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sexta-feira, 29 de maio de 2015

Reforma da Praça do Bandeirante - Penha

A Praça dos Bandeirantes, na Penha, está passando por reformas, com a instalação de aparelhos para atividades físicas, novos bancos, piso e postes de iluminação. 


Já que foram instaladas lixeiras em alguns pontos da cidade, 
sugerimos que instale-se lixeiras na Praça do Bandeirantes também.





14 comentários:

  1. Não sei qual órgão fiscaliza "isso", mas o projeto de reforma dessa praça está completamente fora do contexto histórico. E aposto que a administração fará a inauguração da Praça se vangloriando pela reforma. Coisas da política de Pitangui, que só o pitanguiense entende(ou nada compreende). Uma academia na porta de uma igreja tricentenária, é, literalmente, um projeto profano. “Coisa” de amador.” Coisa” de quem não compreende e não valoriza a história. “Isso” é um pecado. No local onde a cidade nasceu, o projeto deveria destacar elementos condizentes com a história, valorizando o entorno da capela. Logicamente a preocupação com as lixeiras é importante, mas não é o mais importante. Prefiro preservar minha identidade. O coronelismo ainda é forte na cidade

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  2. Infelizmente essa tapeação está virando moda. Cadê a real valorização e preservação do nosso patrimônio histórico (ou o que restou dele), pra mim o que está ocorrendo é um crime contra a identidade do município e de seus habitantes, pois somos uma cidade rica de passado que não faz a menor questão de preserva lo, e que por consequência não tem futuro algum a oferecer! Estamos caminhando pra nos tornarmos uma cidade sem identidade, com o passado esquecido e um futuro incerto! Pão e circo para o povo!

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  3. Interpreto que "dar um trato" em nossas praças e logradouros é bacana para a imagem da cidade etc e tal. Mas considerando o valor histórico desta praça, esses aparelhos de ginásticas estão fora do contexto. É preciso considerar também que o local é de grande concentração de pessoas (mesmo esporadicamente) para fins religiosos e até recreativos, portanto o local precisa estar desobstruído para a circulação e permanência das pessoas. Afinal de contas, como é definido o layout para a reformulação de nossas praças, o valor e o contexto histórico são levados em consideração? E nos Conselhos Municipais de Cultura, de Turismo, a comunidade, participam desse planejamento? Que bom seria que não só o Centro mas a "Periferia Histórica" tivesse sido tombada para que o nosso passado permanecesse presente!!!

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  4. Acredito que seja impensável a reforma desta praça sem a substituição ou, no mínimo, a reforma da atual estátua. A que existe atualmente é de alvenaria, apresenta danos e está longe da importância histórica que representa. Só não está pior porquê todo ano damos um banho nela.
    Acredito que se pegassem o dinheiro que será literalmente queimado no foguetório de inauguração certamente daria para reformar a estátua e ainda sobrar, mas.... Pitangui tem "outras" prioridades.

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  5. Estou completamente indignada com a falta de noção do que é um patrimônio histórico que a atual administração está demonstrando. Descaracterizando totalmente o já tão pouco que nos resta. Pitangui é uma cidade que tem história, mas não pode ser chamada de Cidade Histórica, sem um patrimônio histórico preservado.

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  6. Do que adianta uma praça, onde não se há sombra? So se for para uso à noite, mas a criminalidade também não vai deixar!
    Aquelas árvores faziam parte da história de pitangui. Penso eu, que a praça era muito mais bonita com as árvores do que com esses " punhados "de aço contorcido!

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  7. Parece meio incompatível/
    porém é um conceito novo/
    com esse aparato risível/
    o dono da praça é o povo...

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  8. Parece meio incompatível/
    porém é um conceito novo/
    com esse aparato risível/
    o dono da praça é o povo...

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  9. Nos 300 anos de Pitangui,
    Vale recordar.
    Minha primeira escola
    Foram os bancos de uma igreja.
    Bairro pobre, muito pobre de Pitangui.
    Igreja da Penha, nela aprendi
    Minha primeira noção de escola.
    Ali era claro o desnível,
    O destrato com a periferia.
    Era uma escola de favor.
    A igreja emprestava
    Sorridente aquele local.
    Os bancos de rezar
    Tinham posição invertida na hora da aula.
    A irmã do padre era a professora.
    De bom grado, ela fazia o que podia
    E até o que não podia.
    No fim do ano escolar,
    Duma turma de uns de trinta alunos,
    Nem me lembro bem,
    Três alunas e eu passamos de ano.
    Outros tantos repetiam anos e anos até se cansar.
    Cansar ali era desistir de estudar.
    Da Penha pra uma escola,
    Eram necessários dois anos,
    Para só depois ganhar alforria.
    Alforria para estudar no centro da cidade.
    A Penha não podia reclamar
    Que ali não havia uma escola.
    Os alunos, encurralados naquele canto da cidade,
    Por ali mesmo faziam suas lições escolares,
    Sem se misturar com os demais.
    Esses demais parte considerável era a elite
    Da cidade pitanguiense da época.

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    1. Se não me engano o Licínio tem fotos desta "escola".

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    2. Nada contra uma academia numa praça. Muito ao contrário. Sinceramente, esteticamente esses aparelhos de atividade física bem na frente da minha primeira escola é inaceitável. Que falta de noção. A igreja da Penha não merece isso. Pitangui não merece isso. Será que tem algum arquiteto que ajudou a projetar isso aí? A igreja ficou totalmente descaracterizada. Que falta de respeito? Quer construir uma academia popular construam lá atrás da igreja, pelo menos fica menos ridícula a foto da igreja. Por favor respeitem meu bairro.

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