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sábado, 7 de fevereiro de 2015

Pitangui e o carnaval de 1988

Na postagem de hoje apresentamos uma matéria publicada no jornal "Correio de Pitanguy, edição de fevereiro de 1988. A matéria, de primeira página, nos permite conhecer como era o carnaval em Pitangui no final da década de 1980. Clique na imagem abaixo para ampliá-la e ler o conteúdo da matéria, que contribui para o resgate da memória do carnaval em Pitangui. Tínhamos Escolas de Samba e blocos nas ruas. 



Jornal "Correio de Pitanguy", edição de fevereiro de 1988.

4 comentários:

  1. É interessante a abordagem quando ela comenta sobre as transformações sociais pela qual o carnaval passava naquela época. Nota-se que é um processo contínuo. Até há pouco tempo o negócio era os blocos fechados, hoje a coisa está mista e tudo indica que o carnaval de rua está ganhando força. Acredito ser fundamental que tenhamos opções diurnas, isto atrairia os turistas e seria uma opção para o carnaval de família. Lógico que o carnaval tem de ser orientado para essa diversidade. A lavagem do bandeirante é um exemplo, tentamos manter a exclusividade das marchinhas como uma forma de não massificar excessivamente o carnaval, permitindo uma abertura para que a família pitanguiense possa aproveitar a ocasião.

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    1. Justamente Vandeir. A matéria nos permite entender o processo de decadência do carnaval em Pitangui naquele período. Também penso que o carnaval de rua diurno seria uma interessante opção para para atrair turistas e não atrapalharia o carnaval privado.

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  2. Carnavalescos Licínio e Vandeir
    em lúcida análise discutem como
    deixou-se tanto a peteca cair
    quem sabe têm a receita de Momo?

    Paulo Miranda, BH

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    1. Caro Paulo, vejo hoje algumas boas iniciativas sendo realizadas de forma isolada, falta integração da ações.
      Penso que talvez a "receita de Momo" precisa ser construída por meio de um planejamento com a participação de especialistas, envolvendo os representantes do comércio, da administração municipal (Secretarias e Conselhos), dos empreendimentos turísticos, da sociedade e daqueles que fazem e pensam a Cultura em Pitangui, para definir em conjunto o que a cidade precisa e o que pode ser feito utilizando os recursos que temos.

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