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sexta-feira, 20 de março de 2015

Sim, a Arte é necessária!

A subjetividade da arte.
Foto: Léo Morato.

De tudo o que observamos, pensamos, refletimos [e publicamos] até aqui, podemos concluir que a arte e as manifestações artísticas têm várias funções na sociedade e na cultura: interpretar o mundo; provocar emoção e reflexão; educar e orientar; expressar o pensamento e a forma de ver o mundo; explicar e refletir a história humana; questionar a realidade; representar crenças e homenagear Deuses, ideias, pessoas e muitas outras coisas. E nós, como apreciadores ativos, expectadores atuantes, procuramos viver uma experiência estética (observando ou fazendo arte), que poderá gerar questionamentos e sensações como:

- O quê isso representa? O quê me diz?
- Como nunca pensei nisso?
- Que agradável apreciar uma obra tão bem feita!
- Como o artista soube usar tão bem o material!
- Que efeito interessante, que ideia bem materializada!
- E se as coisas fossem assim? O que posso fazer para que as coisas sejam assim?

A experiência estética que a arte proporciona é uma forma de felicidade muito especial porque é transformadora. Ela nos modifica pela emoção que proporciona. Para interagir e apreciar a arte usamos as experiências anteriores, a percepção, as habilidades comunicativas, a sensibilidade, a imaginação e a criatividade. Assim, quanto mais temos contato com as manifestações de arte, mas desenvolvemos as habilidades pessoais para enxergamos um mundo diferente. É preciso transformar pela arte, pela cultura para transformar a realidade!



Adaptado do texto: A arte é necessária – Coluna do Belo.



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E por falar em arte, hoje a noite tem música boa na cidade!
Warley Reis e Ricardo Caldas na Cervejaria Sétima Vila.


3 comentários:

  1. É muito bom saber que a arte é capaz de transformar quem a faz e quem a vê. A transformação é de fato baseada em nossas experiências pessoais, mas havendo uma abertura para recebê-la as mudanças poderão ser ainda maiores. Quando olhamos uma obra de arte, penso eu, que devemos apenas apreciá-la, sem nenhum julgamento, sem nenhum pensamento a seu respeito. Devemos apenas senti-la no todo como ela se apresenta. Acredito que você poderá receber a resposta de seu olhar, ou seja: O que você tem para me dizer? Assim deveria ser o nosso dia a dia com as pessoas. O julgamento que às vezes fazemos delas, impede a nossa boa comunicação e nos impede de viver intensamente o que nos é apresentado.
    Parabéns. A montagem criada no início desta reportagem é bastante inspiradora. Boa viagem a todos........ José Carlos

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  2. Bom dia Zé Carlos! Obrigado pela participação. É isso, o pré-conceito nos limita, impede a percepção ampla das coisas. E a arte existe para abrir a nossa mente, né. Sobre a foto/arte: é o violão do Dênio Caldas e a tela, se não me engano é do João Paulo Corsi. Um abraço.

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  3. Para com a arte lidar
    não raro se faz sacrifício
    contudo, aqui vale lembrar:
    arte fácil, é artifício...

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