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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

A abertura oficial dos 300 anos de Pitangui

Missa no largo da Capela da Penha.
Fotos: Leonardo Morato.
 
As comemorações dos 300 anos de Pitangui foram iniciadas de forma exemplar. No sábado dia 3 de janeiro de 2015 foi realizada uma missa campal, no largo da capela de Nossa Senhora da Penha, onde a comunidade católica de Pitangui e apreciadores da cultural popular compareceram em peso.
 
Parte da comissão organizadora do evento.

Para contextualizar o tema, é importante ressaltar que o evento foi realizado pela Comissão da Religiosidade, uma das segmentações criadas pela Secretaria de Cultura da Prefeitura de Pitangui para conduzir os trabalhos do tricentenário da cidade, que ocorre em 9 de junho próximo. Pelo que pudemos acompanhar os preparativos, a divulgação e a execução dos trabalhos foram feitos com empenho, de forma organizada e participativa.
O público aguardando o início da celebração.
 
Na noite do evento, as pessoas chegaram aos poucos na Praça dos Bandeirantes e imbuídos de um sentimento de fé, alegria e contemplação participaram atentamente da celebração da santa missa, dos cânticos e atos litúrgicos.

Religiosidade e história. 
 
O altar foi montado na escadaria da capela onde personagens representando os bandeirantes, negros e índios compuseram o cenário de forma bastante atrativa e a banda musical que estava presente também deu um toque especial à celebração.

Bandeirantes, garimpeiros, índios e negros - origem da população de Pitangui.

Em um dado momento as pessoas foram convidadas pelo orador a se dirigirem ao interior da capela onde foi descerrada a placa com um texto sobre a história da origem da capela, com a presença de autoridades civis e religiosas, representantes de associações e entidades culturais de Pitangui.
 
A solenidade no interior da capela.

Logo após, os fieis reuniram se em procissão em torno da capela e, em seguida, foi realizada uma encenação teatral reproduzindo a lenda da aparição de Nossa Senhora da Penha a um garimpeiro, nos primórdios da Vila de Pitangui, no início do século XVIII.

 
Fé e devoção.

Encenação teatral.

Na sequência houve uma bonita queima de fogos e o encerramento do evento foi feito com uma providencial benção do Pe. Ulisses, que (para os que acreditam) trouxe a esperada chuva que minimizou o intenso calor deste janeiro pitanguiense.

No céu luzes e chuva.

Feliz por ter participado, na condição de pitanguiense e de visitante, posso afirmar que o evento agradou na forma e no conteúdo, configurando-se em um modelo para ser seguido nestes 300 anos: organização, simplicidade, riqueza de detalhes, participação e atratividade. Parabéns aos organizadores, parabéns Pitangui.


O sino, os fiéis e a praça.

4 comentários:

  1. Uma celebração emocionante, e edificante. Da Penha, e de gente que se empenha. Eletrizante a participação do celebrante, e dos promotores do evento, com encenações, um encantamento. Tive a oportunidade de conversar posteriormente com o Bandeirante, que com todo seu engenho e arte, foi uma atração a parte, e à altura - talvez um palmo a mais - de seus colegas aborígene e escravo.

    Ouvi até que milagre houve, ao ser sustada a chuva que, mal se iniciou, interrompeu-se, até que a cerimônia terminasse.

    Palmas para Jesus?

    Paulo Miranda, BH

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  2. Olá Léo.
    Foi tudo muito bonito. Parabéns à Comissão de Religiosidade, que, com recursos próprios, promoveu um evento digno de abertura dos festejos comemorativos aos 300 anos de Pitangui.

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  3. Parabéns aos organizadores. Não pude acompanhar o evento, mas, pelos relatos e imagens da postagem, percebo que foi muito bonito. Parabéns ao blog pela cobertura.

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  4. Parabéns à Comissão responsável pelo evento. Infelizmente não pude comparecer pois pelo fato de morar em Belo Horizonte a comunicação não tem chegado a tempo. Mesmo assim fico feliz pelo acontecimento e gostaria de participar diretamente em outra oportunidade. Sempre que possível quero tomar ciência das atividades dos 300 anos.
    Deve ter sido mesmo uma beleza. Pitangui merece! José Carlos

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