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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Casa da Amizade celebra os 300 anos de Pitangui (II)


Nos 300 anos de Pitangui, a Casa da Amizade – entidade social originada no extinto Rotary Club de Pitangui – reforça o convite para o evento Comida de Boteco & Noite Dançante, que será realizado no próximo sábado à noite, dia 14/11/15, no Espaço Buffet Teixeira. Ressaltamos que esta iniciativa tem fins beneficentes e a renda será destinada para trabalhos de assistência social em Pitangui. Não deixe de prestigiar, abrace esta nobre causa!!!

2 comentários:

  1. Por estar compromissado
    vou perder esse buteco
    mas dou cá meu recado:
    há chance dum repeteco?

    Afinal Pitangui é terra de Beco, de Teco e de Veco...

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  2. Caros leitores do Blog

    Desejo valer-me deste espaço para prestar uma homenagem, ainda que tardia, ao cidadão Raimundo Soares Barbosa - Mundico do Fino - falecido há cerca de dez dias e enterrado nessa serena e Velha Serrana.

    Conheci Mundico há apenas uns poucos meses, na Praça da Igreja de São José e muito me impressionei com as histórias que ele, voluntariamente - e quase sem parar, á semelhança dos textos de Saramago - punha-se a contar. Narrava fatos, evocava personagens, proeminentes, menos conhecidas e até ignoradas de nossa cidade com um rigor metodológico e uma memória prodigiosa, cuja veracidade pude quase sempre constatar.

    Mundico tinha 86 anos, um histórico de ter nascido e se criado em Pitangui e, embora de escolaridade limitada, tudo parecia entender em seu raciocínio iluminado.
    Falava de personalidades e fatos de Pitangui como se fosse um cronista vocal de nossos costumes e modos, factualmente, sem juizo de valor.

    Por uma casualidade, na época que o conheci, andava buscando estabelecer a memória do padrinho de batismo que tive e a quem nunca cheguei a ver mais. Mundico me deu informações preciosas sobre esse desconhecido, Geraldo Nunes Chaves revelado, e por Geraldo Grilo chamado.

    Foi o pai do pitoresco - e pintoresco - Ladinho, também já falecido. Geraldo, que trabalhou na fábrica de tecidos no Brumado, era músico de grande talento e se foi com um circo rodar o Brasil afora, após haver-se envolvido num incidente, com o próprio Mundico, que não cabe contar agora.

    Faço uma citação tão-somente, excerta da conversa desse pitanguiense impenitente:
    "Ou, eu já tive todas essas doenças do mundo, e me curei, e só não peguei mesmo essa tal de aids."

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