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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Histórias do Buteco do Verinho

O extinto Hotel Rodoviário.
Foto: Acervo Daqui de Pitangui.

Aos vinte e nove dias de agosto de 2017, mês do oitavo aniversário do Blog Daqui de Pitangui, temos o prazer de compartilhar mais um registro da história contemporânea da nossa cidade, que ficará para a posteridade. Trata-se de um Documentário com histórias do Bar do Verinho, estabelecimento comercial que existiu em Pitangui por aproximadas duas décadas e meia e que encerrou suas atividades em maio deste ano. 

Porção de borboleta, Verinho?
Foto: Paulo Henrique Lobato.

O vídeo foi produzimos com imagens de arquivo e sob a narrativa em áudio do Pitanguiense Paulo Miranda, em mais uma de suas crônicas espetaculares sobre a nossa terra (créditos ao final do vídeo). Então pegue a pipoca e o guaraná, ou melhor, a pinga, a cerveja e o tira gosto de sua preferência, aperte o play e confira essa prosa.



8 comentários:

  1. Pra mim, sempre foi um prazer tomar uma ou até duas, cocas ks, no boteco do Verinho, ele dizia aos presentes no momento de minha visita; " ela é campeã de queda de braço ".A atenção, o calor humano, a amizade, o carinho deste meu amigo, sempre me fizeram dar uma passadinha no boteco. Pena que tudo um dia acaba né. Mas ainda iremos nos encontrar pra um papo agradável como sempre foi.

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    1. Que relato legal, Maria Rita / Taita! Seja bem vinda ao blog.

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    1. Obrigado pela visita, Patrícia! O Verinho é merecedor de homenagens.

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  3. Para os eventuais interessados, segue a letra original de Va Pensiero, com respectiva tradução para a nossa língua-pátria.

    Va', Pensiero

    Va', pensiero, sull'ali dorate
    Va', ti posa sui clivi, sui coll
    Ove olezzano tepide e molli
    L'aure dolci del suolo natal!
    Del Giordano le rive saluta
    Di Sionne le torri atterrate
    O mia Patria, sì bella e perduta!
    O membranza sì cara e fatal!
    Arpa d'or dei fatidici vati
    Perché muta dal salice pendi?
    Le memorie del petto riaccendi
    Ci favella del tempo che fu!
    O simile di Solima ai fati
    Traggi un suono di crudo lamento
    O t'ispiri il Signore un concento
    Che ne infonda al patire virtù
    Che ne infonda al patire virtù
    Che ne infonda al patire virtù
    Al patire virtù!
    "Vai, pensamento

    "Vai, pensamento, em dourado.
    "Vai, você coloca em Clive, as colinas,
    onde cheiro suave e tépida
    a brisa doce da sua terra natal!
    Cumprimenta as margens do Jordão,
    as torres de Sião terra.
    O meu país, tão bonito e perdeu!
    Ou membranza tão querida e fatal!
    Harpa do profético ou altamente motivados,
    porque muda a partir de pistas de salgueiro?
    Reavivar as memórias do peito,
    Houve o tempo em que fala!
    Ou como o destino de Suleiman,
    Eu desenho um som de lamento-primas;
    o Senhor te inspira ou um Concento
    inculcar as virtudes que perduram
    inculcar as virtudes que perduram
    nos termos que sofrer!


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    1. Muito obrigado Miranda, sua crônica contribuiu demais para o doc. Vá pensiero! https://daquidepitangui.blogspot.com.br/2016/06/horario-de-verinho.html

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  4. Um documentário muito legal, com um belo texto!
    Muito legal também a iniciativa deste documentário, realizado num curto prazo após o fechamento do estabelecimento. Na cidade onde vivo (Juiz de Fora), fecharam nos últimos tempos vários locais com mais de 20 anos de existência e não houve registro de nada. Uma negligência com referências do passado para uma população de uma cidade universitária que vive se renovando sem se reconhecer, tomando o caminho de se tornar uma cidade de passagem, sem identidade.
    Parabéns aos envolvidos na realização do documentário e ao pessoal deste blog – variado e cativante – que consolida e divulga a história de Pitangui.

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    1. Olá Sylvio, muito obrigado por mais uma visita! O Verinho é querido por todos nós e merece a homenagem! Que depoimento interessante o seu. Nadando na contra mão do imediatismo, seguimos valorizando o nosso passado e registrando o presente para que a cidade continue tendo histórias! Grande abraço.

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