinguinha e uma cerveja bem gelada. A dica de hoje é o bolinho de tilápia, bastante saboroso. Bom apetite!


INGREDIENTES

500g. de filé de tilápia
1 ovo
1 colher (sopa) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de farinha de rosca
tempero a gosto
azeite
óleo para fritar


Imagem disponível em: http://www.blogdomadeira.com.br/2014/08/bolinho-de-peixe-na-peixaria-sao-francisco/

COMO FAZER

Levar ao fogo uma frigideira antiaderente e untar com azeite. Grelhar os filés de tilápia. Retirar da frigideira e, com um garfo, despedaçar o peixe, de modo que a carne fique bem triturada. Em uma vasilha, pôr o peixe, o ovo, as farinhas e o tempero. Com as mãos, amassar a mistura até ficar homogênea. Fazer bolinhas e fritar em óleo quente, suficiente para cobrir.


FONTE DA RECEITA:
Sabores de Minas, suplemento do jornal Estado de Minas, maio de 2014, p. 17.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Jornal "Escova de Pitanguy" - 1883

Na postagem de hoje apresentamos mais um jornal que circulou em Pitangui na década de 1880, trata-se do"Escova de Pitanguy", pequeno jornal composto por quatro páginas, que tinha como redator Pedro Alves deOliveira. Ao que parece, este é o único exemplar ainda existente deste jornal e encontra-se na Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro. O exemplar aqui apresentado foi impresso para a edição do dia 23 de setembro de 1883. Clique nas imagens abaixo para ampliá-las e ler o conteúdo.









Em breve publicaremos outros exemplares de jornais impressos em Pitangui e, que também circularam na região, no final do século XIX.

FONTE:

Disponível em, http://hemerotecadigital.bn.br/, acessado em 03/12/2013.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Música ao pé do ouvido

Comida e música no boteco do Nino.
 
“Há bares que vem para o bem”. Esta frase está na fachada do GamBar, um boteco tradicional em Brasília, ponto de encontro de universitários, professores, intelectuais e de velhos amigos boêmios, onde encontra-se até coxinha de frango com pequi e disco de quibe como tira gosto. Pois bem, esta frase se encaixaria muito bem no Bar do Nino, o Tô no Trampo, que fica ali de frente ao Clube Pinheiros. No boteco, além da cerveja gelada e de petiscos variados, tem sempre uma boa prosa – a começar pelo dono do estabelecimento – e, acima de tudo música diferenciada – samba, jazz, bossa, MPB – tocada em som ambiente que agrada principalmente os freqüentadores à beira do balcão. A música é sintonizada no rádio ou reproduzida em Cds trazidos pelos amigos e clientes do bar. Outro diferencial é a vista: de um lado a Praça Antônio Fiuza e a Cruz do Monte, do outro a Igreja de São Francisco. O Boteco é ponto de encontro de um público cativo, incluindo alguns frequentadores remanescentes da “Pracinha do Colégio” que vão ao local em busca de um bom bate papo, para rever amigos e para curtir a boa música, ao pé do ouvido.
Da janela lateral. Fotos: Léo Morato.
 
Links relacionados: