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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Crônicas Pitanguienses

A que horas você chega?

E o pitanguiense Zé pintou, eletrizou. Verdade que eu, e imagino, muita gente, esperava um Fado Tropical, um Baioque, uma Maninha, mas, sejamos honestos: quem pode sintetizar Chico em meros noventa minutos? Os patrulhadores, sim. Mas não tivemos o prazer de sua companhia ontem à noite no Teatro Bradesco, do Minas Tênis Clube, de Beagá.

Ao contrário, havia uma platéia mesmerizada, veramente arrebatada com a magia da interpretção desse pateskiano incorrigível - e irrepreensível. Ele tem seus colaboradores próximos que porejam talento no que produzem. Mas é ele entrar no palco, a cena muda. No apuro, no aprumo, no alinho. E na alma. Que se eleva e se lava. E se louva.

O teatro Bradesco em si é um show. Pena que o Zeca o enfoguetou, e o frio acabou, desde que, na homenagem a Caubi, o palco adentrou. E como se enriqueceu o espetáculo com o toque magistral dos músicos, e a dança divina dos bailarinos. Na fila do gargarejo, quase peguei os sapatinhos de que uma das dancing demoiselles se desfez. Mas me recompus a tempo. Noblesse exige...E a coluna já não anda assim tão flexível...pra subir o nível...


Paulo Miranda

Um comentário:

  1. Oi Paulo
    Foi uma honra receber você no teatro aquela noite. Fico muito lisonjeado com a sua presença constante em meus eventos e sei que o faz por admirar de verdade o meu trabalho.
    Depois de tudo, ainda sou agraciado com um comentário desta natureza. Só posso dizer obrigado e que eu possa estar sempre à altura de sua exigência.
    Parabéns pelas suas crônicas - Embaixador..... Abraços.

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